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sexta-feira, 24 de junho de 2016

Show - Inspirado na obra de Dominguinhos, Rodrigo Zanc e banda se apresentam no SESC SANTO AMARO










Fonte: Canal Aberto Assessoria: Márcia Marques 


INSPIRADO NA OBRA DE DOMINGUINHOS,RODRIGO ZANC E BANDA SE APRESENTAM NO SESC SANTO AMARO

Dia 26 de junho de 2016, às 17hRodrigo Zanc e Banda apresentam no Sesc Santo Amaro um show que passeia por melodias e harmonias rebuscadas, sem perder o tom da moda de viola.
Apesar das influências da música caipira de raiz, Rodrigo Zanc tem sua carreira baseada na pesquisa de novos caminhos e possibilidades com a viola caipira. O trato com as canções, as harmonias, os arranjos, a colocação da voz nos remetem a um show que foge do convencional e traz o belo dos acordes.
A verdade inerente na obra de Dominguinhos fez despertar no violeiro o desejo de prestar esse tributo. O trabalho de ambos é mais uma prova de que pouco importam os sotaques ou origens quando trata de fazer música.

REPERTÓRIO
No show Rodrigo Zanc e banda, vão apresentar parcerias de Dominguinhos com Nando Cordel em De volta pro aconchego, Gostoso demais, Faz de Mim e Isso Aqui Tá Bom Demais, com Gilberto Gil em Abri a Porta e Lamento Sertanejo, Manduka em Quem Me Levará Sou Eu, Fausto Nilo com Pedras Que Cantam, entre outras.

RODRIGO ZANC
Rodrigo Zanc pesquisa a viola brasileira e suas influências há mais de 20 anos, desde então vem lutando pela manutenção e propagação da cultura ligada ao instrumento. Com um tocar autêntico, sua viola passeia por melodias e harmonias rebuscadas, por vezes imprevisíveis, porém, sem perder a singeleza que toca ao coração. Participou de inúmeros festivais para tornar sua música conhecida. Dentre eles, cinco edições consecutivas do Viola de Todos os Cantos (EPTV/GLOBO), conquistando importantes premiações. Em 2006 lançouPendenga, seu primeiro CD. As andanças com o primeiro disco levaram-no à Europa, em 2010. Por aqui, proporcionaram a oportunidade de dividir o palco com importantes representantes da nossa música, como Pena Branca e Zé Mulato e Cassiano. Em 2013, produziu seu segundo disco, Fruto da Lida, e foi selecionado para o 26º Prêmio da Música Brasileira no ano seguinte. Seus shows vêm conquistando os palcos das unidades do SESC e SESI no Estado de São Paulo, além de festivais, mostras culturais e projetos incentivados, através do ProAC. 

FICHA TÉCNICA
Rodrigo Zanc (Viola e voz)/ Ricieri Nascimento (Baixo e vocal)/ Thiago Carreri (Guitarra e vocal)/ Gustavo Camillo (Teclado e vocal)/ Bruno Bernini (Bateria e percussão)/ Alvaro Couto (Acordeom)

SERVIÇO
RODRIGO ZANC E BANDA
Local: Praça
Dia: 26 de junho. Domingo, às 17h.
Duração: 90 minutos.
Classificação: Livre.
Ingressos: Grátis.


SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows a partir 18horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques |

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Teatro - Estreia - "Price World..." Um ônibus para 'safarizar' São Paulo

           A montagem, itinerante, faz um questionamento “estético e político” das diferentes formas de vivenciar a cidade

Fonte: Canal Aberto Assessoria / Márcia Marques. 

Para questionar o cotidiano, grupo teatral faz ‘safári’ pela cidade por templos de consumo
A cidade de São Paulo recebe, a partir do dia 1º de julho de 2016, o espetáculo Price World ou Sociedade a Preço de Banana, do Em Foco Grupo de Teatro. Nascida em Fortaleza/CE, a companhia é reconhecida pela pesquisa empreendida em torno da utilização de espaços não convencionais e aqui nessa estreia em São Paulo utiliza-se se um ônibus para, junto com o público, ‘safarizar’ a capital paulistana.

