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quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Pesquisa inédita mostra a vulnerabilidade de negros e mulheres no mercado de trabalho

Fonte : Carlos Romero 

Secretaria de Igualdade Racial lança perfil dos fornecedores da Prefeitura de São Paulo, em parceria com o Instituto Ethos e patrocínio do Banco Interamericano de Desenvolvimento


No próximo dia 28 de janeiro, quinta-feira, a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR) lança o "Perfil Social, Racial e de Gênero dos 200 Principais Fornecedores da Prefeitura de São Paulo", em parceria com o Instituto Ethos e com patrocínio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O evento acontece às 09h30, no auditório da Prefeitura de São Paulo, e as inscrições já estão abertas.
 A pesquisa é a primeira do gênero no país entre as prefeituras municipais, e foca sua análise em quatro grupos considerados vulneráveis no ambiente profissional – mulheres, negros, pessoas com deficiência, e pessoas com mais de 45 anos. Ela é pioneira ao apresentar um inédito perfil dos funcionários e dirigentes das principais empresas fornecedoras do município; a percepção dos gestores sobre a diversidade em suas organizações; as iniciativas pela equidade na distribuição de cargose o contexto geral de desigualdades no mercado de trabalho de São Paulo.

Atualmente, 4,9 milhões de pessoas estão alocadas nas instituições que prestam serviços ao poder público municipal. De acordo com os resultados do estudo, dentro desse contingente, a população negra continua sendo a mais vulnerável às desigualdades do mundo corporativo. Por exemplo, entre as empresas que buscam promover a igualdade em seu quadro de funcionários, 28,3% possuem políticas voltadas para pessoas com deficiência, 17% para mulheres, 9,4% para pessoas com mais de 45 anos, e apenas 8% para negros.
 Ainda, somente 6% das organizações entrevistadas têm medidas para incentivar e ampliar a presença de afrodescendentes em seus diferentes níveis hierárquicos. “A Prefeitura de São Paulo já consolidou o programa de cotas raciais no serviço público. Agora, com esse levantamento, podemos construir ações articuladas com outros geradores de emprego para a inclusão do negro também no setor privado”, afirma o Secretário Municipal da Igualdade Racial, Maurício Pestana. Judith Morrison, Assessora Principal da Divisão de Gênero e Diversidade do BID em Washington reflexiona que “A pesquisa é bastante inovadora na região porque representa como o setor público pode dialogar de uma forma produtiva com os seus fornecedores para promover a inclusão social e econômica de populações menos favorecidas”.
 O estudo também exibe uma participação importante das mulheres nos postos de diretoria, gerência e supervisão. Quando, porém, é feito o recorte por cor ou raça, observa-se que as mulheres negras estão posicionadas na base da pirâmide. E assim continuam quando o recorte é por renda, mantendo-se a sequência da melhor à pior condição: homens brancos, mulheres brancas, homens negros e mulheres negras.
 No lançamento do "Perfil Social, Racial e de Gênero dos 200 Principais Fornecedores da Prefeitura de São Paulo", serão apresentadas as informações completas deste levantamento. Os dados divulgados permitirão a construção de ações ainda mais efetivas para o combate à discriminação, valorização da diversidade e desenvolvimento econômico da população negra na esfera da administração pública e privada.
 Estarão presentes no evento o Prefeito Fernando Haddad, o Secretário Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Maurício Pestana), a Secretária Municipal de Políticas Para as Mulheres (Denise Motta Dau), o Presidente do Instituto Ethos (Jorge Abrahão), a Assessora Principal da Divisão de Gênero e Diversidade do BID (Judith Morrison), o Presidente Nacional da Central Única dos Trabalhadores (Vagner Freitas), e o Presidente Nacional da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (Adilson Araújo).
 SOBRE A SMPIR:
A Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial tem a finalidade de formular, coordenar e articular políticas e diretrizes para a promoção da igualdade racial e avaliação das políticas públicas de ação afirmativa, com ênfase na população negra. A política de ação afirmativa é o instrumento por meio do qual se busca a promoção dos direitos dos indivíduos e grupos étnico-raciais que sofreram injustiças históricas e, ainda hoje, sofrem com desigualdades sociais motivadas pela discriminação racial e demais formas de intolerância.
 SOBRE O INSTITUTO ETHOS:
O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade tem a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade justa e sustentável. Criado em 1998 por um grupo de empresários e executivos da iniciativa privada, o Instituto Ethos é um polo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas para auxiliar as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seu compromisso com a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável
 SOBRE O BID:
O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.
 Serviço:
Lançamento do "Perfil Social, Racial e de Gênero dos 200 Principais Fornecedores da Prefeitura de São Paulo"
Data: 28 de janeiro, quinta-feira, às 09h30
Local: Auditório da Prefeitura de São Paulo – Viaduto do Chá, 15, 7º andar
 O Credenciamento será realizado até amanhã dia 27/01/2016 
Mais informações:
Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial

