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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

LÁZARO RAMOS EM TUDO QUE APRENDEMOS JUNTOS FILME QUE RETRATA HELIÓPOLIS SP


Texto: Preta Jóia
Fotos: Divulgação 

O casal Lázaro Ramos e Taís Araújo estão com tudo mesmo, vivendo o melhor momento de suas carreiras. Conquistaram um programa no horário nobre da Rede Globo de Televisão, estão em temporada no Teatro  FAAP com a peça O Topo da Montanha, que narra o último dia de vida do 
ativista político Martin Luther King que morreu assassinado em 1968 na sacada de um hotel em Memphis no Tennesse, figuram em várias capas de revistas.



Agora Lázaro Ramos protagoniza o filme "Tudo que Aprendemos Juntos", dirigido por Sérgio Machado, baseado em uma fatos reais, conta o início da história  da Orquestra Sinfônica Heliópolis através do personagem de Laerte, músico promissor, que sofre uma crise em plena audição quando
concorria à uma vaga na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, perdendo a oportunidade de
fazer parte da maior orquestra sinfônica da América Latina, e assim começa a dar aulas na favela 
de Heliópolis.
Cercado por pobreza e violência redescobre o prazer e paixão pela música e assim contagia seus jovens alunos. 
Elenco: Lázaro Ramos, Hermes Baroli, Fernanda de Freitas, Sandra Corveloni, Thogun Teixeira, Graça de Andrade Apresentando Kaique de Jesus e Elzio Vieira Participação especial: Criolo, Maestrina Marin Alsop e Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo




Apresentações: Domingo, dia 1º de novembro, às 21h30, no Espaço Itaú de Cinema, onde haverá debate com diretor e atores após exibição.
Dia 2 de novembro, às 15h45 no Cine Caixa Belas Artes (os ingressos podem ser adquiridos pelo site_
Dia 03 de novembro, às 20h30 a Mostra Internacional de Cinema/São Paulo Internacional Film Festival fará uma exibição na Sala São Paulo com apresentação da Orquestra Sinfônica Heliópolis (retirada de ingressos à partir das 19h30 na própria Sala São Paulo no mesmo dia )
Sala São Paulo: Praça Júlio Prestes, 16 Campos Elíseos . Tel.: 3367-9500.

          Lázaro Ramos e Taís Aráujo no Festival Rio



Assistam o Trailer 


segunda-feira, 19 de outubro de 2015

São Paulo Diverso - II Fórum de Desenvolvimento Econômico Inclusivo abre inscrições, o evento acontece no dia 5 de Novembro, no Anhembi



Fonte: Cláudia Alexandre



Estão abertas as inscrições para a segunda edição do fórum ‘São Paulo Diverso’. O encontro, voltado para o desenvolvimento econômico inclusivo da população afrodescendente, acontece no próximo dia 5 de novembro, no auditório Elis Regina do Anhembi, em São Paulo.
Iniciativa da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial da Prefeitura de São Paulo, com apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID, o fórum deste ano terá como foco pensar soluções para facilitar o acesso da população afrodescendente às oportunidades já existentes no mercado de trabalho formal e, ao mesmo tempo, apoiar empregadores na criação de vagas e na identificação e recrutamento de talentos que, por conta da discriminação racial, são excluídos do ambiente corporativo.
‘Investindo na igualdade de oportunidades para descobrir novos talentos’, tema do fórum, será discutido por CEOs, acadêmicos, gestores públicos e demais especialistas que possam contribuir para o avanço da diversidade e da inclusão racial no mercado formal de emprego.
No serviço público municipal, por exemplo, a adoção do sistema de cotas, por meio da Lei nº 15.939/13, já permitiu que mais de 1.000 servidores ingressassem nos quadros da Prefeitura de São Paulo em posições estratégicas, como procuradores, auditores fiscais e contadores, bem como na carreira de professores e assistentes sociais.
Entre as presenças já confirmadas no encontro do dia 05/11 estão as do norte-americano Rodney Williams, COO da Microsoft no Brasil, José Vicente, da Unipalmares, Paulo Pianez, diretor de sustentabilidade do Carrefour, e Jorge Abrahão, diretor-presidente do Instituto Ethos.
A programação será composta por seis mesas que vão discutir políticas de ação afirmativa; legislação; educação e tecnologia como fatores de inclusão racial; e empreendedorismo para a população afrodescendente, entre outros temas.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pelo portal São Paulo Diverso, no endereço http://saopaulodiverso.org.br/inscreva-se/

Serviço
SÃO PAULO DIVERSO - II FÓRUM DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO INCLUSIVO
Data: 5 de Novembro de 2015
Local: Anhembi – Auditório Elis Regina: Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana 
Horário: das 9h às 18h
Promoção: Prefeitura de São Paulo – Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR) & Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID)
Vagas limitadas.

