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segunda-feira, 31 de março de 2014

SESC SANTO AMARO RECEBE GRUPO POESIA SAMBA SOUL

Fonte: Lau Francisco



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Poesia Samba Soul balança o Sesc Santo Amaro com mistura de groove, soul e samba-roc.


Com 25 anos de estrada a banda se apresenta no projeto “Feito prá dançar” .

O grupo POESIA SAMBA SOUL, com 25 anos de existência, traz o tempero e a essência de sua música brasileira: um som eclético, dançante e swingado. A banda faz única apresentação no SESC Santo Amaro (Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro), no dia 06 de abril de 2014, às 17h, dentro do projeto “Feito prá dançar”, com Entrada Franca. 

Liderada por seu fundador, o multi-instrumentista e produtor musical Cláudio Miranda, o Poesia Samba Soul tocará composições próprias como “Moleque do cabelo black”, “Mulher universal”, “Musa africana”, “To firmão”, “Ela só quer dançar”, entre outras. O Groove, o Samba e a Black Music tipicamente brasileira estão presentes neste show repleto de swing, embalados por metais, percussão, baixo e guitarra. 

Formada por Claudinho Miranda, Fabio Bass, Pikeno, Paulinho Cocota e Hellem Fernandes e banda de apoio, o Poesia Samba Soul teve inicio em 1988 na periferia, no extremo sul da cidade. Com 6 Cds e 2 DVDs lançados, suas composições trazem letras com mensagens de incentivo e histórias do cotidiano.
É reconhecida internacionalmente, com shows realizados em países como Portugal, Espanha, França, Alemanha e Suíça, muito por conta da boa música e dos projetos que desenvolve em São Paulo, como a Ong Favela da Paz e o Estúdio Áudio Visual, localizado no coração do Jd Ângela. Ambas as iniciativas foram idealizados por Cláudio Miranda, que estabeleceu parcerias com músicos do mundo todo, como Yair Dalal (Israel), Felix Wschek (Alemanha), Emilia Dahlim (EUA), Felipe (Africa), Patrick Rudolph (Alemanha), Amith  Carnelli (Palestina) e Mohammad (Pérsia).

SERVIÇO
Show Poesia Samba Soul – Projeto “Feito pra dançar”
Local: Sesc Santo Amaro – Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro
Tel (11) 5541-4000
Dia: 06 de abril de 2014
Horário: 17h
Entrada Franca






























quinta-feira, 27 de março de 2014

OUTRAS PORTAS, OUTRAS PONTES SEGUE APRESENTAÇÕES NA ZONA LESTE

Fonte: Lau Francisco




O espetáculo "Outras portas, outras pontes" segue rodando por várias regiões da cidade. Neste fim de semana é a vez da Cidade Patriarca. Os bailarinos da cia. realizaram até aulas de Parkour para se adaptar às diferentes arquiteturas dos cinco locais escolhidos para as apresentações que unem caminhada cênica nas ruas com fechamento em um teatro. Entrada Franca!



Dança 


“Outras portas, outras pontes” dá seqüência às apresentações nas periferias e chega na Cidade Patriarca, zona leste de SP .
Proposta é elucidar ligações ancestrais entre os locais de espetáculo e o bairro do Capão Redondo O apartheid “gentil” existente no Brasil, negros operários tratados com sub-cidadãos, espaços físicos gerando separação social. Os movimentos coreográficos propostos pelo espetáculo “OUTRAS PORTAS, OUTRAS PONTES”, da Cia. Sansacroma, mostram em forma de dança e texto como esta separação torna-se indignação e é transformada em material poético, explorando questões como herança cultural e identidade do brasileiro. “Outras portas, outras pontes”, espetáculo que roda por diversas regiões de São Paulo, tem novas apresentações marcadas para os dias 28, 29 e 30 de março de 2014, sexta, sábado e domingo às 19h30, no CDC Vento Leste – Clube da Comunidade Vento Leste (R. Frederico Brotero, 60 – Cidade Patriarca), com ENTRADA FRANCA. O espetáculo tem apoio da 15º Edição do Programa do Fomento à Dança
Com direção artística de Gal Martins (Prêmio Denilto Gomes 2013 na categoria Difusão da Dança, concedido pela Cooperativa Paulista de Dança), direção coreográfica de Yaskara Manzini, e trilha sonora composta pelo multi instrumentista Cláudio Miranda, da banda Poesia Samba Soul e os músicos Zinho Trindade e MC Gaspar, “Outras portas, outras pontes” abarca dois momentos: uma caminhada cênica no entorno do CDC, com termino nas dependências do espaço.
Itinerância do espetáculo surge da necessidade de traçar uma trajetória dramatúrgica.
O espetáculo, primeiramente concentrado nas ruas do Capão Redondo, extremo sul da cidade, em 2013, tornou-se itinerante pela própria essência da peça, onde seu processo criativo abrange desde o resgate da ancestralidade africano-nordestina até o olhar sensível sobre as questões político-estéticas que permeiam a cultura periférica, dialogando diretamente com a pesquisa estética atual que a Cia vem desenvolvendo a cerca de dois anos que Gal Martins nomeia de:

