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terça-feira, 29 de abril de 2014

Festa SOUL Black : AMANHÃ - 30 DE ABRIL









Fonte: Carlos Romero 


Show com as bandas Os Opalas e Vitrolla 70 no Mary Pop


A banda Os Opalas tem por missão difundir a música brasileira, mundialmente respeitada por sua alta qualidade e variedade rítmica, destacando em seus shows as composições autorais e as releituras clássicas do samba rock. Biografia Fundada pelo batera Américo Rodrigues, a banda completou seus 10 anos de estrada em 2012.

Neste ano, o lançamento do álbum ‘Mistura Cultural’, combina os estilos groove, soul, reggae, jazz, afrobeat e os transforma em combustível para a produção de canções autorais.

Para o quarteto, o momento reflete ser a nova geração da música suingada brasileira. Hoje formada por Melvin Santhana, cantor e guitarrista, Américo Rodrigues, baterista, Marcelo Bianca, percussão e Renato Cardoso, baixo.

O repertório dos shows mescla sucessos de grandes intérpretes brasileiros como Luís Vagner, Jorge Benjor, Branca di Neve, Marku Ribas, Tim Maia, com as músicas autorais, “Mistura Cultural”, “É pra dançar”, “4:20” e por aí vai.

 O segundo show será com a banda Vitrolla 70 Eles são 4 amigos, músicos profissionais, que já trabalharam para várias bandas, e em um encontro, resolveram realizar um desejo antigo; o de tocar juntos, então em maio de 2009, surgi para agitar o cenário musical paulistano a banda de Samba Rock Vitrolla 70 Como todos os integrantes tiveram uma a banda do momento da cena sambarock em São Paulo com o sucesso preta rara e muitos outro ...

Serviço:
Quando: 30 de Abril - Véspera de Feriado
Onde: Mary Pop Club
Abertura da casa: 22:00hs
Pista 1 - Samba Rock e Gafieira Djs 
Djs: DJs Fox, DJs Deh,
Pista 2 Black Music
Abertura: 00:00
Djs:  Alex Music, Soldado Sould e Djl – Jay Niggaz
Shows com as bandas: Os Opalas e Vitrolla70
Horário dos shows: Primeiro show
Banda Os Opalas
Horário 00:30hs
Segundo Show: Vitrolla 70
Horário 02:30hs
Ingressos Antecipados R$ 15,00 (Limitado)
Local para compra: Flórida Records:
Galeria 24 de Maio, 116 - Loja 7 - Centro - SP
Loja Canal 24: Rua 24 de Maio, 62 - Centro SP
Na portaria com nome da lista amiga R$ 20,00 reais WWW.merypopclub.art.br
Na portaria sem nome na lista R$ 25,00 reais
Endereço: Rua Barão de Campinas, 375 Campos Elíseos (100 m do Metro Santa Cecília
Telefone do Mary Pop para informações: (011) 3223-9142

Crédito para os Fotógrafos:
Fernando Barros - Os Opalas
Juarez Ternura – Vitrolla 70