PROGRAMAÇÃO NO SESC SÃO CAETANO


CONVITE-DEBATE:"Juventude Negra e seu papel na sociedade, contra o Genocídio".

Cia. Sansacroma dança a loucura em “Sociedade dos Improdutivos”



Fonte: Marcelo Pria / Fotos : Raphael Poesia 






Cia. Sansacroma dança a loucura em “Sociedade dos Improdutivos”
Espetáculo é fruto de dois anos de pesquisa sobre a loucura e contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo

Com apresentações nos dias 29, 30 e 31 de janeiro, sextas, sábados e domingos, sempre às 20h, na Casa de Teatro Maria José de Carvalho, o espetáculo Sociedade dos Improdutivos, da Cia. Sansacroma tem direção de Gal Martins e é o resultado de dois anos de pesquisa teórica e de campo sobre a loucura.

O questionamento central do espetáculo contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo. O primeiro é marginal portador de algum tipo de loucura. O segundo é medicado, incluído e sujeitado ao modo de vida capitalístico – corpo explorado até o esgotamento das suas capacidades produtivas.



Trata-se da invalidez da reprodução. Força invisível chamada de loucura, transcender coletivo. A não-adequação social produtiva. É solidão. É a história, um itinerário da loucura em fusão para um embate contra o capital. O controle ocidental contrapondo a corporeidade do imaginário africano. São vozes potentes, negras, de territórios e seus povoamentos. Um cotidiano dos que estão à margem e dos que não estão.  São vozes da "Sociedade dos Improdutivos".

A pesquisa
O trabalho de pesquisa teórica da companhia foi um consistente estudo sobre a história da loucura no ocidente. De Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel, Erasmo de Roterdã, passando pela Nau dos Insensatos, de Sebastian Brant, até o conceito de Biopoder de Michel Foucault, pelo pensamento junguiano que inspira o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e pelos paradigmas que norteiam a Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial no Brasil.


A pesquisa de campo foi realizada inicialmente através de 12 intervenções artísticas junto aos usuários do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Jardim Lídia, que fica no Capão Redondo. E se estendeu por meio de um vínculo entre a companhia, os profissionais de saúde e os usuários deste Caps, direcionado a outras atividades artísticas na Fábrica de Cultura Capão Redondo.

Essencialmente implicada com as questões políticas e minoritárias, a companhia observou a maioria de corpos negros e periféricos presentes tanto nos manicômios do passado, quanto nas atuais unidades dos Caps.




Não por acaso, no momento em que a Sansacroma decide imprimir a força de sua negritude e ultrapassar a concepção dominante ocidental sobre a loucura, o encontro com o continente africano acontece pela narrativa da pesquisadora Denise Dias Barros e sua publicação “Itinerários da Loucura em Territórios Dogon” (Casa das Áfricas, 2004). Nesta região do Mali, a vida de cada um se dá na continuidade ancestral e se produz na malha social, constituindo redes de convívio na intersecção entre o mundo invisível e visível.

O recorte coreográfico da etnomedicina Dogon, desconstrói o olhar eurocêntrico da loucura e redimensiona o espetáculo. Um novo panorama se abre aos saberes ancestrais. Tradições que interferem diretamente nos procedimentos terapêuticos, criando uma tessitura complexa, onde a figura dos adivinhos, ou marabus, são elementos principais no processo de cura, na reapropriação do si, da saúde, da autonomia e da liberdade.



Do encontro com estes pensamentos e experiências, Gal Martins expõe um dos argumentos que compõem o espetáculo:

“É conveniente manter a sombra oculta e invisível aos olhos de uma sociedade sujeitada a valores de consumo, que legitima enunciados científicos em torno de uma idealização de saúde. Essa perspectiva ocidental, forjada histórica e linguisticamente, extrai a singularidade expressiva e a potência de produção do ‘louco’. O inscreve na vulnerabilidade, no abandono, na miséria e na subjetividade-lixo, que impõem sua dependência aos tratamentos de contenção, ao consumo de medicamentos, substituindo o confinamento do passado, pelos controles farmacológicos e institucionais do presente”.