A intenção em Price World é, a partir de espaços urbanos simbólicos, colocar foco no tema consumo. O ônibus, com público e atores dentro, sairá da Praça Roosevelt, centro de São Paulo, e faz paradas em quatro pontos icônicos da cidade: um local de consumo alimentar, um centro de moda, um ponto de grande significado econômico e político e outro, em contrapartida, onde o termo consumo não encontra reverberação, um espaço em que as pessoas – invisíveis perante a sociedade - estão ao largo dessas questões econômicas e sociais. Dos quatro locais, em três deles os espectadores descem e acompanham a cena fora do ônibus, juntamente com o público que se forma  na calçada.


O EmFoco Grupo de Teatro possui como uma das suas bases de pesquisa a relação com espaços não convencionais para a realização de seus projetos. Esse é o quinto trabalho do grupo, que surgiu em 2009 na cena teatral de Fortaleza. Antes de Price World, a companhia já havia experimentado diferentes cenários. Em O Jardim das Espécies (2011) foi encenado numa residência e Além dos Cravos (2013), em um cemitério.

Sobre o a pesquisa do grupo, a atriz e produtora Marie Auip conta que “em Price World, decidimos cartografar a cidade a partir do tema consumo. Após meses de pesquisa em Fortaleza, optamos por ‘safarizar’ a capital a partir de espaços simbólicos - e intervir em supermercados, praças, shoppings e igrejas. No espetáculo anterior, Além dos Cravos, utilizávamos um espaço público - o cemitério. A relação estabelecida nos dois espetáculos é de trabalhar ‘com’ o espaço público e não apenas ‘no’ espaço. É sermos afetados pela sua arquitetura, transeuntes, e pela simbologia para a construção da cena performativa".



Sobre Price World ou a Sociedade a Preço de Banana
Em Price World ou Sociedade a Preço de Banana, a cidade não é apenas palco e o público não se reduz a espectador. Cidade e público são também dramaturgia, a partir das relações estabelecidas em um universo volante.



“Price World é uma itinerância por São Paulo. A cidade traz outras camadas para o trabalho e a ideia era mesmo a partir da dramaturgia do espaço urbano fazer um questionamento ‘estético e político’ das diferentes formas de vivenciar a cidade”, afirma o diretor Eduardo Bruno. “No processo, fomos percebendo que a cidade é toda organizada a partir do consumismo, seja pela mercadoria nas zonas de venda, pela prostituição ou pelos fasts foods”, destaca. O objetivo, segundo o diretor, é olhar a cidade, mas com um olhar distanciado do significado comum que damos aos lugares. “É um safari para evidenciar um viés diferente, propiciar um estranhamento”, resume.



Em Foco Grupo de Teatro
O EmFoco Grupo de Teatro, sediado em Fortaleza/CE, foi criado em 2009 com o objetivo de pesquisar os expoentes do teatro contemporâneo, principalmente o uso do espaço não convencional, da arte relacional e da performatividade.  Ao longo dos sete anos, o grupo realizou diversas ações performáticas, além de quatro espetáculos: “Preciso dizer que te amo”, de 2009, “Jardim das Espécies”, de 2011, “Além dos Cravos”, de 2013 e “Price World ou Sociedade a Preço de Banana”, de 2014, sendo os dois últimos contemplados pelo IV Prêmio de Teatro da Secretaria de Cultura de Fortaleza e  Laboratório de Pesquisa Teatral do Porto Iracema das Artes da Secretaria de Cultura do Ceará, respectivamente. O grupo possui em seu repertório a participação no Festival de Teatro de Fortaleza, Festival Popular de Fortaleza, VII Festival das Artes Cênicas do Cariri, Semana de Artes Cênicas Sesc Crato, entre outros.

O EmFoco Grupo de Teatro vem pesquisando, desde o seu segundo trabalho, a apresentação das peças em locais que tradicionalmente não são pensados como zona cênica: casas, cemitérios, praças , ruas, ônibus e etc. A escolha por essa estética consiste em um pensamento político de ocupação da cidade, realizando a descentralização e dessacralização da arte. Com sete anos de existência, o EmFoco entende seu posicionamento político dentro da cidade e vai além dos trabalhos artísticos, realizando também atividades de formação. Além das oficinas oferecidas pelo diretor Eduardo Bruno em equipamentos públicos (Vila das Artes, IFCE, Cuca) e Sesc, em 2013 por meio do Festival de Teatro de Fortaleza e da sua atividade de formação, o grupo ministrou aulas junto aos artistas/pesquisadores Marcelle Louzada(MG) e Evill Rebouças (SP). 

