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quarta-feira, 30 de novembro de 2016

II PRÊMIO EMPREGUEAFRO DE VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL 2016

Fonte: Carlos Romero / Fotos : Luiz de Jesus/ Patrícia S. Jesus 

Na edição deste ano serão premiados personalidades, empresas, artistas e formadores de opinião que contribuem para valorização da Diversidade étnico-racial.

Promovido pela empresa Empregueafro, de consultoria em Recursos Humanos e Diversidade étnico-racial, atuando desde 2005, em São Paulo, chega a sua segunda edição no dia 02 de dezembro às 19h, no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo.

A noite de premiação é um reconhecimento público da contribuição de pessoas e organizações que trabalham com a temática da diversidade étnico-racial decorrente de engajamento pessoal como protagonistas na promoção da diversidade trazendo forte influência à sociedade e acomunidade através de exemplos.

Além do cerimonial, o prêmio fará uma homenagem a uma empresária brasileira, que vem se destacando no combate à discriminação racial, com ações afirmativas dentro de sua empresa e fora dela criando um conselho para taisquestões.

No ano em que comemoramos o centenário do Samba no Brasil, a cantora Andreia Oliveira, será acompanhada pelo grupo YadahShabach, interpretando clássicos do sambas durante o evento.

O jornalista Wagner Prado, diplomado e pós graduado em marketing esportivo e a atriz Ângela Peres, doutoranda em Antropologia pela UFRJserão os mestres de cerimônia do II PRÊMIO EMPREGUEAFRO DE VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL 2016.

Sobre a EMPREGUEAFRO

A EmpregueAfro é uma consultoria de Recursos Humanos focada na Diversidade Étnico-Racial e atua de forma plural para valorização dessa diversidadecom estratégias assertivas de hunting de mercado, recrutamento, seleção, treinamento e desenvolvimento de profissionais negros.http://empregueafro.com.br

Idealizadores do prêmio





  Luiz de Jesus, um dos sócios da empresa, criou o Prêmio EmpregueAfro para apoiar as empresas na INCLUSÃO dos profissionais negros e para auxiliar estes profissionais que acreditam que o mercado de trabalho é o caminho mais efetivo para igualdade de oportunidades.
Luiz estudou Administração de Empresas pela Universidade Anhembi Morumbi em 2002, e cursou extensão em Gestão de Pessoas pela Universidade de São Paulo (USP) em 2005.
Com experiência de 20 anos, em empresas de pequeno e grande porte na área administrativa, marketing e eventos, Jesus traz em seu currículo, empresas como: Hospital das Clínicas,
Fundação Zerbini, Vivo, MBlackness Entretenimento, ABBM, Aflalo eGasperini. Também foi Docente do Senac/SP na área de eventos, feiras e exposições.



     

Patrícia Santos de Jesus, sócia-fundadora da Empregueafro,é consultora de Recursos Humanos focada em diversidade e inclusão. MBA em Administração pela Trevisan Escola de Negócios. Pós-graduação em Gestão de Pessoas pela USP, graduada em Pedagogia pela FMU, atua há 16 anos em Recursos Humanos.Palestrante e empreendedora social. Docente com experiência há mais de 8 anos, Patrícia também é Embaixadora da Rede Mulher Empreendedora. Construiu sua carreira em grandes empresas brasileiras como Rádio e Televisão Bandeirantes, Grupo Catho, BDO Trevisan, entre outras.

Conheça as 12 categoriais indicadas ao prêmio:

1.Coletivo de destaque de ações inclusivas de valorização da diversidade:
Indicados:
-Bazar Odarah;
-Coletivo Frente Favela Brasil
-Espelho, espelho meu

2.Profissional Negra de destaque 2016.
Indicadas:
-Luanna Teófilo
- Marta Celestino
-Mayara Castro
- Rachel Maia

3.Profissional Negro de destaque 2016
-Anderson John
- Antônio Carlos dos Santos
- Claudionor Alves
- Maurício Rodrigues

4.Melhor atividade pública de conscientização racial 2016
- Estaremos lá- Samantha, Stella, Carol e Beatrice
- Negras Empoderadas- Alexandra Loras e Eliane Dias
-Rede de Profissionais Negros – Lisiane Lemos, Vinicius Rosa e Wagner Cerqueira
- Selo Sim à Igualdade Racial – Luana Genot

5. Apoiador de destaque com foco na conscientização étnico-racial 2016
- Elena Crescia - TedxSãoPaulo
- Cristiane Silva - Ernest Young
- Sonia Quintella - Comitê da Igualdade Racial – Mulheres do Brasil
- Theo van der Loo -Bayer

6.Empreendedor de destaque para a igualdade racial 2016;
- Mari Medeiros- CEU Caminho do mar
- Zica Assis - Beleza Natural
- Maria Edna- Quilombo Abelha –EconomiaSolidária
- Sérgio All – iBeats Comunicação