domingo, 27 de abril de 2014

Uma conversa com Lupita Nyong’o, eleita a mulher mais bonita do mundo

por : Harold Von Kursk

A maior revelação da indústria cinematográfica nos últimos anos é Lupita Nyong'o, atriz criada no Quênia, com pós graduação na Yale School of Drama, que surpreendeu o público com sua performance em "12 Anos de Escravidão". Seu papel como Patsey, a escrava que resiste a atos indizíveis de brutalidade, não só lhe rendeu o Oscar como um BAFTA de coadjuvante.
Lupita agora foi eleita a mulher mais bonita do mundo pela revista People em sua edição especial, que sai todo ano. É a primeira negra a ostentar esse título. Já tinha sido escolhida o rosto da marca de cosméticos Lancôme. "Ao vir para os EUA, foi a primeira vez em que tive de me considerar negra e aprender o que significava a minha raça", afirma.
As pessoas são naturalmente atraídas por seu espírito livre e sua beleza impressionante. Sua naturalidade é uma lufada de ar fresco em um mundo repleto de celebridades intragáveis. Nyong'o venceu outras mil concorrentes que fizeram testes para interpretar Patsey. Sua súbita ascensão à fama está além de qualquer coisa que ousou imaginar.
"No Globo de Ouro, eu pude conhecer Leonardo DiCaprio e tirar uma foto com ele. Parecia que estava assistindo a premiação pela TV e de repente todas aquelas pessoas estavam na minha sala de estar", diz ela. "Meus amigos no Quênia me dizem que sou mais famosa que meu pai [Anyang Nyong'o, senador queniano], embora eu não tenha certeza de que ele goste disso".
Lupita trabalhou também no thriller de avião "Non-Stop", em que contracenou com Liam Neeson e Julianne Moore. Percorreu todo o circuito de talk shows americanos, onde seu charmoso sotaque britânico-americano-queniano apenas amplificava sua inteligência afiada e o comportamento espirituoso.
Nascida no México, onde seu pai lecionava na época, Lupita foi para o Quênia em criança, onde permaneceu até os 16 anos. Ela então voltou para o México porque seus pais queriam que aprendesse espanhol. Em seguida, mudou-se para os EUA, onde se formou em estudos africanos e cinema no Hampshire College, antes de ser admitida na prestigiosa escola de teatro de Yale, que conta com ex-alunos como Meryl Streep, Paul Newman, Sigourney Weaver e Elizabeth Banks.
Nyong'o tinha se graduado há apenas três semanas quando soube que fora escolhida pelo diretor Steve McQueen para viver Patsey. Dez anos atrás, trabalhou como assistente de produção de Ralph Fiennes enquanto ele filmava "O Jardineiro Fiel" não muito longe de sua casa, em Nairobi.
Quando ele lhe perguntou sobre suas ambições na vida, ela respondeu: "Eu quero ser uma atriz". Ele, então, hesitou por um momento, suspirou, e advertiu-a: "Lupita, só atue se você não puder respirar sem isso". Ela nunca teve qualquer dúvida.
Alguns trechos de nossa conversa:
Sobre reconhecimento
Estou muito orgulhosa e aliviada com o fato de "12 Anos de Escravidão" ter alcançado reconhecimento. Senti uma grande responsabilidade de fazer justiça a Patsey e à história desta mulher. Não foi fácil filmar. Eu sou da África, mas sofri sob o calor da Louisiana. Nós estávamos no auge do verão e você pode imaginar o que era para mim e para Chiwetel Eijofor [que fez o protagonista Salomon Northup] colher algodão no campo.
Mas nós não podemos reclamar porque sabíamos que essa era a realidade dos escravos que tinham estado lá antes de nós. Isso me fez pensar que estes homens e mulheres eram extremamente fortes e resistentes.
[Lágrimas nos olhos] Eu sou uma chorona. Eu acho que nunca amei tanto um personagem. É muito emocionante e eu amo falar sobre isso, mas o assunto sempre traz lágrimas aos meus olhos. Oh, Deus. Eu sou um bebê chorão.
Sobre o desejo de se tornar atriz
Foi quando eu crescia no Quênia. Eu me lembro que era muito pequena quando vi pela primeira vez "A Cor Púrpura". Talvez eu tivesse 9 anos e foi interessante enxergar mulheres como eu na tela. Oprah e Whoopi Goldberg trabalharam neste filme.
Isso me deu a inspiração para pensar que talvez eu também pudesse fazer aquilo, apesar de saber da realidade do Quênia. Eu não acho que seria capaz de ter uma carreira se ficasse na África.
Sobre sensualidade
O roteiro de "12 Anos..." dizia que Patsey era sensual sem fazer esforço. Eu estava pensando nisso por algum tempo até que achei esta citação do livro de James Baldwin "The Fire Next Time": "Ser sensual, eu acho, é alegrar-se com a força da vida, da própria vida, e estar presente em tudo o que se faz, desde o esforço de amar até o ato de repartir o pão."





Sobre o Autor
Alemão, naturalizado canadense, Harold tem 52 anos e é, além de jornalista, diretor de cinema. Em mais de 20 anos, entrevistou atores e cineastas para a mídia americana e europeia. Com todas teve grandes conversas. Exceto por Scarlett Johansson. "Ela é uma linda diva mimada", diz.
Fonte: DCM
 

terça-feira, 22 de abril de 2014

TRÊS LAGOAS BY SÉRGIO PINICUTA (UM POETA DA TERRA)

Minha terra tem encantos,que em outros cantos não vi
Lugar que adoro tanto recanto em que nasci
Neste canto verdadeiro,decanto tuas riquezas
Garanto que a natureza,com seu manto de belezas,por aqui passou primeiro
Meu Mato Grosso do Sul!
Que orgulho ser um dos teus
É presente de Deus,ser Sulmatogrossense
Um pouco mais brasileiro,é nascer Treslagoense.
(Sérgio Pinicuta) 












terça-feira, 15 de abril de 2014

JAMES BROWN : O FILME






Chadwick Boseman, interpreta James Brown
Fonte: G1

 
 O filme estreia em agosto de 2014 nos EUA e ainda não tem data marcada para o Brasil.