SOBRE A SMPIR
A Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial tem a finalidade de formular, coordenar e articular políticas e diretrizes para a promoção da igualdade racial e avaliação das políticas públicas de ação afirmativa, com ênfase na população negra. A política de ação afirmativa é o instrumento por meio do qual se busca a promoção dos direitos dos indivíduos e grupos étnico-raciais que sofreram injustiças históricas e, ainda hoje, sofrem com desigualdades sociais motivadas pela discriminação racial e demais formas de intolerância.

SOBRE O BID
O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.

Mais informações
Assessoria de Comunicação
Roberta Jovchelevich – robertaj@prefeitura.sp.gov.br / 4571-0920
Beatriz Moraes – spdiverso@gmail.com / 4571 -0903






Central de Comunicação
Fone: 3564-9848

Prefeitura de São Paulo seleciona proposta de escultura em homenagem a Zumbi dos Palmares

                      Estátua de Zumbi dos Palmares - Praça da Sé na Cidade de Salvador

Fonte: Carlos Romero / Foto divulgação

A Prefeitura de São Paulo, por meio das secretarias municipais de Promoção da Igualdade Racial e de Cultura, publicou edital para o concurso público que vai selecionar e premiar a melhor proposta de escultura artística em homenagem ao líder negro Zumbi dos Palmares (1655 – 1695).

Serão destinados R$ 20 mil ao projeto vencedor e R$ 100 mil para a execução da obra, que será confeccionada em bronze, com até 2 metros de altura. O monumento será instalado nas imediações da Praça Antonio Prado, no Centro de São Paulo.

As inscrições devem ser feitas até o próximo dia 15 de outubro.
O edital pode ser acessado no site da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR), no endereço: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/igualdade_racial/

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA DE MUHAMMAD ALI : ENTRADA FRANCA





Fonte: G1/Fotos : Thomas Hoepker



A exposição “Impávido Muhammad Ali”, do fotógrafo alemão Thomas Hoepker, é atração na Galeria de Babel, na Vila Modernista, em São Paulo. 
 


O fotografo Thomas Hoepker 

Com curadoria de Diógenes Moura, a mostra traz 25 obras em preto e branco, que compõem um retrato da complexa personalidade do boxeador e das transformações na sociedade americana nos anos 1960 e 1970.
 
A exposição mostra um panorama do esportista apresentando suas múltiplas facetas, com imagens que fazem referência à sua carreira, entre elas Ali Fist (o punho de Ali), que segundo seu autor, mostra um Ali brutal e guerreiro, mas também o lutador que recebeu inúmeros golpes durante sua carreira.
 



      Muhammad Ali flertando com Belinda Full que viria a ser sua segunda esposa 

Essa é a primeira mostra individual do fotógrafo Thomas Hoepker no Brasil. Ele ficou conhecido por uma das imagens mais publicadas sobre o atendado às torres gêmeas, em 2001, que mostra um grupo de jovens, tendo ao fundo o World Trade Center em chamas, após o choque do primeiro avião.






Serviço
Galeria de Babel
Onde: Alameda Lorena, 1257, no Jardim Paulista
Quando: De terça a sexta, das 10h às 19h; sábados, das 11h às 17h
Visitação: de 7 de outubro a 28 de novembro
Entrada gratuita.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Ellen Oléria fará o show de encerramento do prêmio Educar para Igualdade em São Paulo



Fonte : Carlos Romero /Foto divulgação


Em sua 7ª edição, o Prêmio realizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades e parceiros traz novidades ao
incorporar a temática de gênero e incluir edital exclusivo para a Educação Escolar Quilombola