7.Grupos de funcionários para a diversidade corporativa 2016;
- GARU (Carrefour)
- AfroGooglers

8.Empresa de destaque pró igualdade racial 2016:
- Avon
- Coca Cola
- White Martins
- E uma grande empresa de Tecnologia

9.Melhor iniciativa corporativa para promoção da igualdade racial
- Serasa
- Monsanto
-Ecorodovias
-PWC
- BID

10.Atividade do terceiro setor de destaque 2016
-Instituto Avon
-Instituto Carrefour
-InfoPreta

11.Projetando o futuro Empregueafro 2016
-Mc Soffia
-PH Côrtes

12.Personalidade EmpregueAfro 2016;
-Maria Julia Coutinho (JN)
-Ana Miranda (Malhação)
-Joyce Ribeiro (Livro Chica da Silva – Romance de uma vida)
- Lázaro Ramos (O Topo da montanha e Mister Brau)
-Adriana Barbosa (Feira Preta e Black Codes)

13. Homenagem Especial
- Nabil Georges Bonduki, mais conhecido apenas como Nabil Bonduki, arquiteto e urbanista, é professor universitário, pesquisador e consultor em políticas públicas urbanas. Exerce, no momento, mandato de vereador na Câmara Municipal de São Paulo.

Serviço:
Evento: II PRÊMIO EMPREGUEAFRO DE VALORIZAÇÃO DA DIVERSIDADE ÉTNICO-RACIAL 2016
Dia: 02 de dezembro
Horário: 19h
Local: Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo
Endereço: Palácio Anchieta - Viaduto Jacareí, 100 - Bela Vista, São Paulo – SP


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Cia. Sansacroma dança a loucura em “Sociedade dos Improdutivos”

Fonte:Marcelo Pria  


Espetáculo, em temporada de 1 a 10 de dezembro (quinta a sábado) na Casa de Cultura M´Boi Mirim, é fruto de dois anos de pesquisa sobre a loucura e contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo



Com apresentações na Casa de Cultura M´Boi Mirim nos dias  8, 9 áss 21 horas e 10 de 20dezembro às 20 hora (quinta a sábado), o espetáculo Sociedade dos Improdutivos, da Cia. Sansacroma tem direção de Gal Martins e é o resultado de dois anos de pesquisa teórica e de campo sobre a loucura.



O questionamento central do espetáculo contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo. O primeiro é marginal, portador de algum tipo de loucura. O segundo é medicado, incluído e sujeitado ao modo de vida capitalístico – corpo explorado até o esgotamento das suas capacidades produtivas.



Trata-se da invalidez da reprodução. Força invisível chamada de loucura, transcender coletivo. A não-adequação social produtiva. É solidão. É a história, um itinerário da loucura em fusão para um embate contra o capital. O controle ocidental contrapondo a corporeidade do imaginário africano. São vozes potentes, negras, de territórios e seus povoamentos. Um cotidiano dos que estão à margem e dos que não estão.  São vozes da "Sociedade dos Improdutivos".






A pesquisa
O trabalho de pesquisa teórica da companhia foi um consistente estudo sobre a história da loucura no ocidente. De Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel, Erasmo de Roterdã, passando pela Nau dos Insensatos, de Sebastian Brant, até o conceito de Biopoder de Michel Foucault, pelo pensamento junguiano que inspira o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e pelos paradigmas que norteiam a Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial no Brasil.

A pesquisa de campo foi realizada inicialmente através de 12 intervenções artísticas junto aos usuários do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Jardim Lídia, que fica no Capão Redondo. E se estendeu por meio de um vínculo entre a companhia, os profissionais de saúde e os usuários deste Caps, direcionado a outras atividades artísticas na Fábrica de Cultura Capão Redondo.

Essencialmente implicada com as questões políticas e minoritárias, a companhia observou a maioria de corpos negros e periféricos presentes tanto nos manicômios do passado, quanto nas atuais unidades dos Caps.

Não por acaso, no momento em que a Sansacroma decide imprimir a força de sua negritude e ultrapassar a concepção dominante ocidental sobre a loucura, o encontro com o continente africano acontece pela narrativa da pesquisadora Denise Dias Barros e sua publicação “Itinerários da Loucura em Territórios Dogon” (Casa das Áfricas, 2004). Nesta região do Mali, a vida de cada um se dá na continuidade ancestral e se produz na malha social, constituindo redes de convívio na intersecção entre o mundo invisível e visível.

