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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Encouraçado Filmes lança nas redes sociais vídeo que discute presença negra na arte contemporânea


Fonte: Fernanda Lomba


Vídeo documental faz parte do projeto que debate sobre uso do Black Face 




Ontem,  dia 21 de agosto de 2016, domingo, às 19h, a produtora Encouraçado Filmes lançou no Youtube e no Facebook o vídeo inédito das filmagens em Recife. Trata-­se de um projeto de documentário itinerante que aborda a presença negra nas Artes Contemporâneas e nasceu do debate histórico que aconteceu no Instituto Itaú Cultural sobre o uso do blackface (quando um artista branco pinta o rosto de negro). O vídeo que será lançado é uma mostra das filmagens em Recife, com cerca de 5 minutos e traz artistas do Hip Hop, da Poesia, da Moda O Projeto Foice a Face é ​produção em curso que aborda de forma documental e ficcional o protagonismo negro nas artes contemporâneas ­ ​um tema inédito no cinema brasileiro ­ pelas expressões da Dança, Performance, Teatro, Visuais, Música, Cinema e Literatura. Os filmes investigam os reflexos e as questões suscitadas por um passado escravocrata e, ainda, discriminatório ​no país. ​Em breve o Foice a Face será lançado em longa­documental.


Relembre o Caso No dia 12 de maio de 2015, o Instituto Itaú Cultural foi palco de um dos mais importantes debates da atualidade sobre representação racial na arte e sociedade brasileira. Três horas de debate intenso sobre a herança escravocrata no país e o impacto desse passado na atualidade. A peça “A Mulher do Trem” da Cia. Os Fofos Encenam foi acusada de racista por utilizar­se da prática de Blackface. O movimento de indignação contra o teor do espetáculo iniciado pela blogueira e ativista Stephanie Ribeiro nas redes sociais. Sobre o projeto Foice a Face Em 365 dias a Encouraçado Filmes lançou 6 filmes com histórias que mostram a trajetória desses artistas ­ atuantes em diferentes linguagens e revelando a construção de um novo capítulo sobre a presença e atuação de artistas negros e a potência da ARTE para as mudanças culturais e políticas que se fazem necessárias e urgentes. Ao longo desse percurso o documentário surge,​ abordando a representatividade de jovens negros nas artes em uma perspectiva contemporânea. Exibir o debate após 1 anos tem o peso de um marco comemorativo, pois, a partir de sua produção. Com esse vídeo, iniciou um percurso de produção passando por Maringá, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza e Belém do Pará. O documentário é o primeiro longa­metragem do diretor Macca e tem trilha sonora feita pelo free jazzista Romulo Alexis. O formato da produção é aberto ao público através das redes sociais. “A forma de produção foi bem audaciosa, com um pequena equipe, aportamos em cada cidade, exibimos os filmes em praça pública, sempre em parceria com um grupo ou coletivo local, promovemos um debate pós­exibição e , por fim, captamos os artistas negros de diversas linguagens e que atuam na cidade”, explica Macca.











Em maio de 2015 a produtora realizou o curta sobre o debate, que está disponível na page e no youtube. Com esse curta de 25 min, ampliaram o projeto 6 cidades, exibindo os vídeos e captando imagem para um longa. A cada cidade a page do Facebook do projeto foi alimentado novos vídeos, fotos etc. Ainda neste ano a produtora teremos fará o teaser das passagens Fortaleza, Belém, Rio de Janeiro e SP. Tudo isso como conteúdo para a page, para engajamento de público e para manterem em aberto um processo de produção do longa­metragem, que é o resultado final do projeto Foice a Face . Novo Episódio Foice a Face – ​Episódio de Recife​ ­​ Ficha Técnica Lançamento 21 de Agosto 2016 Apresenta Miró da Muribeca Cassio Bonfim Gabriela facBruce Episódio de Recife​ ­​ Ficha Técnica Direção​: Macca ­ Argumento:​ Macca e Fernanda Lomba Produção Executiva:​ Fernanda Lomba Assistência de Produção:​ Karen Almeida Montagem e edição:​ Joyce Prado e Macca Musica Original:​ Radio Diáspora ­ Rômulo Alexis e Wagner Ramos Fotografia:​ Macca e Fernanda Lomba Realização​ Encouraçado Filmes Apoio realização:​ Itaú Cultural Informações: ​encouracadofilmes@gmail.com​ ou pelo telefone 97705 1796, com a produtora executiva Fernanda Lomba​.





INCORPORAÇÃO : FOICE A FACE 








FOICE A FACE: VOZ AFRICANA 





FOICE A FACE: O QUE CABE AO NEGRO ?



FOICE A FACE: O TEATRO E SEU DUPLO 


PERIFERIA, ARTE E CULTURA


Quero parabenizar o Grupo Periferia, Cultura e Resgate pelo projeto nas pessoas de Angélica Bispo, Wil l Ferreira e Robsoul , agradecer à Keila Susana Andrade por me enviar as fotos para que meus seguidores saibam como foi o sucesso do evento.