O Prêmio ‘Educar para a Igualdade Racial e de Gênero: experiências de promoção da igualdade étnico-racial em ambiente escolar’, em sua 7ª edição mantêm os objetivos iniciais de identificar, difundir, reconhecer e apoiar boas práticas pedagógicas e de gestão escolar que
promovam, reconheçam e valorizam a diversidade étnico-racial nas escolas. Além disso, traz duas inovações: a incorporação da abordagem de gênero interseccionada a raça e etnia e da educação escolar quilombola.
Nesta edição, o ‘Educar para a Igualdade Racial e de Gênero’ recebeu 643 inscrições de todo o Brasil. Desses, 14 são premiados. Além da doação em dinheiro, notebooks e kits de livros, os selecionados participarão de curso de formação em parceria com o SESC nos dias 13,14 e 15 de outubro de 2015. Há vagas limitadas abertas ao público que deseja participar dessa formação, basta entrar no site do CEERT (www.ceert.org.br) e se inscrever.

O lançamento do Prêmio ocorreu em outubro de 2014 no Sesc Belenzinho e, um ano depois, a mesma unidade recebe os três dias de atividades e a cerimônia de entrega do 7º Prêmio que contará com a presença de parceiros do Prêmio, autoridades das áreas da Educação e da promoção da igualdade racial, comunidade escolar, entre outros. A cantora Ellen Oléria fará o show de encerramento da cerimônia.
Mais sobre o PrêmioRealizado pela primeira vez em 2002, o Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero constituiu um acervo de mais de 2.900práticas pedagógicas e de gestão desenvolvidas nas cinco regiões administrativas do país.
Sobre o CEERTO Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdades – CEERT é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos, criado em 1990 com o objetivo de conjugar produção de conhecimento com programas de intervenção no campo das relações raciais e de gênero, buscando a promoção da igualdade de oportunidades e tratamento e a universalização do exercício da cidadania.
Vencedoras e vencedores do 7º Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero 

Processo Universal – Categoria Professor
Valquiria Maria da Matta Geraldo Matos - Juiz de Fora/MG Prática:
Cultura africana e afro-brasileira: construindo uma prática afirmativa
da identidade étnica das crianças na Educação Infantil
Maria Fernanda Luiz - Araraquara/SP Prática: Brincando conhecemos a África
Josivaldo Félix Câmara - Pau Brasil/BA Prática: Projeto Interlocuções
África e Diáspora Africana
Sônia Iraci Siqueira - Ribeirão Preto/SP Prática: Africanidades na EJA
Processo Universal – Categoria EscolaAnali Ernandes Felicetti Pavani - São Paulo/SP Prática: Ética e
Cidadania com teatro de bonecos - educando para a igualdade
Lúcia Franco Pedroza - Brasília/DF Prática: Projeto diversidade na escola
Processo Afirmativo - Educação Escolar Quilombola - Categoria ProfessorJosiane Cristina Climaco - Salvador/BA Prática: A Educação Física e a
Lei 10.639/03 - Articulando com as matrizes africanas através da
pedagogia histórico crítica
Adélia dos Santos Dias – Januária/MG Prática: Feira de conhecimento:
costumes e utensílios quilombolas
Vinícius Darlan Silva de Andrade – Salvaterra/PA Prática: 5ª Semana
integrada de combate ao racismo
Processo Afirmativo - Educação Escolar Quilombola - Categoria EscolaJosé Alves dos Santos Júnior - Santa Luzia/PB Prática: Sou negro, sim!
Construindo a identidade racial pela diversidade a partir de uma
cultura de paz
Clarice Morais Araújo – Bacabal/MA Prática: Minha comunidade, minha história
Vanderlucia Cutrim de Sousa - Bacabal/MA Prática: Identidade e
educação quilombola
Gênero e RaçaGirleide da Silva Xavier - Salvador/BA Prática: Nossa gente nossa história
Francisco Cruz do Nascimento - Ibirapitanga/BA Prática: Diálogo


Programação:
Inscrições gratuitas:
http://www.ceert.org.br/premio-educar/7-edicao/encerramento/inscricao/
 Vagas limitadas:

13/10/2015 das 15h00 às 19h00 - Oficina: A Promoção da Igualdade
Étnico-Racial na Educação
Performance de Salloma Salomão: 17:30hs

14/10/2015 das 15h00 às 20h00 - Oficina:  A Promoção da Igualdade
Étnico-Racial e a Educação Escolar Quilombola.
Performance da Cia. Os Crespos  19:00hs

15/10/2015 das 10h00 às 14h00 - Oficina: Gênero e Raça na Educação
Performance de Kiusam Oliveira  13:00hs

15/10/2015 às 19h45 – Solenidade de Entrega do "7º Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero"
Show de Encerramento de Ellen Oléria

Local: SESC Belenzinho – Rua Padre Adelino, 1.000, Belém, São Paulo-SP.