O recorte coreográfico da etnomedicina Dogon desconstrói o olhar eurocêntrico da loucura e redimensiona o espetáculo. Um novo panorama se abre aos saberes ancestrais. Tradições que interferem diretamente nos procedimentos terapêuticos, criando uma tessitura complexa, onde a figura dos adivinhos, ou marabus, são elementos principais no processo de cura, na reapropriação do si, da saúde, da autonomia e da liberdade.

Do encontro com estes pensamentos e experiências, Gal Martins expõe um dos argumentos que compõem o espetáculo: 

“É conveniente manter a sombra oculta e invisível aos olhos de uma sociedade sujeitada a valores de consumo, que legitima enunciados científicos em torno de uma idealização de saúde. Essa perspectiva ocidental, forjada histórica e linguisticamente, extrai a singularidade expressiva e a potência de produção do ‘louco’. O inscreve na vulnerabilidade, no abandono, na miséria e na subjetividade-lixo, que impõem sua dependência aos tratamentos de contenção, ao consumo de medicamentos, substituindo o confinamento do passado, pelos controles farmacológicos e institucionais do presente”.

Deste modo, a poética do espetáculo pretende ultrapassar a mera denúncia ao capitalismo para fomentar empatias marginais e produzir percepções que levam o espectador a vivenciar processos que são humanos, mas que o sistema segregador institui como desvio, sintoma e doença indesejada. Nesta poética, a loucura das pessoas se afirma como potência singular que cria possíveis comuns, as situa num mundo e legitima uma vida.

Estrutura cênica
O espetáculo tem uma estrutura cênica alternativa e sensorial. A música ao vivo e a ocupação numa instalação coreográfica deslocam o público para uma lógica dos sentidos e o retira da lógica do consumo que organiza a vida contemporânea. As sensações e reações motoras dos que assistem, vão compor a dramaturgia do espetáculo.

As estações coreográficas do espetáculo delineiam e revelam o quanto pode ser poderoso o ato de narrar e expressar um sofrimento. Narrativa gestual que se torna um ato de resistência política, afecção sensível e transformação de realidade social.

Sobre a Cia. Sansacroma – Criada em 2002 pela atriz, dançarina e coreógrafa Gal Martins, a Cia. Sansacroma tem se dedicado a desenvolver trabalhos baseados no hibridismo característico às criações coreográficas na contemporaneidade. Sua produção artística focaliza temas pertinentes à sociedade atual, no modo em que chegam e afetam a todos diretamente, seja no cotidiano das ruas, nas relações sociais e interpessoais, na mídia ou na própria arte. A Dança da Indignação, conceito criado pela artista, norteia a pesquisa de linguagem estética da companhia, que pretende reverberar no ato dançante as indignações coletivas, numa abordagem política-poética que aponta para as intersecções entre arte e vida. Tendo feito uma escolha singular ao atuar diretamente na periferia sul de São Paulo, este território influencia diretamente o seu processo artístico. O ponto de partida das criações são as poéticas do corpo negro, que circulam na população dessa região, a qual a companhia chama de indigenordestinafricana.

SERVIÇO:
Espetáculo Sociedade dos Improdutivos
Cia. Sansacroma
Direção: Gal Martins
Espetáculos dias  8,9 às 21h  e 10 de dezembro de 2016 ás 20; 

Na Casa de Cultura M´Boi Mirim, à Avenida Inácio Dias da Silva, s/n, Piraporinha, São Paulo - SP.
Telefone: (11) 5514-3408
Entrada franca (retirada dos ingressos na bilheteria meia hora antes do espetáculo)
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 40 lugares

FICHA TÉCNICA

Direção e Concepção: Gal Martins 
Intérpretes Criadores: Djalma Moura, Verônica Santos, Ciça Coutinho, Flip Couto, 
Érico Santos e Aysha Nascimento
Orientador de Pesquisa e Provocação Cênica: Rodrigo Reis 
Orientador de Pesquisa de Campo: Rodrigo Dias
Direção Musical: Cláudio Miranda 
Músicos: Melvin Santhana, Fernando Alabê, Camila Alcântara e Clency Santhana 
Figurinos e Adereços: Mariana Farcetta 
Concepção de Luz: Almir Rosa 
Montagem e Operação de Luz: Piu Dominó
Preparação Corporal: Mônica Teodósio, Djalma Moura, Gal Martins e Verônica Santos 
Cenotécnico: Fábio Miranda
Ensaiador: Djalma Moura 
Direção de Produção: Selene Marinho 
Assistente de Produção: Dandara Gomes 
Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria (Rhizome Comunicações)
Aproximação com o Público: Ciça Coutinho e Dandara Gomes 
Fotografia: Raphael Poesia 
Colaboradores: Denise Dias Barros
Agradecimentos: Caps Jd.Lídia, Secretária Municipal de Saúde e Valéria Ribeiro

Mais informações:



Instituto Ethos lança Guia Temático dos Indicadores Ethos para promoção de equidade racial


