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terça-feira, 9 de julho de 2013

JOAQUIM BARBOSA: NEM HERÓI , NEM VILÃO



Por Preta Jóia:

Reproduzi esse texto, porque achei coerente e imparcial, não condenou e nem absolveu Joaquim
Barbosa, como diz que não devemos achá-lo o salvador da pátria, por ter feito sua obrigação
e nem jogar todas as pedras nele, por ter cometido um erro comum, não só aos políticos como
a maioria dos brasileiros, que gostam de levar vantagem em tudo.
O episódio valeu para que todos coloquemos os pés no chão e vejamos as pessoas como seres
humanos normais comuns, e avaliarmos toda a situação, com calma , clareza e discernimento. 






Fonte: Metrô News

Bastou o nome do Presidente do Supremo Tribunal Federal aparecer na lista dos homens públicos que utilizaram indevidamente verba pública para desfrutar momentos de lazer, para que uma tempestade de impropérios  e expressões carregadas de inocência e desapontamento inundasse as redes sociais.
A exemplo do que já haviam feito os presidentes da Câmara e do Senado e o ministro da Previdência, os peemedebistas Henrique Eduardo Alves, Renan Calheiros e Garibaldi Alves, respectivamente, o ministro Joaquim Barbosa viajou no dia 2 de junho às custas de recursos da Corte para assistir ao jogo de futebol entre Brasil e Inglaterra , no Maracanã.
Acontece que com a mesma força que vieram os exagerados elogios por sua atuação durante o julgamento do mensalão, Barbosa agora sofre a retaliação.
O que foi correto? Elogiar demais e rotulá-lo como "salvador da pátria"?
Ou se dizer decepcionado pelo uso da verba pública para uma viagem particular?
Nem uma coisa, nem outra.
Nas duas ocasiões são necessárias boas doses de racionalismo. Independente de preferência partidária, o julgamento do mensalão foi transformado em um dramalhão, com direito a heróis e vilões.
Mesmo quem não gosta de política e não sabe ao menos por quais crimes Zé Dirceu e sua trupe foi acusada, vibrou quando eles foram condenados.
Isso talvez explique a exagerada elevação do ministro Barbosa à condição até , pasmem, de presidenciável.
O que precisa ser feito, neste caso e em tudo na vida, é analisar caso a caso com equilíbrio e sensatez.
Joaquim Barbosa apreciou provas e julgou o caso do mensalão com a técnica que sua função exige.
Apenas isso. Ele não é herói por isso.
E se errou ao usar dinheiro público para ir ao Maracanã, deve responder à sociedade e não é por isso
que virou um vilão.
O brasileiro precisa aprender que ninguém é totalmente bom e nem totalmente ruim



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