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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Cantor Simoninha se apresenta neste sábado no Largo do Paissandu



Fonte: Carlos Romero 

O evento, com entrada gratuita, faz parte do encerramento das comemorações em homenagem ao mês do samba e contará com a participação de diversos cantores e grupos de samba-rock
 A Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial irá promover neste próximo sábado (19), no Largo do Paissandu, o evento de encerramento em homenagem ao mês do samba.

O cantor Simoninha será uma das grandes atrações da festa e apresentará o seu show repleto de sucessos e interpretações em homenagem a grandes artistas da música brasileira.

"Fico muito feliz em poder participar dessa homenagem ao samba e em especial ao samba-rock, que faz parte da minha história e da minha música. Poder tocar canções como Zazueira, Paz e Arroz, Bebete, entre a Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos e a Galeria do Rock tem um significado especial para mim. A igreja por sua história com a cultura negra e a galeria por ter sido durante muito tempo o lugar onde se encontrava a história do samba-rock por meio de discos de Marku Ribas, Trio Mocotó, Jorge Ben, Originais do Samba, Wilson Simonal, Branca de Neve, Silvio César e tantos artistas maravilhosos”, comenta o cantor Simoninha sobre sua participação.

Também se apresenta neste dia o cantor Boca Nervosa, sambista com mais de 30 anos de carreira e 16 discos gravados, reconhecido pelo seu talento em fazer sátiras e improvisos.

Confira abaixo a programação completa:

Programação:
·         Elói Estrela e Filhos do Zaire
·         Social Samba Fino
·         Simoninha
·         Boca Nervosa
·         DJ Simão Malungo
·         Samba de Roda

 SERVIÇO

Festa de Encerramento - Dezembro | Mês do Samba
Local: Largo do Paissandú
Entrada Gratuita
Horário: 13h às 20h

SMPIR promove “Natal da Igualdade” :Feira de Artes e Empreendedorismo Afrodescendente.


Empreendedores afrodescendentes, que fazem parte do grupo organizado pela SMPIR terão a oportunidade de expor os seus produtos aos clientes em um espaço dentro do Shopping Light

Fonte : Carlos Romero 

A Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial da cidade de São Paulo (SMPIR) promove ação “Natal pela Igualdade” no Shopping Light.

No período de 14 a 31 de dezembro empreendedores afrodescendentes que fazem parte do grupo organizado pela SMPIR e que participaram da Feira de Artes e Empreendedorismo, realizada durante a Semana da Consciência Negra em São Paulo, terão a oportunidade de expor os seus produtos aos clientes em um espaço dentro do Shopping, localizado no 3º piso.

Dez empreendedores fora recrutados nessa primeira seleção, que teve como critério a temática étnico-racial nas seguintes modalidades: acessórios, cosméticos, roupas masculinas, femininas, infantis e calçados, entre outros itens

“Esta iniciativa segue na direção de apostar no desenvolvimento econômico da comunidade negra, missão que vem norteando as ações da SMPIR nos últimos meses”, ressaltou Mauricio Pestana, secretário da SMPIR.

Serviço:
Natal pela Igualdade
Feira de Artes e Empreendedorismo
14 a 31 de dezembro
Local: Shopping Light – 3º piso
R. Cel. Xavier de Toledo, 23 – Centro São Paulo – SP.

Sobre a SMPIR
A Secretaria Municipal de Promoção da Igualdade Racial da Cidade de São Paulo tem a finalidade de formular, coordenar e articular políticas e diretrizes para a promoção da igualdade racial e avaliação das políticas públicas de ação afirmativa, com ênfase na população negra. A política de ação afirmativa é o instrumento por meio do qual se busca a promoção dos direitos dos indivíduos e grupos étnico-raciais que sofreram injustiças históricas e, ainda hoje, sofrem com desigualdades sociais motivadas pela discriminação racial e demais formas de intolerância.


Sobre o Shopping Light
O Shopping Light está no coração de São Paulo, localizado no histórico e charmoso prédio Alexandre Mackenzie, que fica em uma das esquinas mais movimentadas da cidade, o Viaduto do Chá com a Xavier de Toledo. O edifício que é hoje tombado pelo Patrimônio Histórico foi inaugurado em 1929 e era a sede da empresa de Energia Light. Foi transformado em Shopping Center no ano de 1999 após passar por uma cautelosa reforma e restauração, sendo hoje o maior e mais completo centro de compras, serviços e lazer do centro de São Paulo. O empreendimento conta com sete pisos e 120 lojas, dentre elas marcas renomadas, além de uma completa praça de alimentação com diversas opções de fast-food e restaurantes.

