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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Mais uma edição do Afro Dida - Especial de Fim de Ano Nos dias 17 e 18 de dezembro




Fonte: Rozângela Silva 


As sugestões do Afro Dida de dezembro estão incríveis. Nesse mês novamente o evento acontece em dois dias: 17 (sábado) e 18 (domingo) de dezembro. O evento Afro Dida, que acontece sempre no 3° sábado de cada mês, tem o intuito de realizar uma grande invasão afro no Rio. O encontro, ineditamente acontecerá em dois dias - edição especial de fim de ano.
O Dida Bar já virou um queridinho no Polo Gastronômico da Praça da Bandeira, sob o comando de “Dida”. Filha de “Tia Maria”, que liderou um bar na Zona Norte, na década de 70, frequentado por Mestre Sargento, Mestre Celso, entre outros...
Aberto em Dezembro de 2015, e no mês em que comemora 1 ano, o bar contemporâneo equilibra uma boa gastronomia, acompanhado de música de qualidade. O Dida tem um diferencial no cardápio, com quitutes convidativos, com um conceito afro-brasileiro e africano, prometendo aprazíveis surpresas.
Programação do cardápio, funciona assim: Combo com 3 entradinhas + 1 prato principal + 1 sobremesa de cocada angolana. Os quitutes seguem com 3 opções para prato principal.
Combo com 3 entradinhas: Mexilhão com páprica / Caldo africano de batata doce com amendoim e Abobrinha Recheada.                       
Prato principal



Opção 1: Polvo gratinado com Arroz Amarelo Sul Africano. O arroz com açafrão é típico da África do Sul, oferecido em ocasiões especiais, acompanha com polvo. Por R$ 49,00 / prato individual.


Opção 2: Cuscuz Marroquino com Suíno. Cuscuz temperado com ameixa, uvas passa, damasco e nozes, com lâminas de lombo suíno assado, fechando com mini cenoura e damasco. Por R$ 49,00 / prato individual.


Opção 3: Bacalhau Angolano. O nome já diz local de origem, com posta de bacalhau gratinado, com alho salpicado, feijão fradinho com camarão seco, pimentões verde e vermelho, finalizando com tomatinhos cereja. Por R$ 59,00 / prato individual.


Dias: 17 (sábado) e 18 (domingo) de dezembro
Horário: das 13h às 19h
Dida Bar e Restaurante 
Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841
Aberto: terça e quarta: das 16h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h e domingo: das 12h até 20h
Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo
Capacidade: 40 lugares

Dida Bar completa 1 ano e comemora com roda de samba, jongo e feijoada


Fonte : Rozângela Silva 


O Dida Bar e Restaurante está em festa, o espaço que virou um queridinho no Polo Gastronômico da Praça da Bandeira, sob o comando de “Dida”. Filha de “Tia Maria”, que liderou um bar na Zona Norte, na década de 70, frequentado por sambistas e capoeiristas tradicionais da cidade.
​Dida incorporou no bairro, o tempero que herdou de ​sua mãe. Mas ​põe à sua marca, com outros sabores, ​uma pitada de simpatia e uma gargalhada cativante. Essa é a Dida Nascimento. ​Aberto em Dezembro de 2015, além de gastronomia de boteco como “Bobozinho de Camarão”, “Bolinho de Feijoada”, o bar oferece também atrações musicais de Samba, Jongo, MPB e Jazz, onde equilibra uma boa gastronomia, acompanhado de música de qualidade.
E dia 11 – domingo, a casa completou 1 ano, e nada como comemorar em grande estilo, regado com feijoada, roda de samba, jongo e surpresas, muitas surpresas... 
Estreia do Pagode da Dida - Segundo Nei Lopes a palavra “samba”, presente no cotidiano brasileiro desde, pelo menos, o século XIX, quando era definida simplesmente como “um tipo de dança de negros”, tem inegável origem africana. Muitas outras teorias têm por, mas o melhor, é que virou um produto genuinamente brasileiro.



O nome samba é amplamente divulgado. Porém o Dida Bar, intitulado por frequentadores como embaixada informal da cultura negra, nomeia a nova roda de samba da cidade como Pagode da Dida, que agora acontecerá uma vez por mês. O termo surgiu nos meios de comunicação por volta de 1978, através das reuniões na quadra do Cacique de Ramos, onde surgiu o grupo de sambistas que geraram o Fundo de Quintal.
O termo surgiu nos meios de comunicação por volta de 1978, através das reuniões na quadra do Cacique de Ramos, onde sambistas geraram o Fundo de Quintal.