Deste modo, a poética do espetáculo pretende ultrapassar a mera denúncia ao capitalismo para fomentar empatias marginais e produzir percepções que levam o espectador a vivenciar processos que são humanos, mas que o sistema segregador institui como desvio, sintoma e doença indesejada. Nesta poética, a loucura das pessoas se afirma como potência singular que cria possíveis comuns, as situa num mundo e legitima uma vida.

Estrutura cênica
O espetáculo tem uma estrutura cênica alternativa e sensorial. A música ao vivo e a ocupação numa instalação coreográfica deslocam o público para uma lógica dos sentidos e o retira da lógica do consumo que organiza a vida contemporânea. As sensações e reações motoras dos que assistem, vão compor a dramaturgia do espetáculo.



As estações coreográficas do espetáculo delineiam e revelam o quanto pode ser poderoso o ato de narrar e expressar um sofrimento. Narrativa gestual que se torna um ato de resistência política, afecção sensível e transformação de realidade social.

Sobre a Cia. Sansacroma – Criada em 2002 pela atriz, dançarina e coreógrafa Gal Martins, a Cia. Sansacroma tem se dedicado a desenvolver trabalhos baseados no hibridismo característico às criações coreográficas na contemporaneidade. Sua produção artística focaliza temas pertinentes à sociedade atual, no modo em que chegam e afetam a todos diretamente, seja no cotidiano das ruas, nas relações sociais e interpessoais, na mídia ou na própria arte. A Dança da Indignação, conceito criado pela artista, norteia a pesquisa de linguagem estética da companhia, que pretende reverberar no ato dançante as indignações coletivas, numa abordagem política-poética que aponta para as intersecções entre arte e vida. Tendo feito uma escolha singular ao atuar diretamente na periferia sul de São Paulo, este território influencia diretamente o seu processo artístico. O ponto de partida das criações são as poéticas do corpo negro, que circulam na população dessa região, a qual a companhia chama de indigenordestinafricana.

SERVIÇO:
Espetáculo Sociedade dos Improdutivos
Cia. Sansacroma
Direção: Gal Martins
Espetáculos dias 29, 30 e 31 de janeiro, sexta, sábados e domingos, às 20h, na Casa de Teatro Maria José (Sede da Cia de Teatro Heliópolis), à Rua Silva Bueno, 1533, Ipiranga, São Paulo, Telefone: 11 2060-0318
Entrada franca (retirada dos ingressos na bilheteria a partir das 19h)
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 40 lugares

FICHA TÉCNICA

Direção e Concepção: Gal Martins
Intérpretes Criadores: Djalma Moura, Verônica Santos, Ciça Coutinho, Lucas Lopes, Érico Santos e Mônica Teodosio
Orientador de Pesquisa e Provocação Cênica: Rodrigo Reis
Direção Musical: Cláudio Miranda
Músicos: Claudio Miranda, Alessandro Neres, Luís Henrique, Paulinho Torres e Fábio Miranda
Figurinos e Adereços: Mariana Farcetta
Concepção e Operação de Luz: Almir Rosa
Preparação Corporal: Luciane Ramos, Edson Fernandes, Francisco Silvino e Mariama Camara
Orientação de Pesquisa de Campo: Rodrigo Dias
Cenotécnico e Técnico de Áudio: Fábio Miranda
Ensaiador: Djalma Moura
Direção de Produção: Selene Marinho
Assistente de Produção: Dandara Gomes e Lucas Bernardo
Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria
Aproximação com o Público: Ciça Coutinho e Dandara Gomes
Fotografia: Raphael Poesia
Designer Gráfico: Hellem Fernandes
Colaboradores: Denise Dias Barros e Priscila Paciência
Agradecimentos: Caps Jd.Lídia, Secretária Municipal de Saúde e Valéria Ribeiro

Informações para a Imprensa – Cia Sansacroma:
Marcelo Pria
MTB # 027461
Pollux Comunicações
11 98739-6179

Tem novidade no Carnaval de São Paulo de 2016

O bloco Unidos do BPM é o primeiro bloco de música eletrônica do Carnaval de Rua de São Paulo, que saíra no dia 06 de fevereiro, a partir das 16 horas. A concentração será na Rua Nestor Pestana, centro da cidade.

