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terça-feira, 29 de setembro de 2015

“Já nascemos mortos”, espetáculo do Coletivo Sankofa, foi criado a partir de depoimentos e notícias sobre crimes contra homossexuais








Fonte : Lau Francisco 
Fotos : Cissa Oliveria e Orlando de Souza

Um relatório divulgado recentemente na grande mídia pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) aponta que em 2014 o número de pessoas LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) assassinadas aumentou em 4% em 2014. Crimes homofóbicos pertencem à categoria dos crimes de ódio. Um ódio que se espalha e cria raízes. A partir do fato de que pessoas estão sendo mortas pelo simples fato de amarem e desejarem corpos iguais. Quando nos calamos diante de cada demonstração de violência homofóbica compactuamos para um possível assassinato.
A partir dessas inquietações urgentes o Coletivo Sankofa criou o espetáculo “Já nascemos mortos”, que estreia dia 08 de outubro de 2015, no Centro Cultural da Penha, às 20h (Largo do Rosário, 20). A temporada se estende até o mês de novembro em CEUs, Centros Culturais da Juventude e teatros de São Paulo.
Com a concepção e direção de Anderson Maciel, “Já nascemos mortos” parte da hipótese real de que homossexuais já nascem com sua sentença de morte anunciada, simplesmente por serem o que são. Nesta perspectiva, a institucionalização da homofobia é legitimada diariamente pela família, escola e Estado. “Quando nos calamos para o apedrejamento, para o gatilho puxado, para a paulada, escolhemos um lado mesmo que não seja feito pelas nossas mãos”, dispara Anderson Maciel, que, para chegar ao resultado deste espetáculo baseou-se em notícias de crimes homofóbicos e 20 depoimentos que deram voz a familiares de vítimas que puderam contar suas histórias de perda. Para estas entrevistas o Coletivo Sankofa ganhou o apoio do grupo “Mães pela Igualdade”, que reúne mães de várias partes do Brasil que lutam contra a discriminação, violência e homofobia.
Pessoas estão morrendo. E só porque amam e desejam pessoas do mesmo sexo” (Anderson Maciel, diretor)






Coreografias desfilam situações de personagens reais
As coreografias e os textos têm a intenção de apresentar corpos sentenciados. Neste caso, tanto o texto como a dança propriamente dita, conduzem o público à comoção e cumplicidade com essas mortes. O grupo trabalhou dentro da estética da dramaturgia do movimento – a potência do corpo em cena – de uma forma que os textos não tenham peso explicativo. As entrevistas realizadas pelo coletivo transformaram-se em uma dramaturgia confessional, como a história de uma criança que teve o pescoço apertado pelo próprio pai que não o aceitava diante de uma frase-sentença: “ Você vai aprende a ser homem! ”. “Já nascemos mortos” conta alguns destes casos que vão aos poucos misturando-se ou seguindo isoladas no percurso do espetáculo.
A cenografia foi pensada para que o público fique bem próximo dos atores-criadores: cadeiras serão distribuídas no palco para que as pessoas sejam parte integrante do espetáculo. No centro da cena, um caixão de criança, simbolizando a crueldade justificada, um símbolo do corpo julgado antes de suas escolhas. No ambiente cenográfico, um cheiro de dama da noite traz a experiência sensorial ao público.
O espetáculo é uma possibilidade de se pensar sobre quem morre e quem mata, de que há uma grande violência se fortalecendo quando não impedimos uma piada homofóbica, quando não permitimos que o outro possa se expressar da sua forma.  A peça também pode provocar uma pergunta: o que nos temos com isso?”, explica Anderson Maciel. O espetáculo nasceu a partir do projeto “Quem vai chorar por eles?”, que  busca promover canais de abertura para se discutir a homofobia. Todas as ações propostas pelo projeto foram de certa forma para alimentar o processo de pesquisa e criação do espetáculo, como  oficinas de teatro do oprimido e teatro documentário; uma série de roda de conversa com convidados sobre criminalização da homofobia, homossexualidade e família, afrohomossexualidade e exibições de filmes seguidos de bate papo.
Ficha Técnica