Em 2014, ao ser contemplado com o Edital Residências da Secultfor, o grupo convida para dialogar junto a outros artistas o Professor Doutor Marcelo Denny, da Universidade de São Paulo. Visando o aprofundamento da pesquisa em Performance, arte urbana, site specific e teatro do real, esse intercâmbio gerou encontros com artistas cearenses e estimulou a realização de ações performáticas colaborativas.

Com o objetivo de ampliar o público e criar diálogos, o grupo, no final de 2014 e começo de 2015, começa e conclui duas circulações. A primeira foi contemplada no edital “Plataforma de Circulação de Música e Artes Cênicas”, apresentado pela Petrobras, com o  espetáculo “Além dos Cravos” nas cidades de Várzea Alegre/CE, Canindé/CE, finalizando na capital cearense. A segunda foi a temporada de um mês em São Paulo/SP, com os espetáculos “Além dos Cravos” e “Jardim das Espécies”, que se apresentaram, respectivamente, nos cemitérios da Consolação/São Paulo/Araçá e na Casa de Zuleika. Dessa maneira, o EmFoco cria redes de diálogos, difundindo a sua pesquisa no país.

Em 2016, o grupo pretende continuar a circular seu repertório e abranger, por meio de um projeto independente, uma troca de pesquisas e conhecimento com outros grupos que residem na cidade de Fortaleza, impulsionando uma nova montagem.

Para Roteiro:
Price World ou Sociedade a Preço de Banana” tem como tema a sociedade de consumo atual e utiliza como elemento da encenação um ônibus que circula por alguns pontos icônicos da cidade, realizando cenas tanto dentro quanto fora do veículo. O trabalho se inicia na Praça Roosevelt, em frente à SP Escola de Teatro, onde os espectadores são convidados a entrar no ônibus para ‘safarizarem’ a cidade.

Ficha Técnica
Encenação: Eduardo Bruno
Atores/Performers:  Dyhego Martins, Gabriel Matos, Georgia Dielle, Lyvia Marianne  e Marcelle Louzada
Atriz/performer convidada: Camilla Ferreira
Atriz Virtual: Marie Auip
Orientação de encenação: Marcos Bulhões
Orientação de dramaturgia: Evill Rebouças
Preparação Corporal: Roberta Bechara , Luiz Garrocho e Marcelle Louzada
Colaboradores: Aquele Filho
Produção: Eduardo Bruno, Lyvia Marianne e Marie Auip

Em todas as apresentações teremos a participação de performers convidados a partir do curso “Corpos radicais: performance e espaço urbano”, realizado na SP Escola de Teatro

Serviço
Price World ou sociedade a preço de banana
De 1º a 23 de julho – Sextas e sábados
Local de saída do ônibus: SP Escola de Teatro - Praça Roosevelt, 210 • Centro • São Paulo • SP
Horário: 20h
Ingressos: R$ 40,00 (inteira). R$ 20,00 (meia entrada)
Os ingressos estarão disponíveis para venda uma hora antes do início do espetáculo
Capacidade: 38 pessoas
Faixa Etária: 18 anos
Telefone para informações: (11) 9 7693 29 14


Informações à imprensa
Canal Aberto Assessoria de Imprensa
Márcia Marques - Fones: 11 2914 0770 | Celular: 11 9 9126 0425



Sesc Santo Amaro realiza o Modos de Existir, evento de amplitude nacional dedicado à dança de 21 a 25 Junho

                                                       



                                        Sacolas na Cabeça - Com a Anti Status Quo Cia de Dança (DF)

Modos de Existir é um projeto voltado à dança, realizado pelo Sesc Santo Amaro desde 2012. Sua sexta edição acontece de 21 a 25 de junho 2016 e reúne, em quatro dias de evento, companhias, artistas, pesquisadores e editores de oito estados brasileiros – Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo – além do Distrito Federal, para juntos pensarem, discutirem e fruírem os vários modos da dança existir e habitar o espaço cultural. Serão 22 atividades, dentre espetáculos, intervenções, bate-papos, workshop, lançamentos e feira de livro realizadas na unidade e no entorno dela, nas ruas e praças do bairro Santo Amaro, em São Paulo.