O estúdio Universal Pictures e a produtora Imagine Entertainment deram sinal verde em 2013 para o começo das filmagens do longa que vai contar a vida do músico James Brown.

O diretor do filme será Tate Taylor, conhecido por "Histórias Cruzadas", que concorreu ao Oscar de Melhor Filme em 2012. Mick Jagger, dos Rolling Stones, é um dos produtores do filme.
O ator que vai ter o desafio de interpretar James Brown é o jovem Chadwick Boseman, mais conhecido por participações em seriados como "Fringe" e "Lei & Ordem". Seu primeiro filme de repercussão foi "42: a história de uma lenda", no qual dividiu a tela com Harrison Ford.
A vida do "rei do soul" será contada desde a infância pobre na Geórgia até se tornar um dos artistas mais famosos e influentes do rhythm and blues e autor de sucesso como "(Get up I feel like being a) sex machine", "Papa's got a brand new bag", "I got you (I feel good)" e "It's a man's man's man's world".

      James Brown, o músico

Até morrer, em 2006, aos 73 anos, Brown continuou tocando. O músico começou a cantar na cadeia com alguns companheiros de cela depois de ser preso por roubo aos 16 anos e vendeu mais de 500 milhões de álbuns nos 50 anos de carreira. Cada um dos álbuns que gravou entre 1960 e 1977 esteve na lista dos cem principais sucessos do ano.
James Brown cresceu nas ruas de Augusta, interior da Geórgia, e cantava e dançava para conseguir pagar um quarto de bordel. Ao sair da cadeia teve uma curta carreira semiprofissional como boxeador.
Ao sair do reformatório montou uma banda, The Famous Flames, que assinou contrato em 1956 com a Kings Records de Cincinnati e, quatro meses, depois "Please, please, please" se tornou a primeira música de R&B a vender mais de um milhão de cópias nos Estados Unidos.
O longa promete tocar em aspectos delicados como a longa luta contra vício em drogas, álcool e maus tratos que surgiram na década de 70 e o acompanharam pelo resto da vida.
Após a morte de seu filho em um acidente de trânsito, sua carreira entrou em decadência, e mesmo tendo alguns sucessos ocasionais, nunca deixou de trabalhar.

Assistam o trailer oficial: 



sexta-feira, 11 de abril de 2014

THINK MUSIC FESTIVAL: O SHOW DA NOSSA VIDA !!!



Fonte: Alpha FM 
A Alive Concerts, idealizadora do festival Think Music Festival, traz para o Brasil em sua primeira edição os consagrados nomes do R&B, funk e Disco Music – Earth Wind & Fire Experience (feat Al Mckay all stars), KC & Sunshine Band e Kool & the Gang. O festival acontecerá no dia 24 de maio no Clube Atlético Juventus, em São Paulo.





EARTH WIND & FIRE EXPERIENCE
O Earth Wind & Fire tocou os corações de duas gerações com sua música incrível. Al McKay foi uma força fundamental por trás da música de Earth Wind & Fire, desde o início. O Al McKay Allstars trouxe de volta para o público em todo o mundo a experiência musical REAL do Earth Wind & Fire. O grupo, que contém alguns dos melhores músicos do mundo, juntou-se a Al McKay para apresentar e desenvolver ainda mais sua verdadeira herança musical. Seu novo álbum, Al Dente, apresenta uma brilhante seleção de hits da longa carreira de Al como membro do lendário Earth, Wind & Fire, incluindo interpretações de seus maiores sucessos como as “Getaway”, “Evil”, “Love’s Holiday”, “Singasong”, “Fantasy” e “September”.




KOOL & THE GANG
Formado em 1964 pelos irmãos Robert “Kool” Bell e Ronald Bell “Khalis Bayyan” que chamaram para completar a equipe mais cinco amigos do ensino médio, Ricky West, Dennis Thomas, Charles Smith, Robert “Spike” Mickens e Woody Sparrow. A banda lançou seu álbum de estreia denominado Kool & The Gang em 1969. Com o passar do tempo deixaram um pouco de lado o jazz, para assumir uma característica mais Funk e R&B. Em 1973 lançam o disco Wild and Peaceful que trazia os sucessos Jungle Boogie, Funky Stuff e Hollywood Swinging. Em 1976 lançam Open Sesame, que foi um sucesso, e a faixa-título foi a trilha sonora de “Os Embalos de Sábado a Noite”. Em 2000, eles voltam após um longo período de recesso. Com todos os integrantes que participaram da banda, (exceto Ricky West, Robert Mickens, Woody Sparrow, Eumir Deodato e James), eles gravam um DVD com os maiores sucessos da banda no House of Blues. Em junho de 2006, Charles Smith, o co-fundador do K&TG, morre. No ano seguinte, entra um novo vocalista, Jirmad Gordone eles lançam um novo CD, “Still Kool”, recheado de sucessos.