SHOW DE VIRGÍNIA RODRIGUES DIAS 8 E 9 NO SESC BELENZINHO



 Fonte: Sesc Belenzinho (divulgação) 

Virgínia Rodrigues é a atração do SESC Belenzinho nos dias 8 e 9 de outubro, apresentando as faixas de seu quinto disco, Mama Kalunga.   Baseado em ritmos afro-brasileiros, o álbum tem releituras de grandes nomes, como Abigail Moura, Moacir Santos, Tiganá Santana, Roberto Mendes, Paulinho da Viola, Nei Lopes, Nizaldo Costa, entre outros.   Classificação: 12 anos - 









Sobre a cantora  ( Fonte; Wikipedia) 
Virgínia Rodrigues é uma cantora brasileira, descoberta por Caetano Veloso durante um ensaio do Bando de Teatro Olodum, em Salvador, em 1997. Sua música tem influência de música clássica, samba e jazz,ao mesmo tempo que suas letras têm referências a entes do candomblé e umbanda. Sua voz prolixa e grave atinge desde notas agudas até tons mais graves e é mais um típico caso brasileiro, de um artista talentoso e bastante reconhecido no cenário internacional, mas ignorado no Brasil.


Depois de anos cantando em coros de igrejas católicas e protestantes, ela havia sido convidada pelo diretor Márcio Meireles para participar da peça Bye Bye Pelô, onde Caetano a viu pela primeira vez. De origem humilde, Virgínia traz referências populares e líricas do que ouviu na infância e juventude. O resultado é que seu canto vagueia entre o erudito e o popular. O primeiro disco foi produzido por Celso Fonseca e teve arranjos de Eduardo Souto Neto. As músicas foram escolhidas por Virgínia, Caetano e Celso Fonseca, e inclui canções como Noite de Temporal, de Dorival Caymmi, além das participações de Djavan, Gilberto Gil e Milton Nascimento.
O seu primeiro álbum "Sol Negro" foi bem recebido nos Estados Unidos e na Europa, rendendo à cantora raras críticas. O The Times de Londres escreveu: “...A nova Diva da musica brasileira, a cantora baiana de 33 anos, comoveu todo o Brasil com seu álbum de estréia Sol Negro; uma rica mistura de influências africanas e portuguesas e de samba de raiz.” Sendo elogiado também pelo jornal Le Monde e pela revista Rolling Stone.
A história da cantora baiana Virgínia Rodrigues ficou tão conhecida internacionalmente que os jornalistas americanos a apelidaram de Cinderela brasileira. Ex-manicure saída de uma favela de Salvador realizou, em um ano, duas turnês pelos Estados Unidos, shows na Europa e foi entrevistada por David Byrne, ao vivo, na televisão americana. Nos Estados Unidos, Europa e Japão, o primeiro disco de Virgínia saiu pela gravadora Rykodisc, de propriedade de Cris Blackwell, o mesmo que popularizou nomes como Bob Marley, Peter Tosh e U2.
Em seu segundo álbum, "Nós", Virgínia homenageia os blocos afro de Salvador. Seu canto primoroso e sofisticado entoa músicas do Ilê Aiyê, Olodum, Timbalada, Ara Ketu e Afreketê. O The New York Times já a definiu como “uma das mais impressionantes cantoras que surgiu do Brasil nos últimos anos”.“Um dos lançamentos internacionais mais impressionantes dos últimos anos.”, escreveu Stephan Cook da “All Music Guide”.
Virgínia chega ao terceiro CD, "Mares Profundos", coroada pelo sucesso no Exterior – embora ainda seja desconhecida em sua terra natal. Borralheiras não fazem milagre em casa. Lançado em janeiro de 2004 nos Estados Unidos, "Mares Profundos" chegou ao Brasil com edição simultânea na Europa. O selo do álbum é o prestigioso Edge, da gravadora alemã Deutsche Grammophon, a mais tradicional da música erudita. A produção, claro, é de Caetano. O repertório é venerável: 11 afro-sambas compostos entre 1962 e 1966 pelo violonista Baden Powell (1937-2000) e pelo poeta Vinícius de Moraes (1913-1980). O programa fecha com o samba ‘Lapinha’ (Baden-Paulo César Pinheiro).
Quatro anos após lançar seu último disco, Virgínia Rodrigues volta à cena com o disco "Recomeço", que versa sobre o amor dual, assunto imemorial e onipresente no cancioneiro, e muito discutido na composição. Como intérprete talhada que é, esbanja ineditismo a clássicos recorrentes da música brasileira. Seu canto camerístico aliado à compreensão da canção popular conferem um novo sentido a poesias de Chico Buarque, como as oníricas “Todo Sentimento” (com Cristóvão Bastos) e “Beatriz” (com Edu Lobo); de Vinicius de Moraes, seja com Francis Hime - na pouco conhecida “Eu te Amo Amor”, ou com Tom, o parceiro ancestral, em pérolas como “Por Toda a Minha Vida” e “Estrada Branca”; ou ainda ao grande hino de Dolores Duran, “A Noite do Meu Bem”.