Concepção e Direção: Anderson Maciel Intérpretes Criadores: Amanda Fusco, Betto Severo, Jonas Bueno, Igor Silva, Rodrigo Mar e Tata Ribeiro
Textos: O Coletivo Vídeos: Brunno Dmitri e Betto Severo Figurinos e Cenografia: Marcia Novais e Sissa de Oliveira Trilha Sonora: Uelinton Seixas
Desenho de Luz: Betto Severo e Tata Ribeiro Operador de Luz: Matheus Sousa Operador de Som: Lucas De Souza Fotografia: Sissa Oliveira e Orlando de Souza Projeto Visual: Robson Peres Designer Gráfico: Vanessa Rocha Audiovisual: Bruno Torchi
Assessoria de Imprensa: 7 Fronteiras Comunicação


TEMPORADA 2015  - GRATUITA

OUTUBRO
Dia 08 ás 20hs -  Centro Cultural da Penha (ESTRÉIA)
Largo do Rosário, 20 - Penha, São Paulo - TEL (11) 2295-0401

Dias 16 e 17 ás 21hs e Dia 18 ás 19hs - Teatro Alfredo Mesquita
Avenida Santos Dumont, 1770 – Santana, São Paulo - (11) 2221-3657

Dias 23 e 24 ás 20hs e 25 ás 19hs - Teatro Zanoni Ferrite
Av. Renata, 163 - Vila Formosa, São Paulo - (11) 2216-1520

Dia 27 ás 20hs -  CEU Caminho do Mar
Avenida Engenheiro Armando de Arruda Pereira, 5241 - Vila do Encontro, São Paulo - (11) 3696-5550

Dia 31 ás 20hs -  Centro Cultural da Juventude
Avenida Deputado Emílio Carlos, 3641 - Vila Nova Cachoeirinha, São Paulo (11) 3984-2466

NOVEMBRO
Dia 06 ás 20hs - CEU Parque São Carlos
Rua Clarear, 141 - São Miguel Paulista CEP 08062-590 - São Paulo - (11) 2045-4250

Dia 08 ás 18hs  - Espaço Cultural Cantinho de Todas as Artes – CITA
Endereço: Rua Aroldo de Azevedo, 20 – Campo Limpo / Zona Sul – São Paulo –
 (11) 5844-4116

Dia 15 ás 18hs – Centro Cultural Teatro Refinaria
Rua João Laet, 1507– Mandaqui, São Paulo - (11) 3624-9301


NOVEMBRO TEMPORADA PAGA $$

De 07 a 28 de novembro ás 20h30 (Sextas) – Teatro Studio Heleny Guariba
Praça Roosevelt, 184 – Centro, São Paulo - Tel (11) 3259-6940







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terça-feira, 22 de setembro de 2015

OCUPAÇÃO PRETA NO CENTRO CULTURAL DA PENHA - ENTRADA FRANCA




Fonte: Lau Francisco 

OCUPAÇÃO PRETA discute mito da democracia racial com roda de conversa, maracatu, entre outras atrações, no próximo dia 26 de setembro




Circulou fortemente nas redes sociais o comentário do rapper Emicida perante uma afirmação do ator Marcos Caruso no programa Altas Horas, da TV Globo. Caruso defendia que no Brasil existe uma democracia racial. Emicida disparou: “Essa ideia de democracia racial que foi construída de que o Brasil é o paraíso das três raças isso não é uma verdade quando você tem a pele escura..”. Este mito da democracia racial, além do racismo, são temas amplamente discutidos no projeto OCUPAÇÃO PRETA, realizado uma vez por mês com uma programação que discute as relações raciais no Brasil através da produção acadêmica e diversas manifestações artísticas realizadas pela população negra de São Paulo. Com o tema “Culturas Negras: Entre trocas e apropriações culturais”, o próximo Ocupação Preta acontece no dia 26 de setembro, sábado, a partir das 15h, no Centro Cultural da Penha (Largo do Rosário, 20, zona leste da cidade) com ENTRADA FRANCA, o projeto traz um show com o grupo Ilê Aláfia e apresentações do Manifesto Crespo e projeto Penharol.