KC & SUNSHINE BAND
Fundado em 1973 por Harry Wayne Casey (“KC”), Jerome Smith, Richard Finch e Robert Johnson, a banda lançou o compacto simples das canções “Blow Your Whistle”, no mesmo ano, e “Sound Your Funky Horn”, no ano seguinte. Ainda em 1974, Casey e Finch veriam a canção “Rock Your Baby”, parceria de ambos, levar o cantor George McCrae ao primeiro lugar na parada musical norte-americana. Com o lançamento do segundo álbum “KC and the Sunshine Band” em 1975, o grupo emplacou “Get Down Tonight”, primeiro e maior sucesso da banda nos Estados Unidos. Outro grande hit do LP foi “That’s the Way (I Like It)”. Em 2000, o guitarrista Jerome Smith faleceu em um acidente. No ano seguinte, a banda faz um rápido retorno a cena musical para um novo álbum “I’ll Be There For You”. A banda ainda gravou mais 2 discos – I’ll Be There For You (2001) e Yummy (2007).
Serviço:
THINK MUSIC FESTIVAL EM SP
Data: 24 de maio (sábado)
Local: Clube Atlético Juventus
Endereço: Rua Juventus, 690 Mooca – São Paulo – SP
Horários: Abertura da casa: 20h/ Shows: a partir das 22h
Classificação etária: 16 anos

quinta-feira, 10 de abril de 2014

ATO PÚBLICO : A PAIXÃO DE CLÁUDIA


O ato público e cultural “A Paixão de Claudia”, articulado pela empresa Cubo Preto Ensino de Arte e Cultura Ltda., juntamente com ONGs, associações, coletivos culturais, empresas, órgãos da imprensa formal e informal e por profissionais de várias áreas das artes e interessados na vida em sociedade de modo geral, constitui-se como uma homenagem à mulher negra, trabalhadora e mãe brasileira, Claudia da Silva Ferreira, de 38 anos, que no dia 16 de março de 2014, foi atingida por uma bala perdida dispara por agentes da Polícia Militar do Rio de Janeiro, socorrida pela mesma ainda em vida e arrastada por cerca de 350 metros, chegando ao hospital morta e com partes de seu corpo em carne viva.

Mãe de quatro filhos biológicos e educadora de quatro sobrinhos, entendemos que o que houve configura-se como uma tragédia horrenda e, diante do silêncio com o qual a imprensa e a sociedade civil recebeu e reagiu diante desta barbaridade ocorrida com uma mulher negra que, como muitas outras alicerça o país por meio de sua força de trabalho, decidimos que era este o momento de prestar uma homenagem às muitas mães pretas que criam, educam, trabalham para a criação e educação dos filhos negros e brancos deste Brasil. Negros quando biólogos, brancos quando filhos de seus empregadores. Isso desde o século XVI. Não é aceitável tamanha anestesia diante de uma vida perdida de maneira violenta e cruel e de uma família negra destruída. E se fosse uma mulher de família branca e de classe media? Haveria maior comoção social? Acreditamos veemente que sim. Uma vida não vale mais do que outra, nós brasileiros precisamos compreender.

Desse modo, escolheu-se a data de 18 de abril por ser feriado, ou seja, não serão causados danos ao transporte da cidade e ao direito de ir e vir dos cidadãos paulistanos. Para além disso, a data relembra a Paixão de Cristo, assassinado em nome da liberdade da humanidade, levando com sua vida os pecados dos homens. Compreendemos que essa Claudia, e muitas outras Claudias, levam em seus corpos e em suas vidas cotidianas as chagas de uma sociedade desigual, que não as confere o devido valor enquanto força motriz da nação em eterno desenvolvimento e enquanto mulheres que são, seres humanos com sonhos, desejos, necessidades, direitos e deveres.

Por meio de ações e manifestações, performances e apresentações realizadas nas mais diversas linguagens das artes, nos reunimos para celebrar a mãe preta do Brasil, as famílias negras, as famílias coloridas, o direito à vida, ao respeito ao cidadão, à cidadã, aos acessos básicos ao direito de ir e vir, à saúde, à educação, à moradia, ao fim dessa condição de cidadania de segunda classe a qual está relegada parte expressiva da população brasileira.

