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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

O Dida Bar e Restaurante em clima de folia


Fonte: Rozangela Silva


Com dose dupla da cerveja Eisenbhan e
Feijoada no sábado e domingo, na semana de carnaval


Nesse período de esquenta para o carnaval, nada como cerveja em dobro: Dose Dupla da Eisenbhan durante a semana. E Feijoada, no sábado e domingo. A hora é essa, o mais charmoso bar da Praça da Bandeira, preparou uma surpresa para repor as energias, sem dúvida que a folia vai ser das boas.
A cervejeira da família Dida, Stefani Nascimento, dá a dica “É uma cerveja premium, leve, refrescante, perfeita para os dias de calor!”, atesta.


A Eisenbhan Pilsen - é uma cerveja suavemente amarga, puríssima, de coloração dourado claro, paladar seco e aromas de cevada e pão. Ou seja, uma ótima pedida.
“Indispensável para quem gosta de beber uma verdadeira cerveja de qualidade...“, acrescenta Stefani.
A long neck custa R$ 12,00 – a promoção será válida somente:
Ø  Terça (dia 21), das 17h às 20h
Ø  Quarta (dia 22) das 17h às 20h
Ø  Sábado (25) das 14h às 17h
Ø  Domingo (26) das 14h às 17h



E claro, a festa pede a tradicional feijoada de carnaval - edição especial de prato executivo, o quitute é preparado com feijão preto, cozido com carnes nobres (costela, lombo, carne seca, linguiça e paio), acompanhada de arroz, couve, farofa, laranja e torresmo, por R$ 26,90.
“A minha feijoada é irresistível...”, brinca a confiante Dida.     
Ø  Preço excepcionalmente para sábado e domingo - aberto das 12h até às 17h
Dida Bar e Restaurante 
Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841
Aberto: terça e quarta: das 16h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h e domingo: das 12h até 20h
Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo
Capacidade: 40 lugares
Foto de Matheus Soeiro - Agência Boxis



A Casa Cavé está em festa, no próximo dia 05 de março completa 157 anos, com muito sabor e tradição.

Fonte: Ana Beatriz Areas

Inaugurada em 05 de março de 1806, a Casa Cavé, foi frequentada por toda intelectualidade do “high society” carioca. Seus salões receberam até presidente da república como Juscelino Kubitschek. Escritores como Rui Barbosa e Darcy Ribeiro, também circulavam por lá. E hoje em 2017, Casa Cavé comemora 157 anos de sua existência.
Sua trajetória guarda um pedaço significativo da história. Seus doces, que ainda fazem parte do seu cardápio, como o ratinho, o pastel de nata, balas ​​toffes, fazem parte da memória afetiva de muita gente.


Entrar para um café ou até para deliciar um almoço, é viajar no tempo, as mesinhas ​expõemdatas desde sua inauguração, as cadeiras ainda com a iniciais da casa, tudo tombado pelo patrimônio histórico, e faz necessário uma pausa do ritmo acelerado dos dias atuais e volte ao passado.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Lançamento do livro "Verdade Noturna" do poeta Dinho Fonseca


Fonte: Rozangela Silva




Dia 15 de fevereiro
Na Livraria Cultura
Sarau com música ao vivo no lançamento do livro Verdade Noturna
do poeta Dinho Fonseca,
autor do Projeto Poste no Poste


O autor Dinho Fonseca foi no mínimo criativo, para tornar sua obra conhecida ele usou de outras ferramentas para se apresentar ao grande público. E é chegada a hora de lançar um novo projeto - o seulivro "Verdade Noturna", que foge dos padrões comuns de um lançamento literário, com simples sessão de autógrafos, e vem embalado com show e declamação...





Criado no subúrbio carioca, em Vila da Penha, onde mora há 40 anos, foi lá que surgiu a arte de Dinho Fonseca. "No bairro me identifiquei com a cultura da região, sua originalidade, a simplicidade de suas ruas, os moradores da região, suas praças arborizadas, os bares e botecos tradicionais da boemia carioca", atesta o poeta.

Mas sua inspiração também é alimentada em Boa Esperança, Lumiar, distrito de Nova Friburgo/RJ. Numa casinha de madeira a beira de um rio no meio dos vales encantados daquela região, longe do caos, como gosta de frisar.

O livro "Verdade Noturna" é o resultado dessa primeira frente de divulgação com o projeto "Poste no Poste", uma coletânea de poesias escritas desde o final dos anos 80, até meados de 2014. Que representa diversas fases do poeta, embora mantenha o mesmo estilo coloquial do autor. Inclusive, mais de 20 poemas contidos no livro já foram musicados. E assim, em 2015 surgiram as primeiras aparições dos poemas, com a intenção de apresentar as poesias para um público diverso, tanto nas ruas como nas redes sociais. E Dinho lançou mão do formato de lambe-lambe como uma manifestação poética marginal, ali já nascia o escopo do livro.



E seus versos ganharam a cidade, com pequenos cartazes com frases curtas, com poemas como "Nós temos álcool em comum.""A curva é o sorriso da reta.""Ponto G fica antes da hora H.""Coragem se toma sem gelo". Todas autorais, e mais de 100 frases diferentes foram coladas pelos postes da cidade que, depois de fotografadas pelo próprio autor, são postadas nas redes sociais onde já conta com mais de 20 mil seguidores em todo o Brasil. Ou seja: uma arte lúdica e criativa, e já com um legado.