O termo pagode voltou a ser usado diversas vezes, e nomeou rodas de Arlindo Cruz, Tia Doca, Tia Ciça e diversos outros espaços de resistência da cultura carioca. Ao nomear seu samba de Pagode da Dida, homenageia esses baluartes. E incentiva na cidade a volta do uso do nome pagode, hoje em dia depreciado da mesma forma que o nome samba um dia foi.
E para abrir essa temporada, a data será orquestrada pelos músicos Marcelo Amaro, no pandeiro - Mateus Carvalho, no violão - Alison Martins, no cavaquinho - Lázaro Rangel, no tantã e percussão geral - Vinicius Maia, na percussão - Marcos Antônio, na percussão geral. E quem mais chegar. Vão passear por clássicos de samba de raiz, como Cadeia e Roberto Ribeiro.
O negócio vai ficar bom... a partir das 16h. Com direito a Roda de Jongo, a programação é gratuita.
A tradicional feijoada da Dida é a pedida para o domingo, o quitute é preparado comcarnes nobres (costela, lombo, carne seca, linguiça e paio), acompanhada de arroz, couve, farofa, laranja e torresmo, para duas pessoas, sai por R$ 58,00 e para uma pessoa, por R$ 30,00. A partir das 12h
Dida Bar e Restaurante 
Rua Barão de Iguatemi, 408 / Praça da Bandeira
Telefone: 2504 0841
Aberto: terça e quarta: das 16h até 0h / quinta, sexta e sábado: das 12h até 0h e domingo: das 12h até 20h
Formas de Pagamento: Cartões de débito: Visa e Mastercard
Cartão de Credito: Visa e Mastercard / Ticket Restaurante / Sodexo / Alelo
Capacidade: 40 lugares

15o ENCONTRO DE FOLIA DE REIS - DISTRITO FEDERAL


quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Empresas, Empresários, Empreendedores e Artistas são homenageados no II Prêmio Empregueafro de Valorização da Diversidade Étnico-racial 2016



                                                        Luiz de Jesus – Empregueafro e idealizadores
Fonte: Carlos Romero

Microsoft, Coca-Cola e Magazine Luiza, entre outros, estiveram entre as categorias premiadas, homenagens especiais e menções honrosas



Ângela Peres – atriz e mestre de cerimônia do prêmio, Luiz de Jesus – Empregueafro e idealizadores, MC Soffia, Patrícia Santos de Jesus- gestora de Recursos Humanos da Empregueafro e idealizadora do prêmio e Wagner Prado


Em uma noite de celebração e reconhecimento foi realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal de São Paulo, na última sexta-feira (02), a entrega do II Prêmio Empregueafro de Valorização da Diversidade Étnico-racial 2016 promovido pela empresa Empregueafro, de consultoria em Recursos Humanos e Diversidade étnico-racial.
O evento teve como mestres de cerimônia a atriz Ângela Peres, doutoranda em Antropologia pela UFRJ e o jornalista Wagner Prado, diplomado e pós graduado em marketing esportivo. Após a execução do hino nacional houve um minuto de silêncio em homenagem às vítimas do voo em que estava o time Chapecoense.  
Luiz de Jesus, um dos idealizadores do evento, fez a abertura oficial do Prêmio. “Este ato é um reconhecimento público da contribuição de pessoas e organizações que trabalham com a temática da diversidade étnico-racial decorrente de engajamento pessoal como protagonistas na promoção da diversidade trazendo forte influência à sociedade e a comunidade através de exemplos. Muito obrigado a todos os convidados, indicados e empresas que estão aqui neste momento contribuindo para a disseminação da cultura de diversidade e inclusão no nosso país”.

 Luiz de Jesus – Empregueafro e idealizadores, Luiza Helena Trajano – proprietária das casas Magazine Luiza e Patrícia Santos de Jesus- gestora de Recursos Humanos da Empregueafro e idealizadora do prêmio.



Luiza Helena Trajano empresária, proprietária e presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza, foi a grande homenageada com o prêmio Empregueafro Fazendo Acontecer 2016, por se destacar nas ações afirmativas. Trajano está mostrando o quanto a iniciativa privada pode colaborar para um futuro mais igualitário e justo.
Luiza tem se dedicado ao empoderamento das mulheres com a condução do grupo Mulheres do Brasil e, atualmente, com o apoio incondicional ao Comitê da Igualdade Racial do grupo Mulheres do Brasil tem influenciado diretamente pessoas e empresas em promover e valorizar a diversidade étnico-racial com a contratação de mais negros nas empresas. O Magazine Luiza tem 786 lojas e se posiciona como uma das líderes do varejo no Brasil, desde a sua fundação há 59 anos.