Definido o percurso do dia 18 de abril, nos concentraremos às 14h vestidos de preto e carregando rosas vermelhas defronte à Igreja da Nossa Senhora da Consolação. Preto em algumas sociedades tradicionais africanas remete à família, ao lar. Rosa vermelha, uma beleza que a própria natureza armou com espinhos para se proteger de seus opressores.

Da Igreja da Nossa Senhora da Consolação, às 15h, caminharemos ao som de atabaques que invocam nossos ancestrais africanos que com seus braços, pernas, sangue e suor, erigiram o Brasil, até a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, localizada no Largo do Paissandu, onde encontra-se a estátua da Mãe Preta, feita pelo artista Júlio Guerra representando todas as mães pretas que foram e são base desse Brasil.

No Largo do Paissandu será armado um palco no qual, das 16h às 20h, ocorrerão apresentações pacíficas, entretanto não menos indignadas e perplexas, de música, dança, artes cênicas, literatura e artes visuais, sempre com foco no tema do ato cultural porque na poesia das artes há reflexões que compreendemos como precisas e profundas.

Estimamos que desse ato cultural participem 2000 pessoas conforme confabulações entre parceiros e voluntários.

Sem mulher negra não teríamos nada. A sociedade brasileira precisa de suas "Claudias" para continuar produzindo, criando, dançando, passeando, trabalhando, transando, vivendo.

É hora de nos mostrarmos nesse ato cultural e artístico que não visa o "vandalismo", porque faremos o contrário do que esperam da gente de cor, faremos com arte.

__________

Contato para informações, colaborações, sugestões e somas – só vale somar, o Estado já subtrai o bastante: paixaodeclaudia@gmail.com

Quem não puder colaborar basta aparecer no dia 18 de abril defronte à Igreja da Consolação, às 14h, com sua roupa preta e sua rosa vermelha.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

DOM PAULINHO CANTA POR UMA BOA CAUSA : IMPERDÍVEL


Fonte Claricio Gonçalves 
 Show em Prol das Crianças e Adolescentes com Câncer 

Acessem: www.tucca.com.br
 Associação para Criançaas e Adolescentes com Câncer

terça-feira, 1 de abril de 2014

MÚSICA VEM DO CORAÇÃO

 Em qualquer lugar, em qualquer país, em qualquer tom de pele ou classe social, a música une, a música encanta... E M O C I O NA ... (Preta Jóia)

Postagem sugerida por Alessandra Justino



Projeto CLIMATIZAR São Paulo e Rio unidos pelo samba


.
Fonte: Carlos Romero


                                                  
A partir de domingo (06), o Mustache Bar inaugura o projeto CLIMATIZAR apresentando todos os domingo durante o mês de abril, duas novas gerações do samba o grupo Paulista “Tirando Onda “que acabou de lançar seu mais novo CD onde leva o nome do grupo e o sambista carioca Ferrugem. 

No repertório do show do grupo Tirando Onda, estão incluídas as músicas do seu novo CD “Não Deu Moral, Nego Bom Pra Brincar, Atentado, Chuva de Arroz e a música de trabalho Predador que desde sua publicação em 12/02/2014, no You Tube já alcançou 1.031 de visualizações”.






Ferrugem
Nascido em 20 de outubro DE 1988 no bairro de Campo Grande – RJ Jhaison Faide de Souza mais conhecido como Ferrugem que também lançou seu novo CD em 2014, desembarcará em SP, todos os domingos seu suingue carioca no Mustache bar.

Ferrugem influenciado por músicas da MPB, gospels e samba também se dedica a compor suas próprias canções onde já compôs com grandes nomes do samba como: Tié, Claudemir, Billy SP, Rodrigo Oliveira e Peu Cavalcante.

No repertório do seu show que apresenta em São Paulo, estão as músicas: Climatizar, Casa Azul, Meu Bem, Celebridade, Vaza.


 Serviço: 
Projeto Climatizar
Show: Grupo Tirando Onda e Ferrugem
Quando: Todos os domingos de abril a partir do dia 06
Preço: Até ás 19hs, Mulher Vip com nome na lista  adm.mustachebar@hotmail.com após Mulher não paga após R$ 10,00 reais. Homem independente do horário R$ 20,00 reais  
Onda: Mustache Bar
Abertura da casa: 18hs até o último cliente
Endereço: Rua Deputado Emílio Carlos, 580 / Osasco-SP