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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A ESTRELAS DA SAPUCAI RECEBEM ARTISTAS AFRICANO NO TIJUCA TÊNIS CLUBE

Fonte : Rozangela Silva

AS ESTRELAS DA SAPUCAÍ
Dia 3 de Fevereiro, no Tijuca Tênis Clube
Em uma fusão do carnaval carioca com ritmos africanos

As estrelas da Sapucaí - Selminha Sorriso e Claudinho, Marcio Perrota, Mestre Rodrigo Explosão e a bateria da Mangueira, Gilsinho, Serginho do Porto e
Leonardo Bessa, Tinga, Wander Pires e as celebridades africanas
Dj Joss Dee, Camilo Buanga, TropeirÁfrica e outros.




Fevereiro já chegou e com ele a maior festa do mundo - o carnaval, e uma constelação de artistas do samba fazem a folia. Porta-bandeiras e mestres-salas, baianas, passistas, destaques, músicos e ritmistas fazem a Avenida se emocionar e explodir de alegria com tanto talento.

E essas estrelas, que brilham na Sapucaí, são os cicerones de outro grupo que também é uma referência cultural, estamos falando de ritmos africanos que ganham vida com as estrelas: Dj Joss Dee, Camilo Buanga (dança), TropeirÁfrica, entre muitos outros sons como afro house, kuduro, hip hop, semba, quizomba, entre outros.


Dj Joss Dee

O dia do encontro – 3 de fevereiro é alusivo ao dia do Início da Luta Armada de Libertação Nacional - A Guerra pela Independência de Angola começou oficialmente nesta data, dia 4 de fevereiro) e em franca comemoração da Década Internacional de Afrodescendentes (2015-2025), declarado pela ONU, a comunidade internacional reconhece que os povos afrodescendentes representam um grupo distinto cujos direitos humanos precisam ser promovidos e protegidos.

Na ala carioca, os consagradíssimos Selminha Sorriso e Claudinho abrilhantarão o show com sua dança e elegância, além de um time de quatro mulatas estonteantes mostrando toda ginga do ritmo. Não poderiam ficar de fora as mães do samba. Duas baianas representarão a ancestralidade e tradição.

Marcio Perrota e acompanhados de dois cavaquinhos e um violão 7 cordas, sob a regência do Mestre Rodrigo Explosão e da bateria campeã do carnaval carioca, a Bateria da Mangueira, Gilsinho, Serginho do Porto e Leonardo Bessa, Tinga e Wander Pires, abrem o espetáculo com os clássicos do samba de enredo. Conhecidos como cantores, puxadores, intérpretes, guias, vocalistas ou até mesmo crooners, eles são os condutores da emoção do canto da escola por meio de suas vozes poderosas.

"As Estrelas da Sapucaí é o primeiro show de carnaval com duas cultural nacionais no Rio, teremos no palco os melhores do carnaval carioca, será uma magia de ritmos, estamos buscando a integração entre a música e a dança Afro com as cores do nosso carnaval. Não podemos fechar os olhos para a miscigenação cultural da atualidade", atesta o entusiasta Frederico Lippi, que assina o projeto.

O projeto tem a chancela na criação, roteiro, arranjos e a direção musical é do experiente produtor Jorge Cardoso. A produtora Silvana Thebas, imbuída no resgate e apresentação da cultura africana no Rio, também aposta nessa fusão entre cultura, que são tão diferentes e ao mesmo tempo tão próximas.

Alguma dúvida que isso vai dar samba??
E eles já estão programando uma série de eventos unindo as duas culturas.  

3 de Fevereiro
Tijuca Tênis Clube
Av. Conde de Bonfim – 451 / Tijuca
Capacidade: 1000 pessoas
Contatos: 3294 9348 / 96552 6101 (zap)
Abertura do espaço: 21h - DJ JOSS DEE 23h - AS ESTRELAS DA SAPUCAÍ 00h30 – Encerrando com TROPEIRÁFRICA
Entrada: 1°Lote (meia entrada p/todos) / Pista R$ 50,00 / Camarote R$ 60,00 / Mesa Diamante R$ 70,00 (individual)



