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terça-feira, 1 de novembro de 2011

O DIA DO SACI É FESTEJADO COM LANÇAMENTO DE LIVRO


O AUTOR NA PRAÇA & SOSACI – Sociedade dos observadores de Saci



Comemoram o Dia do Saci com tarde de autógrafos do livro “Saci, eu vi, sim”





O Dia do Saci e seus amigos é 31 de outubro, já instituído na cidade e no estado de São Paulo. Para continuar as comemorações que começaram no sábado passado, vamos realizar uma tarde de autógrafos e leituras. Nossos convidados são o jornalista e escritor Mouzar Benedito e o presidente da SOSACI Robson Moreira, autografando “Saci, eu vi, sim”. Organizado por Mouzar, o livro traz sete contos sobre este mito brasileiro, escritos por sete autores diferentes, entre eles, Robson Moreira.

Autor na Praça & SOSACI comemoram o Dia do Saci e seus amigos.

Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros

Dia 05 de novembro, sábado, a partir das 14h. (evento em espaço aberto ao público).

Informações: Edson Lima – 3739 0208 / 9586 5577.

Realização: Edson Lima, SOSACI e AAPBC.

Apoio: AEUSP, Bib. Municipal Alceu Amoroso Lima, Restaurante Consulado Mineiro e O Cantinho Português.



Sobre o livro “Saci, eu vi, sim” (Editora Mundo Mirim, R$ 29,90) - Reúne sete histórias, cada uma de um saciólogo. E sete ilustradores diferentes, que fizeram um belíssimo livro. Na vida do Saci, o número sete aparece sempre, em quase tudo. Os sacis nascem em grupos de sete, saindo de um taquaruçu (um bambu de gomos grandões) em noites de tempestade. Sete em cada taquaruçu, mas às vezes vários bambus desses se abrem de uma vez, e em cada um deles há sete sacizinhos dentro, como você pode ver na história Saci na fazenda, contada por Márcia Camargos. Ele se adapta facilmente a muitas situações, e assumem certas formas muito estranhas, como conta Robson Moreira com seu Saci miçanga. E às vezes nem é um negrinho. Por exemplo: no bairro da Liberdade, em São Paulo, onde moram muitos japoneses, ele tem até sotaque japonês. Quem conhecem japoneses pode comprovar, na língua deles não existe a letra L, eles pronunciam R, conforme nos conta Dilair Aguiar. Na história contada por Flávio Paiva, ele – defensor do meio ambiente – aparece em brincadeiras infantis, cantando e rimando. Luís Manetti tentou pegar um Saci quando era criança e Paulo Pepe viu de perto as aprontações dele na roça. Rudá K. Andrade teve contato com um Saci aprontador no norte de Minas, o Sacy Fubá (com y mesmo). Por falar em fubá, quem não tem curiosidade sobre o que o Saci come? Pois no final tem o cardápio do Saci, segundo o pessoal da Sociedade dos Observadores de Saci (Sosaci), que por sinal receberá os direitos autorais do livro. Para completar o time de saciólogos no livro, não podiam faltar os sete ilustradores: Alberto R. Palmieri, Baptistão, Fraga, Lézio Júnior, Paffaro, Rômulo Coutinho e Tiago Hoisel.

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