Em 2016, o tema do Modos de Existir são as Publicações de Dança, e segundo o coordenador do projeto e curador Marcos Villas Boas “o objetivo é mapear, no país inteiro, o fluxo crescente de ocupação da dança em várias e diferentes plataformas, sejam reais, virtuais, digitais ou impressas. A cena agora é ocupada não só no palco, nas ruas ou em vídeos, mas está nas universidades, em teses de mestrado, doutorado, nos livros,  em publicações digitais. São maneiras da dança também existir”. Marcos divide a curadoria com a coreógrafa e pesquisadora em dança Sigrid Nora, de Caxias do Sul (RS).

Uma novidade importante nessa edição, em relação aos anos anteriores: ao enxergar a importância de ter o registro do que é feito em dança, o SESC SP fará o lançamento de uma plataforma com todo o material já documentado e que continuará a ser alimentado a cada módulo no Portal SESCSP – assim o conteúdo pregresso, informações de todos os Modos de Existir, desde o ano em que começou estará disponível. Foram cinco edições realizadas, cada qual com seu tema e abrangência (em 2012, Coletivos, em 2013, Parcerias e Colaborações, em 2014, Companhias, Grupos e Núcleos, em 2014, Solos e em 2015,Intervenções) e o site vai abrigar históricos, sinopses, fotos e textos de reflexões, surgidos a partir das provocações dos encontros nesses anos de existência do projeto.

Cinco espetáculos, um a cada noite, estão pautados para o evento desse ano. A programação começa dia 21 de junho de 2016 com o carioca Afinal, O Que Há Por Trás da Coisa Corporal?, com Ana Vitória Dança Contemporânea; na sequencia vem Antonio Nóbrega em Com Passo Sincopado (22/06), Gustavo Ciríaco aporta em São Paulo com Viagem Redonda (23/06), assim como Cláudia Muller com Help! I Need Somebody (24/06), ambas produções vindas do Rio de Janeiro. De Florianópolis vem Lugar Nenhum, com o Ronda Grupo, dirigido por Zilá Muniz, também no dia 24 de junho.

Quatro intervenções, de um total de seis, acontecem no Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz, no miolo do bairro de Santo Amaro: a performance da Anti Status Quo Cia de Dança, do Distrito Federal, de Gustavo Ciríaco, do Rio de Janeiro, dos paulistas Coletivo Cartográfico e do Núcleo Tríade, que também realiza a mesma ação no Sesc Santo Amaro.

Dois livros são o mote de duas Conversas Dançadas, intervenções que mesclam bate-papo e performance: a partir de "Arqueologia de Um Processo Criativo – Um Livro Coreográfico", Luciana Lara, com a Anti Status Quo Companhia de Dança de Brasília (DF), faz uma palestra-instalação, assim como Dani Lima (RJ) faz a partir de trechos do livro e do espetáculo "100 Gestos".

Cinco bate-papos estão previstos para acontecer no Modos de Existir em que o tema principal são as publicações em dança, nas diferentes plataformas. Assim sendo, artistas e pesquisadores discorrem sobre as relações entre a criação artística e a escrita sobre dança em Criações e Escrituras 1 e 2 - Operações colaborativas em dança (dias 21 e 24/06), editores de publicações de dança se encontram em Edições e Editoras - Perspectivas de Mercado (22/06),Comunicação em Rede - Publicação Digital põe foco nas publicações digitais (23/06) e Geografia de Fluxus  - De Olho na Produção Acadêmica (25/06), em que convidados de vários estados brasileiros se reúnem para discutir os periódicos acadêmicos de dança.

O que é escrever sobre dança? Para que? Para quem? Quais os modos? A escrita em/de/sobre/através da dança. Essas são algumas das questões que permeiam o curso A Escrita da Dança Como Plano de Experiência, com Thereza Rocha, de 23 a 25 de junho. Nessa oficina de produção textual, Thereza fala sobre os múltiplos planos de composição na cena contemporânea. Antes, dia 22 de junho, a Anti Status Quo Cia de Dança (DF) ministra o workshopIntervenção Urbana e Sacolas na Cabeça, em que a proposta é abrir ao público o conteúdo e os desdobramentos da pesquisa prática em dança que o grupo vem realizando sobre a relação corpo/cidade.