 “Dança da Indignação”. 

Nesse processo, as indignações identificadas partiram principalmente dos espaços urbanos e comuns aos próprios bailarinos, moradores de regiões periféricas da cidade, lugares onde emergem causas e bandeiras sociais, políticas e poéticas. Segundo Martins, é na rua que essas indignações brotam, e onde as pessoas têm a possibilidade de gritar e expurgá-las. A itinerância do espetáculo surge da necessidade de traçar uma trajetória dramaturgia da história do bairro do Capão Redondo, mas principalmente como essa história dissipa e dialoga com a questão do Apartheid social, fazendo assim uma relação com o Apartheid da Africa do Sul, local e situação de onde surge a lenda do pássaro que dá nome a Cia – Sansakroma - , uma espécie de gavião que protegia as crianças sul africanas nos massacres provocados pelo Apartheid.

Bailarinos fazem aulas de Parkour 

Os bailarinos da Cia. Sansacroma participam de uma preparação corporal com técnicas
de Parkour, uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto. O objetivo é explorar a arquitetura dos lugares com mais possibilidades cênicas e coreográficas onde o espetáculo estiver, já que na primeira parte do espetáculo o elenco realiza uma caminhada cênica nas ruas, sempre acompanhada pelo público.


FICHA TÉCNICA
Direção Artística e Concepção: Gal Martins Direção Coreográfica: Yáskara Manzini Interpretes Criadores: Rafael Edgar, Daise Gabrieli, Djalma Moura, Renato Alves, Bárbara Santos e Thiago Silva Participação Especial: Luamim Martins Preparação Corporal: Bruno Peixoto, Edson Fernandes, Robson Lourenço, Valéria Mattos e Yáskara Manzini Ensaiador: Thiago Silva Trilha Sonora: Cláudio Miranda, Zinho Trindade e Mc Gaspar Projeto de Luz e operação:
Alex Guimarães Operação de Som: Bruno Feliciano Figurino e Adereços: Mariana Farcetta
Direção de Produção: Selene Marinho Produção: Radar Cultural Coordenação do Projeto de Aproximação com o Público: Valéria Ribeiro
Estagiárias:: Tamisa Betina e Ciça Coutinho


Serviço
Espetáculo: “Outras portas, outras pontes”
Dias: 28, 29 e 30 de março de 2014 (sexta, sábado e domingo às 19h30)
ENTRADA FRANCA – Público máximo: 50 pessoas – senhas distribuídas com antecedência de 30 minutos no local do espetáculo. Em caso de chuva não haverá apresentação.
Local: CDC Vento Leste – Clube da Comunidade Vento Leste (Rua Frederico Brotero, 60 – Cidade Patriarca)
Duração: 90 minutos
Classificação etária: 14 anos






Projeto “Mulheres Negras” terá Yzalú e Amanda NegraSim ocupando as quartas-feiras de abril na Galeria Olido


Fonte: Lau Francisco / Fotos: Jonatas Mateus



Show foi concebido para celebrar o universo feminino dentro da cultura Hip Hop e tem como objetivo trazer ao público a arte de rua realizada por mulheres. 