Rozangela SilvaSócia Diretora
Bi & Ro Assessoria de Comunicação

Telefone:21 2508 6245 / 21 3026 7242
Celular:21 99998 1802
Endereço:Av. Rio Branco, 120 / Sala 608 Centro - RJ



RIO DE JANEIRO: A TRADICIONAL CASA CAVÉ LANÇA PRATOS EXECUTIVOS NA HORA DO ALMOÇO

 (Foto: Fabio Motta/Estadão) Fonte: Ana Beatriz Areas
A tradicional Casa Cave no Centro do Rio de Janeiro, lança na hora do almoço, menu executivo pelo preço único de R$ 34,90 com duas opções diferentes de segunda a sábado.
Tradicional por suas delicias de 156 anos, a Casa Cave acaba de lançar algumas novidades. No almoço, no Salão Personalidades situado na Rua Sete de Setembro 133, a casa passou a servir o menu executivo a preço fixo de R$34,90. São duas opções por dia de segunda a sábado.
 O novo menu conta com combinações perfeitas, servidos em um tradicional salão por onde já passaram nomes como Juscelino Kubitschek, Olavo Bilac, entre outros.



Para começar bem a semana, segunda-feira a Cave serve o Penne ao molho branco de salmão ou Contra-filé com batata rústica e mix de folhas. Já na terça-feira, Sobrecoxa de frango assada ao vinho e especiarias, purê de batatas e legumes ou Iscas de febra, arroz branco e farofa de alho, prato típico português. No meio da semana, quarta-feira o Frango Xadrez com arroz branco ou Contra-filé, arroz de brócolis e legumes salteados. Quinta-feira, Sobrecoxa de frango assada, arroz branco e creme de milho ou Escalope, purê de mandioquinha e mixfolhas. Para iniciar o final de semana, na sexta-feira e no sábado, a dica é Moqueca de Peixe, arroz branco e pirão ou Contra-filé, arroz a grega, salada caprese.



 Foto: Ana Beatriz Areas


Nos finais de semana, também é servido a tradicional feijoada com arroz branco, couve mineira, farofa alho. Perfeito!



Foto: Ana Beatriz Areas

Para finalizar é difícil resistir as delicias expostas na vitrine. O mais pedido fica por conta do pastel de Belém, folheado com creme especial de ovos, por R$8,70. Outra boa pedida fica por conta do mil folhas de chocolate, por R$8,70. Impossível comer apenas um!



Casa Cavé

Endereço: Rua Sete de setembro, 133 – Centro
Telefone: 2242 4498
Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 8h às 19h, sábados das 8h às 13h.
Formas de pagamento: Dinheiro, Vida Electron, Maestro
Capacidade no Salão Personalidades: 40 pessoas​

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Lançamento do Livro “Intolerância Religiosa no Brasil – Relatório e Balanço”




                                        Ivanir dos Santos / Foto : Daivson Santos

Fonte: Rozangêla Silva 

Alusivo ao dia 21 de janeiro – Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o livro é de interesse nacional, é inédito e vem e bilíngue. A intolerância religiosa continua fazendo vítimas. Nos últimos anos a CCIR vem chamando à razão da sociedade para o perigo de uma ditadura religiosa em um país como o Brasil, que é diversificado, repleto de crenças e laico.

O livro trás o resultado de uma pesquisa cientifica minuciosa. Os pesquisadores participantes da Comissão de Combate à Intolerância / CCIR, do Centro de Articulação das Populações Marginalizadas / CEAP e do Laboratório de História das Experiências Religiosas da UFRJ, apresentam de forma bastante elucidativa os dados levantados em órgãos, que focados na questão da intolerância Religiosa fazem ponte com a sociedade, como a Secretaria de Direitos Humanos, o Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos e a própria Comissão de Combate à intolerância Religiosa.

O livro apresenta uma análise dos dados levantados, com três artigos acadêmicos, trazendo problemas e sugestões de como lidar com as questões da intolerância religiosa. A obra apresenta um Plano Nacional de Combate a Intolerância Religiosa com atuação eficaz para garantia dos Direitos Humanos, com propostas práticas para a efetiva ação pública, visando à plena liberdade de culto na sociedade brasileira.