É HOJE ENCONTRO DE BAMBAS RIO X SÃO PAULO NO SESC SÃO CAETANO !!!


Poesia Samba Soul faz show gratuito no Sesc Campo Limpo


Fonte: Lau Francisco 

A banda POESIA SAMBA SOUL fecha seu calendário anual de apresentações com um show gratuito dia 27 de dezembro de 2015, domingo, às 18h30, levando sua mistura de groove, samba-soul, funk e samba-rock ao palco do Sesc Campo Limpo. Liderada pelo multi-instrumentista Claudinho Miranda, a banda apresenta ao público músicas de seu ultimo DVD - “Poesia Samba Soul – 25 anos” como “Moleque do cabelo black”, “Mulher universal”, “Da periferia para o mundo”, “Antes do Soul do que mal acompanhado” e “Mesa de Bar”, esta, com participação especial da cantora e sambista Samanta Santos.

O Poesia Samba Soul teve início em 1988, no extremo sul da cidade de São Paulo, tem seis CDs e 2 DVDs lançados e suas composições trazem letras com mensagens de incentivo e histórias do cotidiano. Formada por Claudinho Miranda (voz e violão), Fabio Bass (contrabaixo), Pikeno (percussão), Paulinho Torres (bateria) e Hellem Fernandes (vocais), o grupo já realizou shows em países como Portugal, Espanha, França, Alemanha e Suíça. Os convites surgiram devido ao reconhecimento por parte de organismos internacionais em relação aos projetos desenvolvidos pelo grupo em São Paulo que é responsável pela gestão do Instituto Favela da Paz e o Estúdio Áudio Visual, localizado no coração do bairro Jardim Ângela, Zona Sul da cidade.

Serviço
Poesia Samba Soul
Dia: 27 de dezembro de 2015
Horário: 18h30
Local: Sesc Campo Limpo – Rua Nossa Senhora do Bom Conselho 120, Campo Limpo, São Paulo – Informações Tel (11) 5510-2700


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Cia. Sansacroma dança a loucura em “Sociedade dos Improdutivos”

Fonte: Marcelo Pria /Fotos Raphael Poesia 


Espetáculo é fruto de dois anos de pesquisa sobre a loucura e contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo


Dia 12 de dezembro, na Casa de Cultura de Santo Amaro, o espetáculo Sociedade dos Improdutivos, da Cia. Sansacroma tem direção de Gal Martins e é o resultado de dois anos de pesquisa teórica e de campo sobre a loucura.

O questionamento central do espetáculo contrapõe o corpo que é socialmente invalidado ao corpo que é socialmente produtivo. O primeiro é marginal portador de algum tipo de loucura. O segundo é medicado, incluído e sujeitado ao modo de vida capitalístico – corpo explorado até o esgotamento das suas capacidades produtivas.

Trata-se da invalidez da reprodução. Força invisível chamada de loucura, transcender coletivo. A não-adequação social produtiva. É solidão. É a história, um itinerário da loucura em fusão para um embate contra o capital. O controle ocidental contrapondo a corporeidade do imaginário africano. São vozes potentes, negras, de territórios e seus povoamentos. Um cotidiano dos que estão à margem e dos que não estão.  São vozes da "Sociedade dos Improdutivos".

A pesquisa
O trabalho de pesquisa teórica da companhia foi um consistente estudo sobre a história da loucura no ocidente. De Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel, Erasmo de Roterdã, passando pela Nau dos Insensatos, de Sebastian Brant, até o conceito de Biopoder de Michel Foucault, pelo pensamento junguiano que inspira o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e pelos paradigmas que norteiam a Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial no Brasil.

A pesquisa de campo foi realizada inicialmente através de 12 intervenções artísticas junto aos usuários do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Jardim Lídia, que fica no Capão Redondo. E se estendeu por meio de um vínculo entre a companhia, os profissionais de saúde e os usuários deste Caps, direcionado a outras atividades artísticas na Fábrica de Cultura Capão Redondo.