PROGRAMAÇÃO

15h- Encontros Crespas e Cacheadas

O Encontro de Crespas e Cacheadas surgiu quando Márcia Turbanista em 2013 começou  a ministrar uma Oficina de Turbantes. O encontro tem como objetivo reunir pessoas com os mesmos ideais,afim de compartilhar suas dificuldades,dúvidas, experiências e conhecimentos com os que buscam assumir seu cabelo Crespo Natural.

15h40 Roda de Conversa
Cultura Negras: Entre trocas e apropriações culturais

Salloma Salomão 
Músico, Performer e Historiador. Doutorado em História pela PUC São Paulo (2005). Pesquisador associado do ICS- UL PT ( Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa). Tem um projeto de pesquisa de pós-doutorado sobre cultura musical dos Águdás, junto ao Departamento de pós graduação em História da USP.  Atualmente professor de História da África e  Diáspora Negra no Centro Universitário Fundação Santo André e é Consultor da Secretaria de Educação do Município de São Paulo. Tem experiência em produção e gestão cultural, formação acadêmica e continuada de professores na área de História, com ênfase em História do Brasil Império e República atuando principalmente nos seguintes temas: cultura musical, lutas pela liberdade, práticas culturais negras no século XIX e XX, identidades étnicas e movimentos negros urbanos, sociabilidades negras em São Paulo e musicalidades africanas.

Renata Felinto
Renata Felinto é doutoranda e mestra em artes visuais, bacharel em artes plásticas pelo IA/UNESP. Especialista em Curadoria em museus de arte pelo MAC/USP e artista visual, pesquisadora. Fundadora da Cubo Preto empresa que vem atuando nas áreas de artes visuais, história e cultura afro-brasileira de 2006. Idealizadora do projeto “Empoderadas”.

Pedro Neto
Pedro Neto é Cientista Social PUC-SP, Pesquisador em Antropologia das Populações Afro-Brasileiras. Desde 2000 é membro do Núcleo de Relações Raciais, Memória, Identidade e Imaginário do PEPG-PUC-SP, Membro Titular do primeiro Colegiado Setorial de Culturas Afro-Brasileiras do Conselho Nacional de Politica Cultural do Ministério da Cultura.  Diretor de Projetos da Campomare Produções, Diretor do Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais.


17h40 - Manisfesto Crespo
O Manifesto Crespo, grupo formado por jovens mulheres negras, nasceu a partir de discussões sobre as diversas questões do universo da cultura afrobrasileira. Principalmente o cabelo crespo, suas produções artísticas e estéticas, buscando reconhecer seu valor e fortalecer a memória e a autoestima de mulheres negras, numa luta pelo resgate das nossas origens - uma vez que o Brasil conta com a maior população originária da diáspora africana.

18h -  Penharol
O Projeto Penharol Rap-a-Dub teve início nas festas organizadas por antigos amigos do bairro da Penha-SP, tudo por simples diversão, sempre com muita música. Apoiam a cultura gratuita de rua, levando uma música de qualidade e abrindo espaço para novos artistas mostrarem seu trabalho. Discotecagem Rap, Reggae com shows ao vivo. Penharol é um coletivo de moradores da Zona Leste, frequentadores, Mc's, Dj's & Skatistas. Nessa edição terão uma batalha de MC´s. O ganhador terá uma música gravada e mixada.