Produzido e idealizado pelo DJ Bruno Matos e pelos produtores Kauê Magalhães e Daniel Raad, com o apoio da Prefeitura de São Paulo a ideia é inserir esse gênero musical no carnaval e levar diversão para um público que até então vinha sendo esquecido pelos organizadores do carnaval paulistano.

A música eletrônica é um gênero musical que vem crescendo muito no Brasil, tanto que tem merecido a atenção dos produtores de festivais internacionais nesse gênero.

São Paulo é a cidade mais plural de todas as cidades do país, onde se concentram os melhores clubs do mundo. Por essa razão, esse gênero musical não podia mais ficar fora da agenda do carnaval paulistano. Segundo o organizador Bruno,  “...é quase uma obrigação da cidade ter um bloco voltado a esse ritmo.O carnaval é a expressão artística mais democrática da nossa cultura, permite que todos possam se divertir, sem distinção de classe social”.

Para garantir a alegria do Bloco Unidos do BPM Além de Bruno Matos tocando, a produção do bloco está cobiçando alguns nomes que ainda não foram divulgados e tudo deve ser acompanhado pela página oficial do bloco no facebook: https://www.facebook.com/unidosdobpm/

Line Up :

Bruno Matos
Paulo Tessuto (Carlos Capslock)
Marcio Vermelho (ODD/Laço)
Dany Bany (Dany-se)
E mais uma atração a ser confirmada.

Sobre Bruno Matos:
Tem 31 anos, é publicitário, ator e DJ. Iniciou sua carreira em uma agência de publicidade aos 18 anos. Seis anos depois foi para o mundo dos eventos, onde teve a oportunidade de trabalhar com grandes empresas como Hopi Hari, Heinecken, P&G, Bride Style, entre outras. Na noite, sempre foi figura carimbada e conheceu todos os clubs de música que existem no país. Em paralelo, se tornou DJ e vem se apresentando em várias casas de música eletrônica. É também um dos mentores da festa de música eletrônica mais cobiçada do momento a “OLD ROGER – DISRUPTIVE PIRATE GATHERING”.


Serviço:

Unidos do BPM
O primeiro bloco de música eletrônica do carnaval de Rua de São Paulo

Data do evento: 06/02/2016
Concentração: Rua Nestor Pestana
Horário da partida: 16 horas

Percurso: Saíra da Rua Nestor Pestana, cruzando a Consolação e seguindo pela Rua Araujo.  Cruza a Avenida Ipiranga na altura da Praça Darcy Penteado. Passa pela Rua Major Sertório, passando pela  Praça da República, vira na Avenida São Luís pista da esquerda, em seguida entra à esquerda da Rua Coronel Xavier de Toledo( pista da esquerda), depois pega à esquerda da Rua  Bráulio Gomes. A dispersão será na Praça Dom José Gaspar na altura do número 65 da Rua Bráulio Gomes.
 Assessoria: Carlos Romero
Telefone: 11 93010 4722

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

São Paulo terá Ato Público no Dia Nacional do Combate à Intolerância Religiosa




Fonte : Carlos Romero 
Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial celebra a data com fórum inter-religioso para promover a paz

No próximo dia 21 de janeiro, quinta-feira comemora-se o Dia Nacional do Combate à Intolerância Religiosa, data instituída em 2007 a fim de assegurar a liberdade de culto e expressão a todas as etnias. Para celebrar a ocasião, a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial (SMPIR) e a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) promovem um Ato Público no auditório da Prefeitura de São Paulo, às 14h. O evento contará com a presença do Prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, autoridades públicas e representantes de diferentes religiões.

A ocasião irá oficializar a criação do Fórum Permanente de Liberdade de Crença e Cultura do Município de São Paulo, iniciativa originada por meio de uma portaria intersecretarial assinada pelos secretários Maurício Pestana (SMPIR) e Eduardo Suplicy (SMDHC), no último dia 05 de janeiro. “Este será um ato histórico. Em um momento de tantos conflitos religiosos no mundo e do início de um processo de intolerância vivenciado no Brasil, esta ação se faz necessária para combatermos esse tipo de discriminação”, afirma o Secretário Maurício Pestana.