Essencialmente implicada com as questões políticas e minoritárias, a companhia observou a maioria de corpos negros e periféricos presentes tanto nos manicômios do passado, quanto nas atuais unidades dos Caps.






Não por acaso, no momento em que a Sansacroma decide imprimir a força de sua negritude e ultrapassar a concepção dominante ocidental sobre a loucura, o encontro com o continente africano acontece pela narrativa da pesquisadora Denise Dias Barros e sua publicação “Itinerários da Loucura em Territórios Dogon” (Casa das Áfricas, 2004). Nesta região do Mali, a vida de cada um se dá na continuidade ancestral e se produz na malha social, constituindo redes de convívio na intersecção entre o mundo invisível e visível.

O recorte coreográfico da etnomedicina Dogon, desconstrói o olhar eurocêntrico da loucura e redimensiona o espetáculo. Um novo panorama se abre aos saberes ancestrais. Tradições que interferem diretamente nos procedimentos terapêuticos, criando uma tessitura complexa, onde a figura dos adivinhos, ou marabus, são elementos principais no processo de cura, na reapropriação do si, da saúde, da autonomia e da liberdade.

Do encontro com estes pensamentos e experiências, Gal Martins expõe um dos argumentos que compõem o espetáculo:

“É conveniente manter a sombra oculta e invisível aos olhos de uma sociedade sujeitada a valores de consumo, que legitima enunciados científicos em torno de uma idealização de saúde. Essa perspectiva ocidental, forjada histórica e linguisticamente, extrai a singularidade expressiva e a potência de produção do ‘louco’. O inscreve na vulnerabilidade, no abandono, na miséria e na subjetividade-lixo, que impõem sua dependência aos tratamentos de contenção, ao consumo de medicamentos, substituindo o confinamento do passado, pelos controles farmacológicos e institucionais do presente”.

-align: justify;line-height:normal;background:white'>O trabalho de pesquisa teórica da companhia foi um consistente estudo sobre a história da loucura no ocidente. De Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel, Erasmo de Roterdã, passando pela Nau dos Insensatos, de Sebastian Brant, até o conceito de Biopoder de Michel Foucault, pelo pensamento junguiano que inspira o trabalho da psiquiatra Nise da Silveira e pelos paradigmas que norteiam a Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial no Brasil.


A pesquisa de campo foi realizada inicialmente através de 12 intervenções artísticas junto aos usuários do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Jardim Lídia, que fica no Capão Redondo. E se estendeu por meio de um vínculo entre a companhia, os profissionais de saúde e os usuários deste Caps, direcionado a outras atividades artísticas na Fábrica de Cultura Capão Redondo.

Essencialmente implicada com as questões políticas e minoritárias, a companhia observou a maioria de corpos negros e periféricos presentes tanto nos manicômios do passado, quanto nas atuais unidades dos Caps.




Deste modo, a poética do espetáculo pretende ultrapassar a mera denúncia ao capitalismo para fomentar empatias marginais e produzir percepções que levam o espectador a vivenciar processos que são humanos, mas que o sistema segregador institui como desvio, sintoma e doença indesejada. Nesta poética, a loucura das pessoas se afirma como potência singular que cria possíveis comuns, as situa num mundo e legitima uma vida.

Estrutura cênica
O espetáculo tem uma estrutura cênica alternativa e sensorial. A música ao vivo e a ocupação numa instalação coreográfica deslocam o público para uma lógica dos sentidos e o retira da lógica do consumo que organiza a vida contemporânea. As sensações e reações motoras dos que assistem, vão compor a dramaturgia do espetáculo.

As estações coreográficas do espetáculo delineiam e revelam o quanto pode ser poderoso o ato de narrar e expressar um sofrimento. Narrativa gestual que se torna um ato de resistência política, afecção sensível e transformação de realidade social.