20h - Show Ilê Aláfia


O grupo de Maracatu formado inicialmente por crianças e adolescentes de 07 a 17 anos, conquistou os moradores e frequentadores do bairro do Jabaquara, com o balanço da música e da dança afrobrasileira. Hoje, o Ilê Aláfia, que em yorubá significa "Casa da Felicidade", está aberto para a comunidade em geral. O projeto já abriu portas para o mercado de trabalho a integrantes e, atualmente, jovens desenvolvem atividades remuneradas, realizando oficinas de percussão e dança de ritmos brasileiros, inclusive foram contemplados pelo Programa VAI em 2012 e 2013 com o projeto Corte de Erês, formação de cortes de maracatu em escolas e ONGs do Jabaquara. Hoje o grupo tem 60 integrantes, distribuídos por alas, que estão divididas em corte real, baianas e percussão jovem e mirim. A cada dois anos é realizada a Troca de Coroas da Corte do Maracatu, festa em que o grupo elege o Rei, a Rainha e a Dama do Paço. Todo evento conta com apoio da comunidade que participa desde a fase de pesquisas até a confecção de adereços e manutenção dos instrumentos como alfaias, caixa e agbês. 






OCUPAÇÃO PRETA

Quando: dia 26 de setembro de 2015, a partir das 15h00
Onde: Centro Cultural da Penha (Largo do Rosário, 20, - ZL -  São Paulo)
Quanto: ENTRADA FRANCA
Informações: (11) 2293-6630
da comunidade que participa desde a fase de pesquisas até a confecção de adereços e manutenção dos instrumentos como alfaias, caixa e agbês. 




terça-feira, 15 de setembro de 2015

SMPIR LANÇA NA SEDE DA PREFEITURA DE SÃO PAULO PORTAL SP DIVERSO, COM DADOS SOBRE EMPREGO E POPULAÇÃO NEGRA EM SP


Fonte: Cláudia Alexandre 

Inclusão Racial e Emprego: Prefeitura de São Paulo e BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento lançam portal voltado ao desenvolvimento econômico e empregabilidade da população negra



SERVIÇO:
Lançamento do portal São Paulo Diverso
Dia 16 de setembro de 2015, às 09h
Prefeitura de São Paulo – Viaduto do Chá, 15 – auditório 7º andar    
  
Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, em São Paulo, um cidadão negro recebe renda média domiciliar até 2,5 vezes menor do que um cidadão branco, além de ter menos acesso ao emprego formal, representando 32,5% dos empregados enquanto o percentual entre a população branca é 66,3%. Ainda, afrodescendentes ocupam apenas 3% dos cargos ligados à chefia ou gerência, e, mesmo quando apresentam igual nível de escolaridade, recebem 31,5% (homens) e 37,5% (mulheres) menos que pessoas da cor branca para a mesma ocupação.

Estes e outros dados estarão disponíveis, a partir do dia 16 de setembro, on-line no portal São Paulo Diverso, uma plataforma eletrônica com informações e serviços sobre a população afrodescendente do município de São Paulo. Neste dia a plataforma irá ao ar pela primeira vez em um evento de lançamento, na sede da Prefeitura de São Paulo, com a presença do secretário municipal da igualdade Racial, Maurício Pestana.
 
O projeto faz parte de um conjunto de iniciativas inclusivas promovidas pela Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR), em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que visa estimular o desenvolvimento econômico e social dos afrodescendentes na capital. Durante o evento será divulgada a programação preliminar do 2º Fórum São Paulo Diverso, que acontece em 05 de novembro, com o tema “Investindo na igualdade de oportunidades para encontrar novos talentos”. Os painéis reunirão altos executivos, representantes do poder público, e empreendedores negros, que discutirão o panorama da diversidade racial no mercado de trabalho.

Portal São Paulo Diverso

O  portal São Paulo Diverso foi criado com o objetivo de contribuir para a ampliação da diversidade no mercado de trabalho, além de divulgar informações gerais sobre programas de ações afirmativas nos setores público e privado. A plataforma aproximará candidatos e empresas por meio da Comunidade SP Diverso no LinkedIin, e oferecerá dicas práticas e materiais para capacitação profissional.