No sábado, dia 25 de junho, algumas das editoras e autores especializados em dança farão a exposição e venda de seus livros na área de convivência do Sesc Santo Amaro, além de lançarem novas publicações. E com a disponibilidade de todo o acervo, de todas as edições do evento, desde 2012, o público interessado poderá participar de uma vivência nos dias 24 e 25 de junho e criar uma seleção, a partir do índice de textos publicados no site, para montar versões customizadas de uma revista/jornal/livro impresso e assim criar sua própria publicação de dança.


MODOS DE EXISTIR//MÓDULO 6: PUBLICAÇÕES DE DANÇA
Espetáculos. Intervenções. Bate-papos. Workshop. Lançamentos. Feira de livro.

Espetáculos

Afinal, O Que Há Por Trás da Coisa Corporal?
Com Ana Vitória Dança Contemporânea (RJ)

Nesta performance-solo, a coreógrafa se exibe dentro de uma tenda criada pelo cenógrafo Sergio Marimba. Ana Vitória estabelece um diálogo com as artes plásticas, usando referências dos neoconcretistas, em especial de Lygia Clark (1920-1988). 
Teatro | 14 anos | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
21/06. Terça, das 21h às 22h

Com Passo Sincopado
Com Antônio Nóbrega

Aula-espetáculo na qual Antônio Nóbrega explora as possibilidades e sentidos da síncopa (elemento rítmico que cria uma relação tensa entre os tempos fortes e fracos do compasso) para propor uma leitura da cultura brasileira, em que o artista apresenta a natureza e características do imaginário corporal popular brasileiro e o modo como esse imaginário, se articulando na constituição de uma linguagem brasileira de dança, sugere pistas e indicações para uma interpretação e compreensão do país. 
Teatro | Livre | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
22/06. Quarta, das 21h às 22h30

Viagem Redonda
Com Gustavo Ciríaco (Rio de Janeiro/RJ)
Solo que condensa 20 anos de carreira e de vida, um pot-pourri de momentos e estratégias que seduzem o espectador a visitar o universo do artista. Um barco zarpa rumo ao horizonte e desse mesmo horizonte um dia ele retorna. Um termo marítimo, viagem redonda dá o nome a uma viagem inteira, um ir e vir, duas metades de uma mesma travessia. Aqui a viagem já se iniciou noutro porto. O aqui é o destino. É um mirante que acompanha um vir. Um homem que vem ao público se apresentar.  
Teatro | Livre | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
23/06. Quinta, das 21h às 22h
Help! I Need Somebody
Com Cláudia Muller (Rio de Janeiro/RJ)



Help! I Need Somebody é um convite para o encontro, trazendo o foco para o coletivo temporário formado quando um número de pessoas configura o chamado público. Uma pessoa no escuro de uma plateia é a primeira imagem que surge quando se pensa, tradicionalmente, no espectador. Quais as implicações de retirar o público do lugar de invisibilidade? Mas, antes disto... Temos público? Onde ele está? Ele virá? Talvez seja preciso buscá-lo em sua casa sempre que alguém sinalize: “acho que vou assistir a este espetáculo”. Help! é uma criação povoada, um convite para juntos "perdermos tempo" (no melhor sentido desta expressão) com a produção de uma economia em que tempo não seja sinônimo de utilidade ou dinheiro, mas o entrelaçar de experiências (científicas ou não!).
Capacidade: 60 lugares.
Reservas/ingressos apenas pelo tel (11) 95488-2127 de 16 a 23/06 das 10 às 19h.
Local: Será informado no momento da reserva.
24/06. Sexta, das 21h às 22h | Livre | Grátis
Lugar Nenhum
Com Ronda Grupo (Florianópolis/SC)

A fundamentação da pesquisa de corpo partiu do cruzamento entre histórias pessoais, escritos de Gilles Deleuze e a improvisação como processo para desenvolvimento de material (prática de pesquisa do grupo desde 2005). O resultado desse encontro trouxe a inexistência de personagens e uma quantidade de lugares, situações e relações que constroem uma espécie de rede, um enigma provocativo. A dança que o grupo investiga explora a potencialidade das variações gestuais no mecanismo de um corpo articulado. Os temas particulares dos dançarinos surgiram como pretextos para essa exploração e, acima de tudo, desencadearam o desafio. Desta maneira, no lugar da representação complexa e simbólica, buscou-se a vertigem corporal de gestos. Através dos estímulos por jogos e tarefas, revelam-se estados de corpo e as sensações que estes estados evocam, constituindo a afirmação nostálgica da memória que permanece como parte da experiência vivida, intensificada ao ser deslocada para o aqui e agora. Direção Zilá Muniz. 
Teatro | 14 anos | R$ 17,00. R$ 8,50 (uuu). R$ 5,00 (ttt).
25/06. Sábado, das 20h às 21h
Intervenções