Multifacetado, Dinho é designer, inventor, compositor, artista plástico e poeta, além de ser um profissional de Comunicação e Marketing. Sempre trabalhou com arte e escreve desde a adolescência. O livro é apenas o começo de muitos. E o "Poste no Poste" acabou se tornando um projeto paralelo ao do livro, independente.


Minucioso, cuidou pessoalmente de cada detalhe: cor, diagramação, capa e miolo, para que pudesse apresentar a obra literária pela Chiado Editora unida à sua experiência de mais de 30 anos como designer gráfico. O resultado saiu do jeito que planejou, conseguido representar subjetivamente o tema do livro com a alternância entre suas páginas brancas e negras, além de contar com algumas intervenções fotográficas, todas autorais.



"O cuidado com o meu trabalho como designer foi o mesmo que tenho com a minha obra, resultando em uma apresentação simples, direta e objetiva. A mistura entre o designer e o poeta pode ser reparada no texto de apresentação do livro onde consta somente a frase "Apresentação é um saco, vamos à introdução", afirma Dinho.

O livro vem com poemas e versos publicados pela primeira vez e tem 245 poemas, incluindo ainda três mini contos.

O lançamento, claro, virou sarau literário, um espetáculo com declamações poéticas e música ao vivo, todas autorais, derivadas dos poemas do livro. Dinho Fonseca atuará no palco declamando seus versos e ganha reforço dos parceiros Geraldo Amaral, Wagner Ricciardi & a Tribo, Flávio Fonseca, Beto Braga e Zen, entre outros músicos convidados, que vão passear pela MPB, pop, reggae, rock´n roll e a riqueza da musicalidade afrobrasileira.

Alguma dúvida que ficará bom??

A poesia transcende a alma de Dinho, é fácil se encantar com suas obras, como:
"Coisas Bonitas", de Geraldo Amaral e Dinho Fonseca.
 "... Eu queria dizer coisas minhas, me expor.
Nas cifras contidas na brisa, compor.
No frio da minha alma tremida, calor.
Do riso da boca contida, humor",

Ou em "Lacinho", de Wagner Ricciardi e Dinho Fonseca.
 "...Nossa, menina! Como tua boca é bonita.
Parece um lacinho de fita
enfeitando a tua voz." 
A expectativa de Dinho é que agrade ao público pela clareza coloquial de seus poemas e das músicas feitas com seus parceiros.

Dia 15 (quarta) de fevereiro
Teatro Eva Herz - Livraria Cultura - Cine Vitória
Rua Senador Dantas, 45 / Centro
Das 18h às 19h30, sarau com música ao vivo
Às 20h, sessão de autógrafos
Entrada franca

Livro Verdade Noturna
284 páginas
Por R$ 33,00
Chiado Editora
A venda nas livrarias e pelo site da editora: www.chiadoeditora.com.br

sábado, 4 de fevereiro de 2017

"Nena", documentário do Coletivo Sankofa

"Nena", documentário do Coletivo Sankofa, conta como é a vida  de uma mulher catadora de material reciclável

Filme integra projeto "Apareceu a Margarida"

Fonte: Lau Francisco

"Todo dia, no dia a dia aqui, eu vou no mercado. Um dia falta pão, manteiga, leite: aí eu vou e compro aquelas três coisas. No outro dia tem pão, manteiga, leite, mas não tem sal, açúcar, café... Eu vou assim. E não falta, eu não deixo faltar".

Nordestina, vive há 13 anos na Zona Leste da cidade de São Paulo. NENA é o retrato de uma entre as milhares de mulheres brasileiras que catam e reciclam materiais pelas ruas de todo o país.
O filme integra o projeto "Apareceu a Margarida" tem o objetivo de jogar luzes na invisibilidade nua e crua sobre da mulher catadora de materiais recicláveis. O projeto visa também contar as histórias de luta e resistência dessas mulheres dentro de um sistema patriarcal de consumo.

Marcados por estigmas que as associam ao próprio lixo e a tudo que é descartável, as dificuldades dessa atividade tornam-se mais complexas quando essas mulheres se deparam com o machismo na vida pública. Sendo assim, ser mulher no seu fazer profissional,  surge como um agravante para a invisibilidade da mulher catadora.

A partir deste projeto, o Coletivo Sankofa quer mostrar esse universo das catadoras utilizando o resultado das oficinas culturais, das rodas de conversa e da própria pesquisa que vem sendo desenvolvida com material bruto para a concepção de uma performance de rua: uma mulher catadora vaga pelas ruas de São Paulo, interagindo com seus objetos do carrinho e com os olhares que a observa durante os caminhos. Escolhe um ponto para a projeção e convida os transeuntes para assistirem.

Coletivo apresenta outra "faceta" no fazer artístico

"Além de ser a primeira produção audiovisual do Coletivo, nosso objeto de pesquisa também é diferente. Em nossa caminhada esta muito presente produções que coloquem as questões da população lgbt em cena e em pauta. Para nós é inovador experimentar um  projeto que contemple a produção de um documentário que nos aproxima da realidade de mulheres que reciclam suas histórias de vida por meio do trabalho de reciclar", explica Anderson Maciel, do Coletivo Sankofa. Além disso, Anderson destaca que compartilhar essas histórias é uma oportunidade de visibilizar resistências cotidianas de mulheres que lutam as tentativas de serem apagadas do sistema.

Ficha Técnica
"NENA"
Duração: 13 minutos Roteiro, direção e edição: Carol Pitzer Direção de fotografia: Jeremias Nunes de Jesus Pesquisa: Tata Ribeiro, Edna Rosane, Rodrigo Mar e Anderson Maciel Produção: Coletivo Cultural Sankofa