   Luiza Helena Trajano – proprietária das casas Magazine Luiza

Na categoria “Apoiador de destaque com foco na conscientização étnico-racial 2016” foi premiado Theo van der Loo, da Bayer do Brasil, representado por Jean Nys. O CEO é reconhecido nacionalmente como um dos empresários mais ativos e importantes na implantação e políticas de diversidade e inclusão nas empresas e vem desempenhando um papel único no processo de inclusão de negro no quadro de funcionários em sua organização, além de participações efetivas em fóruns para disseminação da importância das atividades étnico-racial.  
AfroGooglers, Black at Microsoft e GARU (Carrefour) concorreram na categoria Grupos de Funcionários para a Diversidade Corporativa 2016. A AfroGooglers foi a vencedora e representado por Christiane Silva Pinto. Há 2 anos como líder do AfroGooglers, comitê de conscientização e celebração da causa racial do Google Brasil, Christiane vem desempenhando um papel chave na formação de um ambiente de trabalho mais diverso e inclusivo. 


  Rodney Williams - Vice-presidente Microsoft do Brasil

Black at Microsoft, representado por Jane Graziele e GARU (Carrefour), representado por Jorge Simonetti, receberam a menção honrosa.
Concorreram ao prêmio Empresa de Destaque Pró Igualdade Racial 2016: Coca Cola, Microsoft e White Martins. Avencedora foi Microsoft do Brasil, representada pelo vice-presidente Rodney Williams. A Microsoft vem desenvolvendo políticas fortes e globais para atração e retenção dos talentos de profissionais negros, oferecendo ferramentas de apoio e suporte a comunidade negra.  A Coca - Cola representada por Alessandra Nogueira e White Martins representada por Carolina Werneck receberam a menção honrosa.
Complementando o reconhecimento da categoria anterior, a Melhor Iniciativa Corporativa para Promoção da Igualdade Racial, foi dada ao Serasa representado por Andrea Regina. A Ecorodovias representada por Gisele Muller; a Monsantorepresentada por Aline Cintra e a PWC representada por Ane Malvestio receberam a menção honrosa pelo trabalho desenvolvido durante 2106. 

  Paulo Pianez e Mafoana Odara - Instituto Avon

O terceiro setor não foi esquecido pelos organizadores que criaram a categoria Atividade do Terceiro Setor de Destaque 2016, e teve concorrentes como Instituto Avon, Instituto Carrefour e InfoPreta.
O ganhador foi o Instituto Avon representado por Mafoana Odara, que atua pelo Instituto Avon, como uma organização ligada a uma empresa privada que investe em ações pelo enfrentamento à violência contra a mulher e se tornou uma profissional de destaque, com um olhar apurado em relação ao combate da violência contra a mulher negra e em condição de vulnerabilidade. 
Os finalistas Instituto Carrefour representado por Paulo Pianez e InfoPreta representada por Buh D’ Angelo receberam menção honrosa.
A Empresa do ano em ações de Pro Igualdade racial 2016 foi a Avon pelas campanhas de marketing:  O que te defineBeleza que faz sentidoDona da sua Beleza, que vem desempenhando um papel social de conscientização da autoestima dos negros no Brasil, independentemente de seu gênero, raça ou orientação sexual e, além disso, adotou programas para inclusão dos negros em seu quadro de profissionais, desenvolvendo ações afirmativas e inclusivas em seu processo seletivo.  A empresa foi representada pela Vice-presidente de marketing Marise Barroso, a gerente de RH Tatiana Sereno e Rafaella Gobara, gerente de social media


                     Rachel Maia atualmente a única mulher negra no Brasil, CEO de uma empresa, a Pandora
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Rachel Maia atualmente a única mulher negra no Brasil, CEO de uma empresa, a Pandora, formada em Ciências Contábeis, pós-graduada na USP e com cursos em Vancouver, Canadá e Harvard nos Estados Unidos, foi a vencedora na categoria Profissional Negra de destaque 2016. Maia hoje é referência para as mulheres negras atuantes no mercado de trabalho, como uma das mulheres mais importantes do país.
Também concorreram Luanna Teófilo, Marta Celestino, Mayra Castro, que receberam menção honrosa pelo seus trabalhos.
O vereador Nabil Georges Bonduki, recebeu foi homenageado com o Prêmio Empregueafro 2016, “Pessoa” por suas ações de diversidade e inclusão em empresas e comunidades.
Nadil Bonduki é urbanista, professor universitário, pesquisador e consultor em políticas públicas urbanas. Exerce, no momento, mandato de vereador na Câmara Municipal de São Paulo.
Na categoria Melhor atividade pública de conscientização racial 2016, a ganhadora foi Luana Génot, que dedica o seu tempo ao combate do preconceito racial e é a idealizadora e diretora do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) e da campanha “Sim à Igualdade Racial”. 