Iniciativas inclusivas como essa têm se mostrado ferramentas eficazes para a promoção da igualdade no ambiente profissional. A Prefeitura de São Paulo é hoje exemplo para o resto do país, por meio da Lei nº 15.939/13, com o maior programa de ação afirmativa no setor público. Desde o primeiro concurso com as cotas, mais de 1.000 servidores já foram incluídos nos cargos de procuradores, contadores, professores e auditores fiscais. Para Maurício Pestana, Secretário de Promoção da Igualdade Racial, “o poder público é exemplo de construção de uma sociedade igualitária, mostrando às grandes corporações que o negro também pode ocupar cargos estratégicos”.

As diferenças étnicas e de gênero encontradas no mercado de trabalho foram tema de discussões do São Paulo Diverso - Fórum de Desenvolvimento Econômico Inclusivo, em outubro do ano passado. O evento propiciou debates que revelaram a dificuldade das empresas em localizar candidatos afrodescendentes para seus postos mais qualificados. Assim, o site que leva o nome do Fórum surge para tentar reverter esse problema de empregabilidade, e funcionar como um espaço permanente de debate para a população negra.

            Para desenvolver o  portal São Paulo Diverso a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial contou com as parcerias do BID e da Microsoft, que aplica diferentes programas de diversidade em suas unidades ao redor do mundo. “A Microsoft acredita que a tecnologia é capaz de transformar vidas. Ao apoiar a SMPIR na sua visão de promover a diversidade no mercado de trabalho, esperamos contribuir para a inclusão no país”, diz José Renato Roda, Gerente de Consultores da área de Serviços da empresa no Brasil e responsável pela arquitetura do site.

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Casa das Rosas realiza Xirê para resgatar identidade negra.






Fonte : Catraca Livre /foto: Jorge Alfredo

No dia 5 de setembro, a Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de literatura e poesia realiza o Xirê – negras vozes femininas, encontro que irá abordar a produção cultural das mulheres negras, a partir de suas ações, intervenções e performances. "Xirê" é o nome que se dá ao procedimento de se tocar e dançar para todos os Orixás do grupo dos mais cultuados.
O museu que pertence à Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, e é gerenciado pela POIESIS Instituto de Apoio à Cultura, que apoia esse encontro realizado pelo GT de Cultura – Núcleo Estadual para a Marcha das Mulheres Negra 2015. Seu objetivo é reafirmar a importância do papel desempenhado por essas mulheres na manutenção da memória, cultura e identidade.
Confira a programação completa:

1º Xirê - Cultura, memória e identidade negra
Com: GT de Cultura – Núcleo Estadual para a Marcha das Mulheres Negra 2015

A partir da produção cultural, a mulher negra constrói pontes entre o passado e o presente, traduzindo, atualizando e transmutando o saber e a experiência feminina através de gerações. Do mesmo modo, pontes entre experiências de autoras de diferentes idiomas e nacionalidades, que possuem a paixão do narrar, a crença na compreensão através da palavra e em sua capacidade de intervenção, também serão criadas para estabelecer o elo entre cultura, memória e identidade negra.
14h às 14h30
Abertura do Xirê
14h45 às 15h15
Mesa temática: Mulher negra, mantenedora da memória, identidade e tradição cultural africana no Brasil
Palestrante: Raquel Trindade
Mediadora: Doné Kika de Gbessen - Oriashé
15h45
Sarafro
Abertura: MC Soffia
Com: Celinha Reis, Debora Garcia, Esmeralda Ribeiro, Emilia Alves, Irenita Lopes, Luana Hansen, Miriam Alves, Raquel Garcia, Rachel de Almeida, Sharalayne, Tula Pilar e Vanessa Soares

17h30
Encerramento
Com as expositoras: Ana Cristina, Irenita Lopes men, Inaia, Lucia Makena e Quilombhoje