Rastros - Com Coletivo Cartográfico (SP)
Integrante da série de performances - ações site-specific - que o Coletivo tem realizado desde o início de 2014, Rastros investiga as relações corpo-materialidades-cidades que deixam rastros temporários que testemunham por um tempo mais dilatado do que o do ato performativo, a memória de alguma ação humana coreográfica.
Local: Praça Floriano Peixoto/Calçadão da R. Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
21/06. Terça, das 10h30 às 15h30 | Livre | Grátis
Conversa Dançada com Dani Lima (RJ)
Misto de conversa e performance, a artista apresenta ao público trechos do livro e do espetáculo "100 Gestos". 
Local: Sala Múltiplo uso (térreo).
21/06. Terça, das 19h às 20h30 | Livre | Grátis
Sacolas na Cabeça - Com a Anti Status Quo Cia de Dança (DF)
Uma intervenção urbana em que performers andam pela cidade com sacolas de compras na cabeça. Confeccionadas como máscaras, as sacolas de papel são um convite à interação e por isso podem ser consideradas objetos relacionais. Distribuídas, promovem a relação dos dançarinos com as pessoas na rua. A possibilidade do anonimato facilita proposições lúdicas e corporais entre interventor e transeunte e vice-versa. Para quem assiste a intervenção, não é possível distinguir quem é o artista propositor ou o habitante da cidade, eles são iguais. 
Local: Praça Floriano Peixoto/Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
22/06. Quarta, das 13h30 às 14h30 | Livre | Grátis
Série Cartocoreográfica - Com Núcleo Tríade (SP)
Com fitas adesivas e canetas piloto, o Núcleo Tríade imprime rastros do/no espaço vivo, tornando visíveis novas coreografias do tecido urbano, resultando numa instalação das "coreografias ordinárias do dia-a-dia".
23/06, quinta, das 11h às 15h - Pça Floriano Peixoto/Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
25/06, sábado, das 11h às 15h - Sesc Santo Amaro.
Livre | Grátis
Conversa Dançada com Luciana Lara (DF)
Palestra-instalação dançada a partir do livro "Arqueologia de Um Processo Criativo – Um Livro Coreográfico", de Luciana Lara com a Anti Status Quo Companhia de Dança de Brasília-DF. Em ambiente imersivo de uma instalação, bailarinos interagem com projeções de vídeo e instalações sonoras enquanto a autora aborda o desafio e as soluções de colocar em formato de um livro um registro de um processo criativo em dança. 
Local: Sala Múltiplo uso (térreo).
23/06. Quinta, das 19h às 20h30 | Livre | Grátis
Aqui Enquanto Caminhamos - Com Gustavo Ciríaco

Inspirados na ideia de obra como experiência e na longa tradição que une o caminhar à produção de pensamento e lucidez, os artistas levam o público para uma jornada silenciosa através da cidade, investindo uma outra política de partilha e percepção do espaço urbano. Envoltos por um grande elástico branco, os espectadores seguem em passeio, como uma espécie de escultura viva, em que exterior e interior se misturam continuamente, em que o lugar é sempre movente e movido. 
Local: Calçadão da Rua Capitão Tiago Luz - Santo Amaro.
24/06. Sexta, das 11h às 12h e das 14h às 15h
25/06. Sábado, das 11h às 12h e das 14h às 15h
Livre | Grátis