                                                         Maria Edna do Quilombo Abelha

Também receberam menções honrosas: Estaremos lá - Samantha, Stella, Carol e Beatrice, Negras Empoderadas - Eliane Dias, Rede de Profissionais Negros – Lisiane Lemos, Vinicius Rosa e Wagner Cerqueira.
Como Empreendedor de Destaque para a Igualdade Racial 2016 venceu Maria Edna do Quilombo Abelha, líder da Comunidade Quilombola Abelha do município de Carnaíba, interior de Pernambuco. Ela Implementou o projeto “Semiá” com apoio da Tearfund e Instituto Federal de Pernambuco, junto ao Grupo de Mulheres de Abelha, desenvolvendo um sistema de Economia Solidária com a criação da “Padaria Comunitária das Mulheres Quilombolas de Brejo de Dentro e Abelha”, fabricando pães e derivados da macaxeira, para atender as comunidades vizinhas, a feira agroecológica de Carnaíba e programas governamentais. 
A menção honrosa foi para Mari Medeiros do CEU Caminho do Mar; Zica Assis da Beleza Natural; Maria Edna e Sérgio All da iBeats Comunicação.
Anderson John, ficou com o prêmio Profissional Negro de destaque 2016. John desenvolvendo um excelente trabalho como difusor da história e da cultura negra, em prol de uma formação para a cidadania responsável e para construção de uma sociedade justa, de igualdade de direitos e democrática. Antônio Carlos dos Santos, Claudionor Alves e Maurício Rodrigues receberam a menção honrosa.

                                                                       MC Soffia e PH Côrtez




                                                     Kenia Maria – atriz e esposa do ator Erico Braz


A última categoria da noite foi Personalidade EmpregueAfro 2016, onde concorreram Adriana Barbosa (Feira Preta e Black Codes), Ana Miranda (Malhação), Erico Braz e Kenia Maria (Tá bom pra você?), Joyce Ribeiro (Livro Chica da Silva – Romance de uma vida), Lázaro Ramos e Taís Araújo (O Topo da montanha) e Maria Julia Coutinho (TV Globo). Erico Braz e Kenia Maria ganharam o prêmio pela criação da Webserie pelo trabalho desenvolvido com pioneirismo, inovação e bom humor, onde discutem a presença do negro na publicidade e contribuem para a discussão da representatividade da grande parte da população brasileira.
A Empregueafro de olho na nova geração que a cada dia vem se expressando de várias formas, seja na música ou pelas redes sociais contribuindo de forma direta ou indireta com uma inclusão mais justa. Mc Soffia venceu por cantar o empoderamento de meninas negras e PH Côrtes, por seu canal no You Tube onde fala das “Heróis Negros”. Os dois jovens foram agraciados com o prêmio Projetando o Futuro Empregueafro 2016
O II Prêmio Empregueafro de Valorização da Diversidade Étnico-racial 2016 encerrou a noite homenageando o centenário do Samba e o Dia do Samba com a cantora Andreia Oliveira, acompanhada pelo grupo Yadah Shabach,durante coquetel oferecido aos presentes.