“O livro é um dos maiores trabalhos interdisciplinares com foco na Intolerância religiosa. Com dados consistentes, demonstram como a intolerância religiosa cresce de acordo com o desconhecimento e preconceito das pessoas. A intolerância religiosa, o racismo e o preconceito são um dos maiores fenômenos sociais brasileiros”, afirma o interlocutor da CCIR, o Babalawô Ivanir dos Santos.

O lançamento do livro é consequência da parceria frutífera entre os diversos grupos religiosos participantes da CCIR, em prol do diálogo e da tolerância entre religiões.

A pesquisa está pautada em documentos recebidos, registros de 2010, até dezembro de 2015, encaminhados a CCIR com o objetivo de mostrar a intolerância religiosa como um processo histórico no Brasil e no mundo. Para isso, foram selecionados casos obtidos em registros administrativos, narrativas, depoimentos, entrevistas, notícias e mídias impressa e virtual. As unidades espaciais vão desde a escala local, municipal, estadual, regional e nacional.

“Esperamos que o material abordado no livro possa servir de material didático e instrutivo na sociedade. A opção de publicação, também em inglês permitirá a sua utilização nos centros de pesquisas e educacionais fora do Brasil, possibilitando assim um intenso fluxo e intercambio acadêmico de experiências de pesquisas sobre o tema fora dos centros acadêmicos”, atesta Ivanir.




A CCIR apresenta nessa obra mais que dados e perspectivas sobre a Intolerância Religiosa no Brasil, ela fornece um modelo de efetiva ação de diálogo inter-religioso, de fraternidade e respeito entre religiosos das mais variadas tradições.

“Os dados apontam que mais de 50% dos casos de intolerância religiosa no país são praticas contra as culturas e religiosidades afro-brasileiras. Aliando a esses dados para o processo de invisibilidade das culturas e religiosidades negras no país, que tinha como máxima branquear toda a sua população, temos que ponderar que precisam ser interpretados, também, sobre as práticas do racismo à brasileira”.

A quinta, dia 19, contará com diversas ações na ABI, com presença de líderes religiosos, noite de autógrafos, apresentação de diversos segmentos culturais com coral, rezas, atabaques, cantorias e afins. Aberta ao público. As atividades acontecem das 19h às 22h.

Canja do grupo Awuré – A companhia musical é um grupo especializado em interpretar as rezas e os cânticos sagrados de matriz africana, reeditados em uma linguagem musical contemporânea e, comprometidos com os elementos estéticos e míticos presentes na tradição africano-brasileira. Idealizado e dirigido pela maestrina Tânia Amorim, a Awuré Companhia Musical divulga um dos aspectos mais significantes da cultura negra brasileira na diáspora, a música sacra de matriz africana.


Mio Vacite - Presidente da União Cigana do Brasil, também marca presença tocando o hino cigano no violino. Mio é fundador do grupo MIO VACITE E O ENCANTO CIGANO.



Dani Flomin


Apresentação do pequeno Dani Flomin, representante da comunidade judaica, no repertório “Osse Shalom”, “Adon Olam”, “Yerushalayim Shel Zahav”, entre outros.

Apresentação dos ogãs Luis Fernando Barros, Fernando Barros e Alexandre Bahia. Tocando atabaques e cantando música inter religiosas, da umbanda, candomblé, evangélica e católicas. Grupo do movimento "Intra-Religioso” de União Afro – MIRUA.


O cantor londrino Alex Boyé, em passagem pelo Brasil, dará canja no formato mais tradicional: a capela. O músico que é mórmon, é mundialmente conhecido, tem sucesso em mais de quinze países, tendo vendido meio milhão de CDs, com o estilo African Gospel, já se apresentou ao lado de grupos como Bryan Adams, George Michael, Simon Garfunkel, entre outros.

Além de outros segmentos religiosos confirmaram presença como Terreiro Pai Benedito de Angola – Umbanda, Koinonia, Fierj, entre outros. Assim como apoiadores como FENEB.