O Instituto Ethos, em parceria com o Centro de Estudos e Relações de Trabalho e Desigualdade (CEERT), lança o Guia Temático dos Indicadores Ethos – CEERT para Promoção da Equidade Racial, um recorte dos Indicadores Ethos específico para a questão racial. O trabalho foi apoiado por meio do projeto Empresas pela equidade: engajamento e capacitação, financiado pelo Fundo Newton, oferecido pelo governo do Reino Unido e gerenciado pelo Conselho Britânico.
“Os negros são 4,7% nos cargos executivos e as mulheres negras apenas 0,6%. Há uma tendência de crescimento, mas nem todos estão conectados neste sentido. A resposta das empresas está muito abaixo de nossa visão do que é contemporâneo, de entender a diversidade como algo fundamental para avançarmos como sociedade”, acredita o diretor-presidente do Instituto Ethos, Jorge Abrahão.
O objetivo do “Guia Temático: Promoção da Equidade Racial – Indicadores Ethos-Ceert” é incentivar a representatividade de negros no quadro funcional e executivo das empresas atuando no Brasil. A construção do Guia Temático contou com consultas à empresas e consulta pública que avaliou os critérios que deveriam constar do conteúdo, estrutura e funcionalidade dos novos indicadores. A importância da construção deste Guia Temático vem responder ao cenário de diversidade identificado na publicação do Instituto Ethos, o Perfil Social, Racial e de Gênero das 500 maiores empresas do Brasil e suas ações afirmativasuma iniciativa realizada em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que baliza a pesquisa histórica sobre a questão racial no ambiente empresarial.
Pela relevância desse tema, em 2017, o Ethos irá lançar o Fórum Empresarial Nacional de Equidade de Gênero e Raça que se propõe a ser um movimento indutor para implementação e aprimoramento de políticas públicas e práticas empresariais, em um esforço coletivo para superar a discriminação de gênero e raça nas empresas. Essa é uma iniciativa liderada pelo Ethos e CEERT, apoiada pelo Movimento Mulher 360, Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e financiado pelo Fundo Newton do governo britânico.
            O lançamento do Guia Temático dos Indicadores Ethos – CEERT para Promoção da Equidade Racial acontece dia 7 de dezembro, às 15h20, durante o evento “Diálogos Ethos – Desafios Contemporâneos: empresas, mobilidade urbana e direitos humanos”.

Dia - 7 de dezembro              Horário - das 9h às 18h30
Local – Centro Brasileiro Britânico             Rua Ferreira de Araújo, 741 Pinheiros            Inscrições gratuitas  -  http://www3.ethos.org.br

Informações para Imprensa 
Rejane Romano - Coordenadora de Comunicação do Ethos/ tels. 11 3897-2416 e 98969-4495  rromano@ethos.org.br
Vera Moreira/ Assessora de Imprensa do evento/ tel (11) 3253-0586 e 99973-1474   vera@veramoreira.com.br

ALMIR SERRA PARTICIPA COM OUTROS SAMBISTAS DE EVENTO NO INSTITUTO DE TRATAMENTO DO CANCÊR INFANTIL




                                   

Fonte: Ana B Areas/ Fotos: Adriana Apolinário e Ale Machado

Aconteceu na tarde do dia 23 de novembro,  na sede do ITACI (Instituto de Tratamento do Câncer Infantil), em SP, o evento Samba Cura 20 anos, onde reuniu ícones do samba. Almirzinho Serra, Jorge Aragão, Lecy Brandão, entre outros marcaram presença. O anfitrião da tarde, Leandro Lehart aproveitou o evento para homenagear grandes nome do samba, que também abraçam a causa, como Almir Guineto, que foi representado pelo seu filho também sambista, Almirzinho Serra, que fez uma homenagem ao pai bastante emocionado.


















NEGO ÁLVARO ENGAJADO NA CAMPANHA CONTRA O RACISMO

Fonte: Rozângela Silva



Nego Álvaro, que vem despontado nas rodas de samba, o termômetro é a música "Estranhou o quê??? preto pode ter o mesmo que você...!", indelével, já virou um hit, e todo mundo canta. Álvaro, que acabou de lançar o CD “Cria do Samba” (pela Coqueiro Verde Records, traz 11 faixas). O trabalho tem do clássico samba de roda, onde está a raiz do artista, o dolente, partido alto e até samba-rock. 

Engajado, Álvaro vestiu a camisa “Racismo”, da grife Vestígio. A marca lançou a camisa para combater o preconceito e o sambista apoiou de braços aberto a causa. Na foto, as mãos dadas representam a solidariedade e a igualdade. Vale ressaltar que a campanha é sugerida para ganhar adesão e compartilhada o ano todo. Simbora Ê, que a ideia é das boas...