Sobre a Cia. Sansacroma – Criada em 2002 pela atriz, dançarina e coreógrafa Gal Martins, a Cia. Sansacroma tem se dedicado a desenvolver trabalhos baseados no hibridismo característico às criações coreográficas na contemporaneidade. Sua produção artística focaliza temas pertinentes à sociedade atual, no modo em que chegam e afetam a todos diretamente, seja no cotidiano das ruas, nas relações sociais e interpessoais, na mídia ou na própria arte. A Dança da Indignação, conceito criado pela artista, norteia a pesquisa de linguagem estética da companhia, que pretende reverberar no ato dançante as indignações coletivas, numa abordagem política-poética que aponta para as intersecções entre arte e vida. Tendo feito uma escolha singular ao atuar diretamente na periferia sul de São Paulo, este território influencia diretamente o seu processo artístico. O ponto de partida das criações são as poéticas do corpo negro, que circulam na população dessa região, a qual a companhia chama de indigenordestinafricana.

east-language:PT-BR'>A pesquisa de campo foi realizada inicialmente através de 12 intervenções artísticas junto aos usuários do Caps (Centro de Atenção Psicossocial) Jardim Lídia, que fica no Capão Redondo. E se estendeu por meio de um vínculo entre a companhia, os profissionais de saúde e os usuários deste Caps, direcionado a outras atividades artísticas na Fábrica de Cultura Capão Redondo.


Essencialmente implicada com as questões políticas e minoritárias, a companhia observou a maioria de corpos negros e periféricos presentes tanto nos manicômios do passado, quanto nas atuais unidades dos Caps.






SERVIÇO:
Espetáculo Sociedade dos Improdutivos
Cia. Sansacroma
Direção: Gal Martins
Espetáculos dias 11 e 12 de dezembro, sexta e sábado, às 20h, na Casa de Cultura de Santo Amaro - Manoel Cardoso de Mendonça, à Praça Doutor Francisco Ferreira Lopes, 434, São Paulo, Telefone: 11 5522-8897
Entrada franca
Duração: 50 minutos
Classificação etária: 14 anos
Capacidade: 40 lugares

FICHA TÉCNICA

Direção e Concepção: Gal Martins
Intérpretes Criadores: Djalma Moura, Verônica Santos, Ciça Coutinho, Lucas Lopes, Érico Santos e Mônica Teodosio
Orientador de Pesquisa e Provocação Cênica: Rodrigo Reis
Direção Musical: Cláudio Miranda
Músicos: Claudio Miranda, Alessandro Neres, Luís Henrique, Paulinho Torres e Fábio Miranda
Figurinos e Adereços: Mariana Farcetta
Concepção e Operação de Luz: Almir Rosa
Preparação Corporal: Luciane Ramos, Edson Fernandes, Francisco Silvino e Mariama Camara
Orientação de Pesquisa de Campo: Rodrigo Dias
Cenotécnico e Técnico de Áudio: Fábio Miranda
Ensaiador: Djalma Moura
Direção de Produção: Selene Marinho
Assistente de Produção: Dandara Gomes e Lucas Bernardo
Assessoria de Imprensa: Marcelo Dalla Pria
Aproximação com o Público: Ciça Coutinho e Dandara Gomes
Fotografia: Raphael Poesia
Designer Gráfico: Hellem Fernandes
Colaboradores: Denise Dias Barros e Priscila Paciência
Agradecimentos: Caps Jd.Lídia, Secretária Municipal de Saúde e Valéria Ribeiro

Informações para a Imprensa – Cia Sansacroma:
Marcelo Pria
MTB # 027461
Pollux Comunicações

11 98739-6179

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Edi Rock, Walmir Borges e DJ Nyack se apresentam no Parque do Ibirapuera em show gratuito

Fonte :Lau Francisco
Fotos : Divulgação /Marcelo Pretto 

O rap e a Soul Music vão tomar conta do palco externo do Auditório Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, Parque do Ibirapuera) no 12 de dezembro, a partir das 17h. Edi Rock, Walmir Borges e DJ Nyack farão um show gratuito para o público de São Paulo. As apresentações coroam ois eventos importantes para a cultura afrobrasileira: o show encerra o Prêmio Movimentos Criativos, que premia jovens negros (as) empreendedores que impactam suas vidas e de suas comunidades através de seus projetos, e abre oficialmente a 14ª Edição da Feira Preta, maior evento de cultura negra da América Latina, que acontece no dia 13 de dezembro, no Palácio das Convenções do Anhembi.