Arte e Cultura : enriquecimento para a periferia.











Sérgio Pererê e a banda No Chilla lançam do disco Viamão em apresentação única em São Paulo


Fonte: Lau Francisco 

Novo álbum do músico mineiro tem parceria com o grupo de percussão argentino No Chilla



No dia 27 de agosto, sábado, às 20h, no Teatro Flávio Império (Rua Professor Álves Pedroso, 600, Cangaíba), o multi-instrumentista, cantor e compositor Sérgio Pererê e o grupo de percussão argentino No Chilla apresentam ao público de São Paulo o álbum Viamão. A apresentação tem entrada gratuita. Os shows de lançamento circulam também por Ouro Preto, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, sempre com participações especiais de artistas convidados – em São Paulo, as cantoras Josi Lopes e a Fabiana Cozza sobem ao palco com os artistas. "Viamão" foi um dos projetos selecionados no Edital Natura Musical Minas 2015.

Faixa do disco foi gravada ao ar livre

Com tambores africanos tocados por argentinos e letras e composições do brasileiro Sérgio Pererê, Viamão propõe o encontro das heranças banto, iorubá e mandinga que se conformaram na América Latina, em uma mistura de sonoridades. “É um álbum despretensioso, que vem do coração. Viamão tem muita percussão e nos faz refletir como esses tambores e a mitologia que vieram de vários lugares da África, dos reinos africanos, se disseminaram e foram reinterpretados no Brasil e na Argentina”, conta Pererê, que no álbum ainda toca o charango, um instrumento tradicional andino. Viamão traz em seu nome uma homenagem a um povoado de Rio Manso/MG, localizado a 63km da capital mineira, cujas montanhas serviram de ‘estúdio ao ar livre’ das primeiras gravações, ainda em 2013. Em 2014, as gravações foram finalizadas em Buenos Aires e em Moreno, no interior da Argentina, ao longo de 15 dias de intenso trabalho em conjunto. O resultado são 12 faixas autorais (anexo encontra-se o faixa a faixa do álbum).

O projeto, que inclui lançamento do disco, beneficiado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, e turnê de lançamento com shows em quatro cidades, foi selecionado para receber patrocínio do Natura Musical no edital dedicado ao estado de Minas Gerais. O Natura Musical foi criado para valorizar a música brasileira em diferentes estágios, fomentando a renovação da produção e prezando sempre pela preservação de nosso legado musical. O programa tem um histórico de apoio a mais de cem projetos de Minas Gerais que nos orgulham muito, como Fernanda Takai, Flavio Venturini, Flavio Renegado, Graveola e, agora, Sérgio Pererê.


SOBRE SÉRGIO PERERÊ
De djembé a guitarra, de charango a rabeca, Sérgio Pererê é um multi-instrumentista, com destaque para o trabalho como percussionista. Trata-se também de um intérprete de timbre peculiar, melódico e potente, que adota no palco uma persona artística magnética. Soma-se a isso o compositor profundo - mas que não se perde em hermetismos - cujas composições já foram gravadas por nomes como Ceumar, Titane, Eliana Printes e Maurício Tizumba. Mineiro de Belo Horizonte, Pererê fez parte dos grupos Pedra de Tucum, Avone e Tambolelê - com o qual excursionou pela Europa, EUA, Nova Zelândia e México -, mas seu trabalho solo pode ser considerado o mais expressivo de sua carreira e onde as referências afro-mineiras encontram-se de forma mais inovadora com vertentes da contemporaneidade. Faz parte desse trabalho quatro CDs autorais: Linha de Estrelas (2005), Labidumba (2008), Alma Grande, Ao Vivo (2010) e Serafim (2011). O artistas também já dividiu o palco com Milton Nascimento, Naná Vasconcelos, Wagner Tiso e João Bosco e, atualmente, integra o grupo Sagrado Coração da Terra, ao lado de Marcus Viana.

SOBRE NO CHILLA
Criado em 2005, o No Chilla é formado por oito músicos-percussionistas argentinos que têm a pesquisa de diferentes caminhos na improvisação e na composição sua principal marca. O grupo imprime seu jeito singular de tocar percussão e estruturar composições em músicas argentinas e latinoamericanas, resultando numa mistura de tradições com um som mais contemporâneo. A instrumentos mais tradicionais, como congas, djembé, surdo e moringa, No Chilla acrescenta à sua proposta instrumentos percussivos melódicos, como mbira, balafón, marímbula, kalimbas e trombe  instrumentos não convencionais e as próprias vozes.

SERVIÇO

Show de lançamento do CD "Viamão", de Sergio Pererê

Dia: 27 de agosto de 2016, sábado, às 20h

Local: Teatro Flávio Império (Rua Professor Álves Pedroso, 600, Cangaíba, Zona Leste de SP)

Telefone: (11) 2621-2719
Classificação etária: Livre
Capacidade do teatro: 206 lugares

ENTRADA FRANCA

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