Os premiados 


                                                                  O público presente 


OOPPAH - UM ESPAÇO ABERTO PARA ATORES



                                                   Max Fercondini, Almirzinho e Amanda Richter

Fonte: Rozangela Silva 


Foi lançado dia 30, o OOPPAH, no charmoso espaço Gallery Lounge, na Barra da Tijuca. O projeto que é uma vitrine, direcionada para produtores de elenco, um escritório virtual com ferramentas para facilitar buscas, trabalhos, vídeos, caraterísticas, um banco de dados.
Criada por quem entende do assunto; Alexandre Klemperer, que assina uma consultoria técnica. Klemperer é diretor premiado de novelas, formado pela USP e pela New York Film Academy, traz uma longa trajetória de sucesso e prêmios. Raffael Greick, acostumado na área artística, cantor e compositor. Fechando o trio com Vitor Frad, ator, produtor premiado de tv, sócio da videobooks.
“Queremos um portal inteligente e prático, preciso em suas informações e sempre atualizado. A intenção é incentivar para que os artistas sejam empreendedores de suas carreiras e alcancem seus objetivos”, atesta Vitor Frad
A meta é transformar a empresa em líder neste mercado no Brasil. Já fazem parte do portal, Mariana Ximenes, Natalia Dill, Wagner Moura, Thiago Fragoso, Mateus Solano, entre outros. No seguimento de agências, contam com AM Company, BR3 Produções Artísticas, entre outras renomadas. Produtores também aderiram e fazem parte da rede, como Rosa Fernandes, Ciça Castelo, Fernando Garcia Pereira. Ou seja, uma rede de contatos e dados em um utilitário. Já tem em torno de 500 inscritos, o dobro de solicitações de cadastro, vários produtores de elenco e diversos outros escritos no setor de empresarial artístico. E o acabou de ser lançada.
A festa de lançamento, propositalmente foi marcada em uma champanheria, para literalmente, brindarem o lançamento, e claro, que foi um sucesso. A musa Aline Riscado, deu uma caprichada no decote, estava e uma calça jeans toda rasgada, acompanhada do namorado, o ator Felipe Roque. Além do casal, estiveram no evento Karen Junqueira e a repórter do "Vídeo Show" Marcela Monteiro. Outro ponto alto ficou por conta da comemoração do niver de Alexandre Klemperer, que fez 43 anos, saiu de lá com diversos presentes.
A festa teve de tudo, self no palco, declamação de poesias da atriz Bruna Trindade, de 23 anos, que ainda fez performance de tecido acrobático. A banda Playmobille, mandou ver com versões interessantes de músicas de Cazuza, Djavan, Cassia Eller, The Cure....
Os veteranos já emplacaram musicas em novelas como “Cama de Gato”, “Viver a Vida” e “Malhação”.
Raffael Greick (sócio da Ooppah), que é filho de Marcio Greick, deu canja no palco com a música “Guerreiros”, e já avisou que logo, logo, traz novidades sonoras...  
A noite contou ainda com o Dj da casa Rodrigo Loyola, que atacou com clássicos da noitada e até sons diferentes como o ritmo carimbó.
Tatiana Monteiro, conhecida no show business internacional (mora em NYC), nos seus 1,77 de altura e um corpo escultural, tem feito grande sucesso em New York, Los Angeles e Las Vegas, a atriz arrasou em um modelito sexy.
Uma gama de vips deram uma conferida no lançamento como Juliana Boller, Bruna Salvatori - do Caldeirão do Huck,  Julianne Trevisol, Carlos Bonow, Rainer Cadete e Tai Ravelli, Dayana Klemperer, Oscar Magrini, Larissa Maciel, Paula Pereira, Renata Pirillo, além de músicos, como Almirzinho Serra, que lotaram o espaço.
Fotos Divulgação Anderson Borde




                                                                                Alexandre e Dayana Klemperer 




                                          Raffael Greick, Alexandre Klemperer e Vitor Frad
                                                         

                                                           Aline Riscado e Felipe Roque 
                                                         Bruna Salvatori

                                                      

                                                         Carlos Bonow e Maria João Bastos 



                                                                     Guga Sabatier
                                                        
                                                                 Juliana Boller 
                                                            Julianne Trevisol
                                                                Karen Junqueira
                                                          Marcela Monteiro 


                                                            Maytê Piragibe e Alexandre Klempere
 
                                                          Raffael Greick e Vitor Frad 
                                                    Rainer Kadeti e Tai Ravelli 
                                                             Tatiana Monteiro 
                                                 Bruno Ferrari  e Vitor Frad 

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Dr. Hédio Silva Jr. pede audiência com ministro Marco Aurélio Mello e defenderá a legalidade dos abates rituais no STF


Fonte:Claudia Alexandre

Jurista vai argumentar  junto ao Supremo Tribunal Federal que os  abates tradicionais praticado pelas religiões afro-brasileiras, devem ser entendidos nos mesmos termos que os rituais realizados nas religiões judaica e islâmica, e reafirma “ desde que sem excesso ou crueldade, nada tem de ilegal ou inconstitucional”. 