O rapper Edi Rock, integrante dos Racionais MC’s, cantará músicas de seu primeiro álbum solo, “Contra Nós Ninguém Será”. Lançado em 2013 após 6 anos sendo “fermentado”, o disco traz versos combatentes e bases que mergulham no funk music e no hip-hop. No álbum, músicas mais que conhecidas do público como “That’s my way”, “Selva de Pedra” e “Salve Negoo”.  
150%;font-family:"Arial","sans-serif"; mso-fareast-font-family:"Times New Roman";color:#222222;mso-fareast-language: PT-BR'>. As apresentações coroam ois eventos importantes para a cultura afrobrasileira: o show encerra o Prêmio Movimentos Criativos, que premia jovens negros (as) empreendedores que impactam suas vidas e de suas comunidades através de seus projetos, e abre oficialmente a 14ª Edição da Feira Preta, maior evento de cultura negra da América Latina, que acontece no dia 13 de dezembro, no Palácio das Convenções do Anhembi.







Outra grande atração do show, o cantor, guitarrista e produtor Walmir Borges, ganhou notoriedade por imprimir sua marca inovadora de suingue, sofisticação e modernidade mesmo quando faz releituras de antigos sucessos. É o que acontece em seu mais recente trabalho, onde além de suas próprias composições, também apresenta regravações de "Menina Carolina" do mestre do samba rock, Bebeto, e a releitura de "Só Rezo" da banda NXZero (Di Ferrero), passando ainda pela música incidental “Jorge da Capadócia”(Jorge Ben Jor). “Pretendo fazer um mix dos três projetos que gravei (“Sala da Música”, “Ella” e “Walmir Borges”). Quero também fazer clássicos da nossa MPB, nossa Música Preta Brasileira, e tocar músicas que não faziam parte do repertório de shows mas  são obras que gravei na trajetória da minha carreira”, afirmou Walmir. 










Fernando Carmo da Silva, mais conhecido pelo seu nome artístico DJ Nyack, DJ de rap e R&B, é DJ de nomes como Emicida e Curumin. Para ingressar no mundo do hip hop, ganhou apoio de músicos como KL Jay, DJ King, DJ Primo, Primeira Função e Kamau. Ele sobe ao palco do show prometendo agitar o público. “Geralmente eu nunca sei o que vou tocar exatamente, mas penso em tocar muita música brasileira e Black Music. Tenho algumas surpresas, mas estou guardando segredo até para mim mesmo”, brinca o músico.
O que é o Prêmio Movimentos Criativos
O Prêmio Movimentos Criativos 2015 foi construído sob o olhar qualificado de um grupo de curadores escolhidos por suas trajetórias e conhecimento de cada categoria. São nove categorias:Artes - Bem Estar - Conhecimentos - Criação - Esporte - Legado - Negócios -Pérola Negra e Digital.

De forma independente, cada curador realizou indicações seguindo os critérios estabelecidos previamente como “perfil empreendedor”, “impacto social da experiência” e “contribuição para a cultura negra”. Ao todo são 27 indicados. Coletivamente, o mesmo grupo e a organização do Prêmio escolheram os 09 que serão agraciados na noite do dia 11 de dezembro de 2015, no Auditório Ibirapuera.

O que é a Feira Preta
O maior encontro de cultura negra da América Latina; une cultura e comércio de produtos afro-étnicos em uma grande celebração que encerra o mês da consciência negra desde 2002. A Feira é realizada anualmente, com o forte objetivo de difundir costumes e tradições da cultura negra e fomentar negócios de empreendedores da comunidade negra. Em onze edições do evento, a Feira Preta já reuniu mais de 100 mil visitantes, 400 artistas, 500 expositores, gerando mais de R$ 3,5 milhões de circulação monetária, com a comercialização de produtos afro-étnicos, estimulando a produtividade da comunidade negra e impulsionando o interesse crescente em investimentos nesse mercado. A Feira Preta acontece no dia 13 de dezembro no Palácio de Convenções do Anhembi.

SERVIÇO

Show Edi Rock, Walmir Borges e DJ Nyack
Dia 12 de dezembro, sábado, às 17h
na plateia externa do Auditório Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, Pq do Ibirapuera
Duração: 150 minutos (aproximadamente)
Entrada franca. Plateia externa.
Classificação indicativa: Livre.

Mais informações

#PMC2015 - Prêmio Movimentos Criativos

#FeiraPreta2015 - 14º Feira Preta