Bate-papos

Criações e Escrituras 1 - Operações colaborativas em dança
Encontro entre artistas e pesquisadores discutindo as relações entre a criação artística e a escrita sobre dança. Com Gustavo Ciríaco (RJ), Carmen Morais (Núcleo Aqui Mesmo/SP), Antônio Nóbrega (SP), Uxa Xavier (Cia Lagartixa na Janela/SP), Cláudia Muller (MG), Carlinhos Santos (RS) e Zilá Muniz (Ronda Grupo/Florianópolis). Mediação de Thereza Rocha (RJ/Fortaleza). 
Foyer do Teatro | 16 anos | Grátis
21/06. Terça, das 16h às 18h
Edições e Editoras - Perspectivas de Mercado
Encontro entre editores de publicações de dança. Com Adriana Banana (FID/BH), José Roberto Barreto Lins (Annablume/SP), Edições Sesc (SP). Provocação de Christine Greiner (SP). Mediação de Sigrid Nora.  Foyer do Teatro | Livre | Grátis
22/06. Quarta, das 15h às 17h
Comunicação em Rede - Publicação Digital
Encontro entre artistas e pesquisadores que coordenam publicações digitais de dança. Com Ivani Santana (Mapa D2/BA), Gustavo Bitencourt (Idança/RJ), Rodrigo Monteiro (7 x 7/SP); Rodrigo Andreolli (Modos de Existir/SP) e SescTV (SP). Mediação de Sigrid Nora.
Foyer do Teatro | Livre | Grátis
23/06. Quinta, das 16h às 18h
Criações e Escrituras 2 - Operações Colaborativas em Dança
Encontro entre artistas e pesquisadores discutindo as relações entre a criação artística e a escrita sobre dança. Com Ana Vitória (RJ), Hélia Borges (RJ), Núcleo Tríade (SP), Coletivo Cartográfico (SP), Luciana Lara (DF). Provocação de Dani Lima (RJ). Mediação de Sigrid Nora.
Foyer do Teatro | Livre | Grátis
24/06. Sexta, das 16h às 18h
Geografia de Fluxus  - De Olho na Produção Acadêmica
Pesquisadores de universidades discutem as publicações acadêmicas de dança. Com Lúcia Matos (SC), Rafael Guarato (GO) e Thereza Rocha (CE). Mediação de Sigrid Nora. Provocação de Sandra Meyer (SC).  Foyer do Teatro | 16 anos | Grátis
25/06. Sábado, das 14h às 16h
Workshop

Intervenção Urbana e Sacolas na Cabeça - Com Anti Status Quo Cia de Dança (DF)
A proposta é abrir ao público o conteúdo e os desdobramentos da pesquisa prática em dança que a cia vem realizando sobre a relação do Corpo – Cidade desde a criação de "Cidade em Plano", objeto do livro "Arqueologia de Um Processo Criativo – Um Livro Coreográfico". Os participantes da oficina participarão com a cia. da intervenção urbana Sacolas na Cabeça a ser realizada logo após o workshop. 
Sala Múltiplo uso | Livre | Grátis
22/06. Quarta, das 10h às 13h
Curso
A Escrita da Dança Como Plano de Experiência - Com Thereza Rocha
Oficina de produção textual acerca da dança e seus múltiplos planos de composição na cena contemporânea. O que é escrever sobre dança? Para que? Para quem? Quais os modos? A escrita em/de/sobre/através da dança. Thereza Rocha é pesquisadora de dança, diretora de espetáculos e dramaturgista de processos de criação. Doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro. Professora dos cursos de graduação em dança da Universidade Federal do Ceará, onde coordena o grupo de pesquisa QUINTAL: dança, pensamento, outras dramaturgias e regimes de dizibilidade. Coautora da quase-instalação "Máquina de Dançar", com Maria Alice Poppe (RJ/SP, 2014 e 2016). Coautora do livro Diálogo/Dança , com Marcia Tiburi (SENAC, 2012) e autora do livro O Que é Dança Contemporânea? (Conexões Criativas, no prelo). 
Espaço de Tecnologias e Artes | Livre | Grátis
23 a 24/06. Quinta e sexta, das 18h às 20h30
25/06. Sábado, das 16h às 18h30
Exposição
Feira e Lançamento de Livros e Publicações de Dança
Editoras e autores expõem seus livros para venda além de lançarem novas publicações. 
Convivência | Livre | Grátis
25/06. Sábado, das 12h às 18h
Vivência
Editora Modos de Existir
O público interessado poderá criar uma seleção, a partir do índice de textos publicados no site Modos de Existir, para montar versões customizadas de uma publicação impressa. Este site contém o material produzido nas edições anteriores e receberá novos textos das futuras edições. 
Convivência | Livre | Grátis
24/06. Sexta, das 17h às 21h
25/06. Sábado, das 13h às 18h
SERVIÇO
MODOS DE EXISTIR//MÓDULO 6: PUBLICAÇÕES DE DANÇA
Espetáculos. Intervenções. Bate-papos. Workshop. Lançamentos. Feira de livro.

SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30 e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows iniciados a partir 18horas: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Assessoria de Imprensa:
Com Canal Aberto | Márcia Marques











sexta-feira, 17 de junho de 2016

Musical : Tuca Andrada é Orlando Silva - Nada Além



Sinopse: Show inédito em São Paulo, interpretado pelo ator e cantor Tuca Andrada, em três únicas apresentações. O espetáculo, com direção musical de Marcelo Alonso Neves, direção artística de Inez Viana, é uma homenagem àquele que ficou conhecido como O Cantor das Multidões, no ano em que completaria seu centenário. No palco, junto com Tuca Andrada estarão cinco músicos convidados: Berval Moraes, Priscila Azevedo, Cassius Theperson, Caio Cezar Sitonio e Marcelo Alonso Neves. Em alguns momentos do show, Tuca vai contar um pouco a respeito da importância de Orlando Silva para a música brasileira, influenciando artistas como João Gilberto e Caetano Veloso. Orlando Silva não é apenas mais um grande cantor brasileiro, ele é um divisor de águas dentro da MPB.
Local: Teatro J. Safra  (Oeste)
Elenco/Direção: Interpretação: Tuca Andrada. Músicos: Berval Moraes, Priscila Azevedo, Cassius Theperson, Caio Cezar Sitonio e Marcelo Alonso Neves
Data: Estreia hoje; até 19 de Junho; Sextas, às 21h30; Sábado, às 21h; Domingo, às 19h

No palco, junto com Tuca Andrada estarão cinco músicos convidados: Berval Moraes, João Bittencourt, Cassius Theperson, Caio Cezar Sitonio e Rodrigo Revelles. Em alguns momentos do show, Tuca vai contar um pouco a respeito da importância de Orlando Silva para a música brasileira, influenciando artistas como Lúcio Alves, Ciro Monteiro, João Gilberto e Caetano Veloso.
– O cara gravou tudo de melhor. Estou contente por prestar essa homenagem e mostrar o Orlando pelos olhos do Tuca. Esse show é uma demonstração de paixão pelo Brasil, de amor pelo nosso país. Em um momento em que estamos precisando muito disso –, diz Tuca Andrada, que está escalado para “A Lei do Amor”, próxima novela das 21h da TV Globo.

Fonte: Wikipédia 
Orlando Garcia da Silva (Rio de Janeiro3 de outubro de 1915 — Rio de Janeiro, 7 de agosto de 1978) foi um dos mais importantes cantores brasileiros da primeira metade do século XX.
Orlando Silva nasceu na rua General Clarindo, hoje rua Augusta, no bairro do Engenho de Dentro. Seu pai, José Celestino da Silva, era violonista e participou com Pixinguinha de serenatas, peixadas e feijoadas. Orlando viveu por três anos neste ambiente, quando, então, seu pai faleceu vítima da gripe espanhola.
Teve uma infância normal, sempre gostando muito de violão. Na adolescência já era fã de Carlos Galhardo e Francisco Alves, este último um dos responsáveis por seu sucesso. Seu primeiro emprego foi de estafeta daWestern, com o salário de 3,50 cruzeiros por dia. Foi então para o comércio e trabalhou como sapateiro, vendedor de tecidos e roupas e trocador de ônibus. Quando desempenhava as funções de office boy, ao saltar de umbonde para entregar uma encomenda, sofreu um acidente, tendo um de seus pés parcialmente amputado, ficando um ano inativo, problema sério, já que sustentava a família.
Foi Bororó, conforme o próprio relata no filme O cantor das multidões que o apresentou a Francisco Alves, que ouviu Orlando cantar no interior de seu carro, decidindo imediatamente lançá-lo em seu programa na rádio Cajuti. Nos seis ou sete anos seguintes, tornou-se um grande sucesso, considerado por muitos a mais bela voz do Brasil, contando inclusive com a estima do próprio presidente Getúlio Vargas. Atraía os fãs de tal forma que o locutor Oduvaldo Cozzi passou a apresentá-lo como "o cantor das multidões", conforme relata no filme com o mesmo nome.

Principais sucessos[editar | editar código-fonte]


Ouça a voz de Orlando Silva em seu sucesso imortalizado "Nada Além "