 


A cena feminina do Hip Hop cresceu e esse progresso expôs o talento e a qualidade rítmica e poética de muitas cantoras e compositoras desta cena musical. Durante as quartas-feiras de abril o projeto “MULHERES NEGRAS”, criado para celebrar o universo das mulheres dentro das culturas periféricas, traz shows de dois desses talentos: as cantoras Yzalú e Amanda NegraSim. Os shows acontecem nos dias 02, 09, 16, 23 e 30 de abril de 2014, às 19h, na Galeria Olido (Avenida São João, 473 – Centro). Com ENTRADA FRANCA, as artistas apresentam canções próprias e releituras de sucessos do Rap nacional.


Yzalú e Amanda já haviam participado juntas de outros dois eventos: Divas do Hip Hop e Concerto Hip Hop. No repertório da Galeria Olido, "Música Periférica Brasileira" canção composta por Yzalú narra o estilo cultural das periferias e suas influências culturais. A artista apresenta também o clássico "Mulheres Negras", composta por Eduardo ex Facção Central, especialmente para Yzalú.


Amanda NegraSim apresenta "Amor ao Rap", canção que conquistou o Festival Mulheres MCs em 2011, e seu novo single "Rosas", além de “Verdades” e “Aqui tem mulher que samba”. Ambas farão homenagem ao grande mestre "Sabotage" com a música “Cabeça de Nego”. O show ainda terá participações de nomes do Hip Hip nacional entre elas Preta Feminina, Carol Ouro Natto, Pamelloza Carvalho, Lua Rodrigues, Drik Barbosa, Tássia Reis e muitas outras surpresas. Acompanhadas de baixo, bateria, teclado e guitarra, as cantoras terão no palco o acompanhamento da DJ Tati Laser.


“As mulheres entraram na cena do hip hop brasileiro gradativamente, foram ganhando espaço aos poucos, a princípio com muito preconceito, mas venceram as barreiras e hoje têm seu lugar garantido. A tendência é termos cada vez mais mulheres compondo, cantando e tocando este estilo”, explica Daniela Reigadas, idealizadora do projeto.


 



                                                                        



Quem é Yzalú 

Fez parcerias com grupos da cidade de São Bernardo (sua terra natal) como: Essência Black, Walter Limonada e Ordem Própria, participando de shows e produções musicais. Porém anos depois, quando postou um vídeo na internet da versão acústica e intimista de “Jesus Chorou” dos Racionais Mc's, que Yzalú chamou a atenção dos internautas, e do Magnata do Rap Nacional, o DJ e produtor “Bola 8”, onde o próprio a convidou para participar de um Festival de RAP com mais de 20 Grupos. Yzalú se apresentou entre o Rapper Dexter do 509-E e o polêmico grupo Facção Central. Nesse dia Yzalú cantou a versão acústica de “Um Bom Lugar” do eterno Sabotage, para um público de mais de 10 mil pessoas. Desde então Yzalú não parou mais. 





Quem é Amanda NegraSim

Nasceu no meio de uma família de artistas afro-moçambicanos e congadeiros. Sua mãe era atriz, dançarina afro e presidente do G.R.E.S.M.A.C. (Grêmio Recreativo Escola de Samba Municipal de Cotia).
 Seu pai, mestre sala e um dos fundadores da escola de samba da cidade de Cotia. Dos 06 anos aos 10 anos de idade Amanda foi porta bandeira mirim da escola de samba fundada pelos seus pais. Além do samba, participava com seus avós tios das congadas de raiz de sua família de São Benedito, trazidas de São Luiz do Paraitinga, Em 1997 começou escrever matérias sobre o Hip Hop no jornal municipal de Cotia onde teve contato com diversos grupos de rap. Foi campeã do Festival de Mulheres MC de 2011. Já dividiu palco com sambistas, repentistas e rappers como: Bravos do DF, Banca do K, Leo MC, Tio Fresh. 



SERVIÇO
Show “Mulheres Negras”, com Yzalú e Amanda NegraSim
Dias: 02, 9, 16,23 e 30 de abril de 2014 (toda as quartas do mês de abril)
Local: Galeria Olido – Avenida São João 473 – centro – (11) 3331-8399