Hoje, é cantora das mais respeitadas no circuito dos mais importantes festivais de jazz e world music mundo afora, participando de diversas turnês mundiais. Entre seus fãs está o ex-presidente americano Bill Clinton, que ficou encantado ao assistir a apresentação dela em São Paulo. Em entrevista, Clinton uma vez afirmou que ela era a cantora de quem ele mais gostava no mundo. Ele dedicou a Virginia uma passagem no seu livro de memórias "Minha Vida". O jornal The New York Times classificou sua voz como "celestial".

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero é entregue em São Paulo

Em sua 7ª edição, o Prêmio realizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades e parceiros traz novidades ao incorporar a temática de gênero e incluir edital exclusivo para a Educação Escolar Quilombola
O Prêmio ‘Educar para a Igualdade Racial e de Gênero: experiências de promoção da igualdade étnico-racial em ambiente escolar’, em sua 7ª edição mantêm os objetivos iniciais de identificar, difundir, reconhecer e apoiar boas práticas pedagógicas e de gestão escolar que promovam, reconheçam e valorizam a diversidade étnico-racial nas escolas. Além disso, traz duas inovações: a incorporação da abordagem de gênero interseccionada a raça e etnia e da educação escolar quilombola.
Nesta edição, o ‘Educar para a Igualdade Racial e de Gênero’ recebeu 643 inscrições de todo o Brasil. Desses, 14 foram premiados. Além de bonificação em dinheiro, notebooks e kits de livros, os selecionados participarão de curso de formação em parceria com o SESC nos dias 13,14 e 15 de outubro de 2015. Há vagas limitadas abertas ao público que deseja participar dessa formação, basta entrar no site do CEERT (www.ceert.org.br) e se inscrever.
O lançamento do Prêmio ocorreu em outubro de 2014 no Sesc Belenzinho e, um ano depois, a mesma unidade recebe os três dias de atividades e a cerimônia de premiação que contará com a presença de parceiros do prêmio, autoridades das áreas da Educação e da promoção da igualdade racial, comunidade escolar, entre outros.  A cantora Ellen Oléria fará o show de encerramento da cerimônia.
Mais sobre o Prêmio
Realizado pela primeira vez em 2002, o Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero constituiu um acervo de mais de 2.900 práticas pedagógicas e de gestão desenvolvidas nas cinco regiões administrativas do país.
Sobre o CEERT
O Centro de Estudos das Relações do Trabalho e Desigualdades – CEERT é uma organização não-governamental, apartidária e sem fins lucrativos, criado em 1990 com o objetivo de conjugar produção de conhecimento com programas de intervenção no campo das relações raciais e de gênero, buscando a promoção da igualdade de oportunidades e tratamento e a universalização do exercício da cidadania.
Mais informações:
CEERT
Carlos Romero – carlosromero26@gmail.com 11 93010-4722
Juliana Gonçalves – jukisantos@gmail.com –  11 985259387