Sarau intercultural inter-religioso 
Dia 19 (quinta) de janeiro
ABI
EndereçoR. Araújo Porto Alegre, 71 - Centro
9º andar
Entrada Franca
Das19h ás 22h
Pode receber até 500 pessoas

Livro: Intolerância Religiosa no Brasil – Relatório e Balanço
Ano 2017
152 páginas
Edição Bilíngue - português e inglês
Kline Editora
Organizadores: Babalowô Ivanir do Santos / Maria das Graças O. Nascimento / Juliana B. Cavalcanti / Vítor Almeida
R$: 70,00 

A primeira edição do Afro Dida de 2017 vem embalada por iguarias Senegalesas



Fonte : Rozangela Silva
Fotos Dida / Divulgação

A primeira edição do Afro Dida de 2017
vem embalada por iguarias Senegalesas, nos dias 21 e 22 de Janeiro
E no domingo, show do grupo ÀWÚRÉ

A gastronomia oriunda da África Ocidental é a estrela bem aqui, na Praça da Bandeira, e ganha status de grandeza. A quitutes senegalenses têm como pratos principais os preparos à base de carne e peixe, que são apresentados de diversas maneiras. O Afro Dida traz o prato nacional “Thieboudienne”. É pronunciado "tche-budjene" que significa "arroz com peixe". A iguaria é preparada com peixe, vem com legumes, tomate, cenoura, cebola, batata, quiabo, repolho e arroz cozido no molho dos vegetais. Por R$ 69,00 - servindo para 2 pessoas.

Thieboudienne - Senegal

Mas o frango, também se destaca, como e o caso de outra comidinha típica: “Yassa de Frango”, muito simples e saboroso. A preparação é elaborada em três etapas, consiste principalmente de frango, cebola, mostarda e o aroma da pimenta. Por R$ 35,00 - prato individual.                       
E nada como iniciar essa incursão de sabores com as entradinhas com “Caldo de Abóbora com Gengibre”; “Cestinha de Vegetais”; e uma surpresinha incrível, o trio sai por R$ 10,00.
Outra dica bacana fica a cargo “Caril de Camarões”, que foi apresentado em edições anteriores e volta devido ao grande sucesso. É preparado com camarão, vem em molho espesso de tonalidade amarelada, com toques de açafrão, cominho, coentro e curry. Para tornar mais saboroso é servido no abacaxi. Por R$ R$ 45,00 - prato individual. A sugestão é uma inspiração de Moçambique.
Cada prato acompanha uma sobremesa de Doce de Banana.

Caril de Camarões 

E quem disse que acabou? - 3 sugestões de bebidinhas também ganham notoriedades. Com criação do Ajeum da Diápora (Salvador): “Fufu”, que é uma batida de coco com gengibre, “Dedeu”, batida fresca de Tamarindo e o “Jaja”, drink feito de maracujá, por R$ 7,00 – cada.
O encontro Afro Dida, era apresentado sempre apenas no 3° sábado de cada mês, mas agora é realizado em dois dias – sábado e domingo. Tem o intuito de realizar uma grande invasão afro no Rio.

E para abrilhantar essa edição, o domingo, dia 22
show do grupo ÀWÚRÉ

O termo ÀWÚRÉ faz parte do grande acervo de palavras do Yorubá e tem a sua formação um tanto complexa (*À*= nos ou nós, *WÚ* = desejar e *RÉ* ibukun = su as bênçãos); mas que atravessou o tempo e até hoje é falado, ao lado de outros idiomas, na parte oeste da África. Principalmente na Nigéria, Benim, Togo e Serra Leoa. Em grande parte dos cânticos sagrados em reverência aos deuses africanos, o termo aparece fazendo menção e desejo de sorte, bênçãos, prosperidade, coisas boas de forma geral.

E com o propósito de levar tais coisas boas, tendo a música como elemento de ligação e os tambores como o catalisador dessa energia ancestral, surge o grupo ÀWÚRÉ. Formado a partir de encontros despretensiosos, por integrantes cheios de bagagens e vindos de diferentes escolas, o grupo tem como mola mestra de impulsão do trabalho, o tradicional samba. Além da diversidade de ritmos e sons, é o que marca a concepção musical adotada. Um passeio pelas diversas formas de samba, pelo Jongo, ijexá, coco e alguns toques do candomblé; o grupo trabalha dentro de um respeito ao sagrado e como forma de preservação cultural. Show às 16h, com couvert artístico por R$ 10,00.
Dida Bar e Restaurante 
Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841
Aberto: terça e quarta, das 16h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h e domingo, das 12h até 20h

Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo
Capacidade: 40 lugares