O advogado Hédio Silva Jr. aguarda por uma audiência com o ministro Marco Aurélio Mello, do STF – Supremo Tribunal Federal, para falar sobre o sacrifício religioso de animais. O tema é polêmico e bem conhecido do jurista, que já atuou como representante de grupos favoráveis à prática em um processo que defendeu, e ganhou, no Rio Grande do Sul. “No julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul considerou que o sacrifício ritual em cultos e liturgias das religiões de matriz africana, desde que sem excessos ou crueldade, não é inconstitucional e não infringe o que não infringe o Código Estadual de Proteção aos Animais”, explicou o jurista que também derrubou no Tribunal de Justiça de SP uma lei aprovada em Cotia que proíbe o uso de animais em atos religiosos. 
No dia 22 de novembro,  Dr. Hédio foi homenageado com o Troféu Asé Isesé (A força dos nossos ancestrais) conferido pelo Centro Cultural Africano à lideranças religiosas e personalidades públicas que se destacam na luta contra a intolerância religiosa.
No STF, o advogado quer mostrar ao ministro que o caso trata-se de um "preceito litúrgico protegido pela liberdade de culto", em contraponto à acusação de maus-tratos. Segundo ele,   no julgamento em que examinou a regulamentação da vaquejada, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu acertadamente que essa manifestação cultural implicava crueldade e maus-tratos aos animais. “Na vaquejada, o boi é enclausurado, açoitado, instigado a correr e tem sua cauda retorcida até cair”. 
Avaliando por esse ângulo, Dr. Hedio defende que a prática não tem absolutamente nenhuma rel
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ação com o abate religioso de animais, um preceito alimentar e litúrgico adotado por judeus, muçulmanos e candomblecistas, regulamentado pelo decreto federal nº 30.691/1952, por normativas do Ministério da Agricultura e decretos estaduais. “A técnica da jugulação, comum no judaísmo, no islamismo e nas religiões afro-brasileiras, é catalogada pelo Ministério da Agricultura como método humanitário, pois provoca morte instantânea, reduz a dor ao patamar mínimo e evita sofrimento desnecessário”, explicou. 
O jurista explica ainda que o direito à alimentação kosher (judaica) e halal (islâmica) tem sido ratificado por reiterados julgamentos do Tribunal de Justiça de São Paulo, nos quais companhias aéreas foram condenadas a indenizar passageiros que solicitaram previamente dieta religiosa e foram negligenciados pelos transportadores. 
Dr. Hédio aponta ainda que, do ângulo econômico, atualmente o Inmetro e o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços investem na criação de um Selo Halal para que o Brasil amplie negócios com o cobiçado mercado alimentício muçulmano - em 2015 essas certificações movimentaram cerca de US$ 1 trilhão. “Para além de sua dimensão dietética e econômica, o abate religioso constitui um preceito litúrgico referido já no Antigo Testamento, visto que o terceiro livro do Pentateuco, Levítico, faz inúmeras alusões ao abate de animais”. 
Ele elucida que na Kaparot, ritual judaico realizado nas vésperas do Yom Kipur (Dia do Perdão), um homem apanha um galo -ou, sendo mulher, uma galinha- e passa o animal nove vezes sobre a cabeça, recitando a prece "bracha bnei adam" (seja esta minha expiação). Em seguida, entregam o animal ao shochet, sacerdote responsável pelo abate. Já os muçulmanos celebram a Eid al-Adha (Festa do Sacrifício), cerimônia realizada no décimo dia do último mês do calendário islâmico, no fim da hajj (peregrinação a Meca). São sacrificados carneiro, camelo, cabra ou boi. 
Ele explica ainda que as religiões afro-brasileiras, especialmente o segmento filiado à doutrina iorubá, celebram o Etutu (ritual de oferendas), sendo que o alimento resultante do abate é consumido pelos fiéis e pela comunidade que circunda os templos. “Em breve, os parâmetros jurídicos do abate religioso serão examinados pelo STF, tendo como base uma decisão do Tribunal de Justiça gaúcho de que o abate praticado pelas religiões afro-brasileiras desde,  que sem excesso ou crueldade, nada tem de ilegal ou inconstitucional”. 
Dr. Hédio lembra que a Constituição Federal assegura a liberdade de culto, de liturgia e proíbe o Estado de embaraçar o funcionamento das cerimônias religiosas, protegendo as manifestações culturais e prescrevendo a valorização da diversidade étnica. “Por esse ângulo, é possível afirmar que o julgamento do abate religioso terá pouca ou nenhuma relação com o julgamento da vaquejada”.
DR. HÉDIO SILVA JR. é advogado e ativista histórico. Foi secretário da Justiça do Estado de São Paulo  e é um dos mais respeitados  defensores da cultura e das religiões de matrizes africanas