O Ato Público abre a programação da Prefeitura em homenagem ao aniversário de 462 anos da cidade de São Paulo, celebrado em 25 de janeiro.  Paralelamente ao evento, diversas atrações artísticas ligadas a grupos religiosos apresentam-se no Largo do Paissandu, ao longo do dia. E, às 18h, ocorre o lançamento da campanha municipal “Tolerância é legal. Intolerância é crime!”, que promoverá ações de conscientização sobre preconceitos de culto e crença durante todo o ano.

As comemorações continuam nos dias 22 e 23, na região central de São Paulo. Na sexta-feira (22/01), o Largo do Paissandu recebe outras performances artísticas religiosas. Já no sábado (23/01), também em homenagem ao Centenário do Samba, os espetáculos ficam por conta de grupos de rodas de samba, maracatu e samba de roda, no Viaduto do Chá, em frente à Prefeitura de São Paulo.

Confira a Programação Completa:

AUDITÓRIO DA PREFEITURA - 7º ANDAR
DIA 21/01 - QUINTA
14h00
Ato Público em Combate à Intolerância Religiosa
LARGO DO PAISSANDU
DIA 21/01 - QUINTA
APRESENTAÇÃO
ATRAÇÃO
10h00 às 18h00
Feira Afro
10h00 às 14h00
DJ Malê
14h00 às 15h00
Zango Coral Gospel
15h00 às 15h30
DJ Malê
15h30 às 16h30
 Grupo Cigano Kelimaski
16h30 às 17h15
Afoxé Ilê Omo Dadá
17h30
Quarteto JASD (Hino Nacional)
17h32
Pronunciamento Autoridades
17h45
Mensagem de Paz Inter-religioso (representantes das religiões: católica, matriz africana, evangélica, judaica, islã)
17h50
Lançamento Campanha
18h00
Encerramento
LARGO DO PAISSANDU
DIA 22/01 - SEXTA
APRESENTAÇÃO
ATRAÇÃO
10h00 às 18h00
Feira Afro
10h00 às 14h00
DJ Malê
14h00 às 15h00
Soul da Paz
15h00 às 15h30
DJ Malê
15h30 às 16h30
Projeto Gospel Louva na Lage
16h30 às 17h00
DJ Malê
17h00 às 18h00
Deise do Banjo
19h00 às 20h00
Na Palma da Mão e Reinaldo
20h00
Encerramento
VIADUTO DO CHÁ (PREFEITURA)
DIA 23/01 - SÁBADO
APRESENTAÇÃO
ATRAÇÃO
12h00 às 13H00
Maracatu Ilê Alafia
13h00 às 13h30
DJ Malê
13h30 às 14h30
Grupo Samba de Roda Herança da Raiz
15h00
Pronunciamento Autoridades
15h30 às 18h00
Comunidades Roda de Samba

Sobre o Fórum Permanente de Liberdade de Crença e Cultura

O principal objetivo do Fórum é a promoção de políticas públicas que visem eliminar todas as formas de discriminação religiosa, assegurando condições de liberdade e de igualdade de direitos a todas as etnias, bem como sua plena participação nas atividades políticas e culturais da sociedade. Para isso, foi formado um grupo de trabalho com representantes das religiões católica, evangélica, judaica, mulçumana, hindu, africanas e afro-brasileiras, que se reunirá regularmente para discutir ações fomentadoras da cultura de paz.

A iniciativa sintoniza-se com a “Declaração Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Intolerância e Discriminação Baseadas em Religião ou Crença”, aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1981. Além disso, integra uma série de compromissos internacionais assumidos pelo Brasil em favor da liberdade de crença.

Sobre a Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial

A SMPIR tem a finalidade de formular, coordenar e articular políticas e diretrizes para a promoção da igualdade racial e avaliação das políticas públicas de ação afirmativa, com ênfase na população negra. A política de ação afirmativa é o instrumento por meio do qual se busca a promoção dos direitos dos indivíduos e grupos étnico-raciais que sofreram injustiças históricas e, ainda hoje, sofrem com desigualdades sociais motivadas pela discriminação racial e demais formas de intolerância.


Credenciamento e Informações à imprensa:

Secretária Municipal de Promoção da Igualdade Racial

Carlos Romero – (11) 4571-0905 / (11) 93010-4722

Raquel Marques - (11)4571-0961 / (11) 94301-8542