Serviço
Xirê – negras vozes femininas
Sábado, 5 de setembro, às 14h
Lotação: 70 lugares
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida Paulista, 37 – próximo à Estação Brigadeiro do Metrô.
Horário de funcionamento: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h;
Domingos e feriados, das 10h às 18h.
Convênio com o estacionamento Parkimetro: Alameda Santos, 74 (exceto domingos e feriados).
Tel.: (11) 3285-6986 / (11) 3288-9447.
Site: www.casadasrosas.org.br
Twitter: www.twitter.com/casadasrosas
Facebook: www.facebook.com/casadasrosas
Instagram: www.instagram.com/casadasrosas

SHOW GRATUITO DOMINGO O GRUPO ÔNCALO EM HOMENAGEM À TIM MAIA NA ZONA LESTE



(Foto: Denise Longo/divulgação)



Grupo da Zona Leste leva o conceito de Street Big Band para as ruas de São Paulo


Com repertório irreverente e composto por músicas do artista carioca Tim Maia, o grupo Ôncalo é uma banda de jovens músicos que difunde o conceito de street band. Originário do bairro da Penha, o objetivo desses meninos e meninas é ocupar espaços urbanos, culturais e educacionais para praticar e mostrar sua arte de forma espontânea.



Há dois anos um grupo de ex-alunos da rede municipal de ensino da Zona Leste de São Paulo demonstrou vontade de continuar praticando o que aprendeu nas aulas de música e na prática de fanfarra. Os professores Uelinton Seixas, Éverson Bô e Cheila Fusco decidiram unir esforços para garantir aulas e ensaios e isso resultou na formação do grupo Ôncalo, que por vontade da garotada elegeu as ruas como palco.
O show que farão em diversos finais de semana nos parque da capital paulista fazem parte do projeto Tim Maia 70, apoiado pelo programa VAI - Valorização de Iniciativas Culturais, da Prefeitura de São Paulo.
O repertório inicial da fanfarra foi alterado, dando lugar ao jazz, soul, R&B, pop, traditional brass e, claro, MPB. Eles praticam em um espaço improvisado, carinhosamente chamado de "caverna" - que aliás, é a tradução de Ôncalo, ou Onkalo, em finlandês. Com o apoio de uma rede de amigos para criação de logomarca, site, instituição do marco legal e formalização de uma instituição, o grupo vem se firmando e tem se apresentado em locais como praças, escolas públicas, CEUs, estações do Metrô e pontos famosos da cidade, como: FIESP, MASP e Espaço Satyrianas.

SERVIÇO:
Ingressos EVENTO GRATUITO
*Retirar os ingressos a partir das 14h.
O show será às 19h.
Pontos de Venda
TEATRO DÉCIO DE ALMEIDA PRADO
R. Cojuba, 45B - Itaim Bibi - São Paulo/SP
Tel: (11) 3079-3438
- See more at: http://www.azoofa.com.br/show/2015/09/06/5912-oncalo#sthash.Lufwulec.dpuf


AGENDA COMPLETA:
(Show Extra)
- 25/10/2013 - SEXTA-FEIRA
Metrô Itaquera - 19h
Dentro da estação do Metrô, Projeto Encontros
Avenida Projetada, 1900 - Itaquera
- 03/11/2013 - DOMINGO
Parque do Carmo - 14h
Playground 1 - Próximo ao Brinquedo de Escalar
Avenida Afonso Sampaio Souza, 951 - Itaquera
- 10/11/2013 - DOMINGO
Parque Jardim da Luz - 14h
Próximo ao coreto
Praça da Luz, sem número - Bom Retiro
- 17/11/2013 - DOMINGO
Parque Ibirapuera - 15:30h
Entrada pelo portão 10 - Ao lado do Pavilhão das Culturas Brasileiras
Avenida Pedro Álvares Cabral, sem número - Ibirapuera

Assista ao primeiro vídeo clipe do Ôncalo, disponível no canal oficial do grupo noYoutube