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domingo, 24 de novembro de 2013

ENGRAVIDEI, PARI CAVALOS E APRENDI A VOAR SEM ASAS - Cidinha Silva

Fonte: Os Crespos / Áfricas
No espetáculo, mulheres negras são flagradas em seus cotidianos e suas vidas são expostas ao público, “revelando verdades privadas de uma afetividade soterrada”. A proposta do trabalho é “elaborar um discurso poético que discuta o lugar dos negros na sociedade atual”

“Nossa poética em legítima defesa quer florescer a humanidade plena em cada um de nós. Humanidade feita de dor, amor, rancor, alegria, coragem, luto e labuta. Engravidei, pari cavalos e aprendi a voar sem asas é a borboleta anunciadora da chegada do Sol.”
- See more at: http://www.portalafricas.com.br/sobre-o-espetaculo-engravidei-pari-cavalos-e-aprendi-a-voar-sem-asas-por-cidinha-da-silva-2/#.UpKdsieYyk0

No espetáculo mulheres negras  são flagradas no seu cotidiano, e suas vidas são expostas ao público,
"revelando verdades privadas de uma afetividade soterrada".
A proposta do trabalho é  "elaborar um discurso poético que discuta o lugar dos negros na sociedade atual ".

"Nossa poética em legitima defesa quer florescer a humanidade plena em cada uma de nós. Humanidade feita de dor, amor, rancor, alegria, coragem, luto e labuta.
Engravidei, pari cavalos e aprendi a voar sem asas, é a borboleta anunciadora da chegada do Sol.
No espetáculo, mulheres negras são flagradas em seus cotidianos e suas vidas são expostas ao público, “revelando verdades privadas de uma afetividade soterrada”. A proposta do trabalho é “elaborar um discurso poético que discuta o lugar dos negros na sociedade atual”

“Nossa poética em legítima defesa quer florescer a humanidade plena em cada um de nós. Humanidade feita de dor, amor, rancor, alegria, coragem, luto e labuta. Engravidei, pari cavalos e aprendi a voar sem asas é a borboleta anunciadora da chegada do Sol.”
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No espetáculo, mulheres negras são flagradas em seus cotidianos e suas vidas são expostas ao público, “revelando verdades privadas de uma afetividade soterrada”. A proposta do trabalho é “elaborar um discurso poético que discuta o lugar dos negros na sociedade atual”

“Nossa poética em legítima defesa quer florescer a humanidade plena em cada um de nós. Humanidade feita de dor, amor, rancor, alegria, coragem, luto e labuta. Engravidei, pari cavalos e aprendi a voar sem asas é a borboleta anunciadora da chegada do Sol.”
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